Por Que Existe Vida?
- Osho, eu nunca fui capaz de encontrar resposta para essa pergunta. É uma pergunta estúpida, mas mesmo assim eu queria muito saber a resposta.
Você poderia nos dizer qual é o propósito da criação? Por que a vida existe? Por que todas as coisas existem? Eu não acredito que seja acidental.
- "Patrick, a pergunta é certamente estúpida... Você está absolutamente certo a respeito disso. E a pergunta não é respondível. Qualquer pessoa que respondê-la irá somente criar alguns questionamentos a mais em você. Você não foi capaz de encontrar qualquer resposta porque não existe resposta. A vida é um mistério, por isso essa pergunta não pode ser respondida. Você não pode perguntar o porquê. Se o porquê for respondido, a vida deixa de ser um mistério.
Esse é todo o esforço da ciência: destruir o mistério da vida. E a maneira é encontrar respostas para todos os porquês. E a ciência acredita, naturalmente com arrogância e ignorância, que um dia ela será capaz de responder a todos os porquês. Isso não é possível. Mesmo se nós respondermos a todos os porquês, o último dos porquês permanecerá: por que a vida existe, afinal? Qual o significado da existência? Qual é o propósito de tudo isso? Essa pergunta é a última e ela não pode ser respondida.
Se alguém lhe der uma resposta, ela simplesmente irá criar um novo questionamento. E respostas já têm sido dadas... Algumas pessoas acreditam que Deus criou o mundo porque queria ajudar a humanidade. Agora, que tipo de resposta é essa? Ele criou a humanidade para ajudar a humanidade. Qual era a necessidade de criar? Alguns outros dizem que Deus criou o mundo porque ele estava se sentindo muito solitário. Se Deus estava se sentindo mal muito só, então não existe qualquer possibilidade de alguém se tornar um Buda.
E se Deus de repente começou a se sentir solitário, então o que ele estava fazendo antes de criar o mundo? Por toda a eternidade ele tem estado só... então de repente , num dia, numa manhã, ele ficou enlouquecido, ou o que? De repente ele começou a se sentir solitário depois do almoço. E qual era a necessidade de criar todo o mundo? Apenas uma mulher já teria sido o suficiente!
E agora, como ele está se sentindo hoje? Muito cheio de gente? Gente em demasia pelas ruas? Deve estar planejando destruir o mundo em breve. Sobre que tipo de Deus você está falando? O seu Deus é uma pessoa que pode se sentir solitário?
Todas essas são respostas tolas para perguntas tolas.
Então existem pessoas que dirão: isso é um jogo de Deus, a sua brincadeira. Ele não poderia ter ficado sentado em silêncio? Que espécie de jogo é esse? Adolf Hitler e Mussolini e Joseph Stalin e Mao-Tse-Tung, Gengis Khan, Tamurlaine, Nadir Shah... Brincadeira de Deus? Seis milhões de judeus assassinados por Adolf Hitler, e Deus está brincando com um jogo? Por que ele não vai jogar golfe? ou xadrês? Por que torturar pessoas? Tanta miséria no mundo e esses tolos seguem dizendo que isso é brincadeira de Deus? Crianças que nascem paralíticas, cegas, surdas, mudas... Brincadeira de Deus? Que espécie de Deus é esse? Ou ele não é Deus, ou pelo menos ele não é divino. Ele deve ser muito mau.
Essas perguntas não ajudam. Elas criam mais perguntas. Patrick, o máximo que eu posso dizer é que a vida não tem propósito algum, ela não pode ter qualquer propósito.
Todos os propósitos estão no meio da vida. Sim, um carro tem um propósito: ele pode levá-lo de um lugar ao outro. O alimento tem um propósito: ele pode nutri-lo, ele pode mantê-lo vivo. Uma casa tem um propósito: ela pode lhe dar abrigo quando está chovendo e quando está quente. As roupas têm propósito... Todos os propósitos estão dentro da vida, mas a vida em si mesma não pode ter qualquer propósito porque ela não é um meio para algum fim. Um carro é um meio, a casa é um meio.
A vida não tem qualquer objetivo, a vida não está indo para lugar algum. A vida está simplesmente aqui! Ela nunca foi criada. Esqueça essa idéia de criação. Isso cria muitas perguntas estúpidas na mente. Ela nunca foi criada, ela sempre esteve aqui e ela sempre estará aqui. Com formas diferentes, de maneiras diferentes, a dança continuará. Ela é eterna. Ais dhammo sanantano - assim é a lei última.
Não há qualquer propósito e essa é a beleza da vida. Se houvesse alguns propósitos, então a vida não seria tão bonita, então haveria uma motivação, então ela seria como um negócio, então ela seria muito séria. Olhe para as rosas, para as flores de lótus, para os lírios. Qual o propósito? O lótus de manhã cedo, o sol nascendo, o cuco começando a cantar...Qual o propósito? Isso não é intrinsecamente lindo? Todas as coisas precisam de propósitos fora de si mesmas?
A vida é intrinsecamente linda. Ela não tem qualquer propósito extrínseco. Ela não é propositada. Ela é exatamente como uma canção de um pássaro na escuridão da noite, ou o som da água, ou o som do vento passando através dos pinheiros...
O homem é voltado para objetivos. E porque a sua mente é voltada para objetivos, ela cria perguntas como esta: "Qual o objetivo da vida? Deve haver algum objetivo." Mas se alguém disser, "esse é o objetivo da vida", então você irá perguntar: "Qual o objetivo desse objetivo? Por que nós devemos alcançá-lo? A que propósito ele irá servir?" E se alguma outra pessoa disser "Esse é o objetivo desse objetivo", as mesmas perguntas irão surgir novamente e você vai voltar ao mesmo ponto, ad infinitum.
Você me pergunta: "Você poderia nos dizer qual é o propósito da criação?"
O mundo nunca foi criado. A palavra "criação" não é correta. O mundo sempre esteve aqui, ele é eterno. Não existe criador. Deus não é o criador do mundo. Deus é a própria energia criativa da existência. É mais criatividade do que um criador. Ele não é o poeta, mas sim a poesia; não o dançarino, mas a dança; não a flor, mas a fragrância.
Você me pergunta: "Por que a vida existe?"
Essas perguntas parecem muito filosóficas, e podem torturá-lo muito, mas elas são absurdas. É como perguntar "Qual o sabor da cor verde?" Isso é irrelevante. A cor verde não tem qualquer sabor. Cor e sabor não estão relacionados absolutamente. "Por que a vida existe?" Veja que as palavras "vida" e "existência" significam a mesma coisa. Isso é tautologia. Você está perguntando: "Por que a vida é vida?" Assim fica mais claro para você. Mas quando você pergunta "Por que a vida existe?", as palavras enganam você.
Você está perguntando "Por que a vida é vida?". Você está perguntando "Por que uma rosa é uma rosa?" Você ficaria satisfeito se uma rosa fosse uma margarida? Então você poderia perguntar "Por que uma margarida é uma margarida?" De que maneira você fica mais satisfeito?
Se a vida não existir, você ficará mais satisfeito? Simplesmente imagine você mesmo sem o corpo, sem a mente, um fantasma perguntando "Por que a vida não existe? O que aconteceu com a vida? Por que ela desapareceu?". Essas perguntas sempre irão persistir e perseguir você.
A vida é um mistério. Não existe qualquer porquê, qualquer propósito, qualquer razão. Ela está simplesmente aqui. Aproveite-a ou abandone-a, mas ela está simplesmente aqui. E estando ela aqui, por que não aproveitá-la? Por que desperdiçar seu tempo filosofando? Por que não dançar, cantar, amar e meditar? Por que não se aprofundar mais e mais nessa coisa chamada "vida"? Talvez no centro mais profundo você irá saber a resposta. Mas a resposta vem de uma tal maneira que ela não pode ser expressada. É como um homem mudo que experimenta açúcar. É doce, ele sabe que é doce, mas ele não consegue falar.
Os Budas sabem, mas eles não conseguem dizer. E os idiotas não sabem e seguem falando, seguem dando respostas a você. Os idiotas são muito espertos nesse sentido de encontrar, de fabricar, de manufaturar respostas. Faça qualquer pergunta e eles terão uma resposta para você.
Quando Gautama Buda costumava viajar por este país de um lugar a outro, alguns poucos discípulos iam à frente e anunciavam na cidade: "Buda está chegando, mas por favor não façam aquelas onze perguntas". E uma daquelas onze perguntas era "Por que a vida existe?". Uma outra era "Quem criou o mundo?" Naquelas onze perguntas, toda a filosofia estava contida. Na verdade, se você abandonar aquelas onze perguntas, nada sobra para ser perguntado.
Buda costumava dizer que essas eram perguntas inúteis. Elas não eram respondíveis, não porque ninguém soubesse a resposta. Elas eram irrespondíveis pela própria natureza das coisas.
Um grande filósofo, Maulingaputta, veio até Buda e começou a fazer algumas perguntas... Perguntas após perguntas. Buda ouviu silenciosamente por meia hora. Maulingaputta começou a se sentir um pouco embaraçado porque Buda não estava respondendo, ele estava simplesmente sentado ali, sorrindo, como se nada tivesse acontecido, e ele havia formulado perguntas tão importantes, tão significativas.
Finalmente Buda disse: "Você realmente quer saber a resposta?"
Maulingaputta disse: "Se eu não quisesse, por que eu teria vindo até você? Eu viajei pelo menos mil milhas para vê-lo"..."Por que eu teria vindo de tão longe? Foi um longo sofrimento. Parece que eu estive viajando por toda a minha vida! E você está perguntando se eu realmente quero saber a resposta?"
Buda disse: "Eu estou perguntando de novo: você realmente quer a resposta? Diga sim ou não, porque irá depender muito disso".
Maulingaputta disse "Sim!"
Então Buda disse: "Por dois anos sente-se silenciosamente ao meu lado, não pergunte, não questione, não converse, simplesmente sente-se silenciosamente por dois anos ao meu lado. E após dois anos você poderá perguntar o que você quiser e eu prometo que irei respondê-lo."
Um discípulo, um grande discípulo de Buda, Manjusri, que estava sentado na sombra de uma outra árvore, começou a rir muito alto e começou a rolar pelo chão. Maulingaputta disse: "O que aconteceu com esse homem? Você está falando comigo, você não dirigiu uma simples palavra a ele, ninguém disse nada para ele... Estará ele contando piadas para si mesmo?"
Buda disse: "Vá lá e pergunte a ele".
Ele perguntou a Manjusri. Manjusri disse"Senhor, se você quiser realmente fazer a pergunta, faça-a agora. Essa é a maneira dele enganar as pessoas. Ele me enganou. Eu costumava ser um filósofo tolo, exatamente como você. A resposta dele foi a mesma quando eu cheguei. Você viajou mil milhas e eu havia viajado duas mil milhas."
Manjusri era certamente o maior filósofo, o mais conhecido do país. Ele tinha milhares de discípulos. Quando ele chegou, com ele vieram mil discípulos. Um grande filósofo chegando com seus seguidores.
E Buda disse, "Sente-se silenciosamente por dois anos." E eu me sentei silenciosamente por dois anos, mas então eu não podia fazer uma pergunta sequer. Aqueles dias de silêncio... Devagar, devagar, todas as perguntas foram se desfazendo. E uma coisa eu vou dizer a você: ele manteve sua promessa, ele é um homem de palavra. Após os exatos dois anos, eu tinha me esquecido completamente, eu tinha perdido a noção do tempo, por que quem vai se preocupar em lembrar? Na medida em que o silêncio ficou mais profundo, eu perdi toda a noção de tempo."
"Quando os dois anos se passaram, eu nem estava me dando conta disso. Eu estava curtindo o silêncio e a presença dele. Eu estava bebendo a presença dele. E isso foi tão incrível. Na verdade, no fundo do meu coração eu não queria nunca que aqueles dois anos fossem concluídos, porque uma vez que eles se concluíssem, ele iria dizer: "Agora ceda o lugar para alguma outra pessoa sentar ao meu lado, e você afaste-se um pouco. Agora você já é capaz de estar só, você não precisa tanto de mim. Exatamente como uma mãe afasta a criança quando ela pode comer e digerir por si mesma e não precisa mais se alimentar do peito materno. Assim, Manjusri disse, eu estava esperando que ele se esquecesse de toda essa história a respeito dos dois anos, mas ele se lembrou. Exatamente após os dois anos, ele me disse: "Manjusri, agora você pode formular as suas perguntas". Eu olhei para dentro de mim e não havia nenhuma pergunta, nem ninguém para formular perguntas, era um silêncio total. Eu ri, ele riu, ele deu um tapinha nas minhas costas e disse, "Agora, afaste-se um pouco."
"Assim, Maulingaputta, é por isso que eu comecei a rir, porque agora ele está de novo aplicando o mesmo golpe. E esse pobre Maulingaputta vai se sentar por dois anos silenciosamente e vai se perder para sempre, nunca mais será capaz de formular uma pergunta sequer. Por isso, Maulingaputta, eu insisto: se você quer realmente perguntar, pergunte agora!"
Mas, Buda disse: "Minhas condições têm que ser atendidas."
Então, Patrick, a minha resposta para você é a mesma: atenda às minhas condições, medite, sente-se silenciosamente, simplesmente esteja aqui e todas as perguntas irão desaparecer. Eu não estou interessado em respondê-lo. Eu estou interessado em dissolver as suas perguntas. E quando todas as perguntas desaparecerem, aquele que pergunta também desaparecerá, ele não pode existir sem as perguntas. Quando nenhuma pergunta mais existir, nem aquele que pergunta... quantas bênçãos, quanto êxtase! Neste exato momento, você nem pode imaginar, você nem pode sonhar, você nem pode compreender. Então, todo o mistério da vida se abrirá, mistérios e mais mistérios... e isso não tem fim."
OSHO - The Book of the Books - Tradução: Sw. Bodhi Champak
A vocação deste blog é ajudar os leitores, e o próprio autor, a preparar o terreno para o "estar presente", que acontece somente no momento fugidio do Agora - a porta estreita - de que as tradições falam. A diversidade de temas é proposital e tem dois objetivos: mostrar que não há só uma tradição exclusiva, e, se houver Intento, qualquer situação corriqueira da Vida é adequada para quem busca interiormente, até mesmo a de uma passista no desfile da escola de samba. - Arnaldo Preto
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domingo, 8 de junho de 2014
Por Que Existe Vida?
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domingo, 23 de fevereiro de 2014
O Ministro abriu o jogo
Sempre fui um aficionado pelo mistério, que em mim convive bem com um racional quase cartesiano. Acho que esse fato provoca um equilíbrio entre as duas tendências que atualmente vemos nas pessoas, ceticismo e credulidade. Na página Quem escreve? Por que? neste blog, falo um pouco disso.
Desde cedo, lá por 1960, numa época em que poucos falavam em discos voadores - eu buscava e colecionava informações sobre o assunto, e não tinha com quem conversar a respeito. Na postagem Ciência, Preconceito e Lobby menciono que "um dos meus heróis da adolescência era Charles Hoy Fort, um americano pequeno e bigodudo, citado no livro 'O Despertar dos Mágicos', colecionador de fatos insólitos e anômalos. Tudo o que queriam esconder, ele jogava para cima. Uma figura rara, na esteira do Realismo Fantástico em voga no século passado. Seu livro 'O Livro dos Danados' é o surrealismo do pensar, uma encantadora revolução...
Aos 16 anos, eu, como ele, colecionava as raras notícias da imprensa local e mundial sobre discos voadores (não havia ainda o nome Ovni ou Ufo – era "flying saucer"), e eu já tinha lido o livro 'Os Discos Voadores' (1959) do corajoso comandante Auriphebo Berrance Simões. Ele, além de piloto da extinta empresa aérea brasileira Cruzeiro do Sul, era aerologista formado nos EUA e correspondente da prestigiada revista Time no Brasil e testemunha de aparições de ovnis em seus vôos. Era um outro Hoy Fort.
Aos 25 li 'Eram os Deuses Astronautas' do suíço Erich Von Daniken, desacreditado por muitos na época, e hoje seguido por um batalhão de escritores, admiradores, programas e canais de TV, bloggers e internautas. Na época, sem internet, era difícil encontrar com quem conversar sobre esses assuntos."
Hoje o assunto ovni movimenta uma máquina poderosa dentro da mídia mundial (livros, notícias, congressos, sites, organizações, o diabo...) e com tantas evidências inegáveis pressiona os governos e forças armadas de todo o mundo a admitir e contar o que todos já sabem, pois todos já suspeitam.
As pessoas comuns tem uma resistência enorme a admitir esses fatos por mais evidentes que sejam pois seriam obrigadas a fazer perguntas e pensar. Uma das formas de elas abrirem a cabeça para o tema acontece quando alguém importante, de preferência com um cargo alto em grandes empresas ou governos, faz um depoimento dando crédito ao assunto. Um fato assim aconteceu em circunstâncias parecidas, relatadas na postagem O Mistério da Viagem do Almirante Bird, quando ele falou o que falou.
Então vamos falar disso: um homem sério, ex-ministro de estado de um dos países respeitados do planeta, pôs a boca no mundo numa audiência pública, e abriu o jogo admitindo o que os caçadores de ovnis estão cansados de falar.
O vídeo abaixo foi gravado na audiência pública que aconteceu em Washington, capital dos Estados Unidos, do dia 29 de abril a 3 de maio de 2013. Um dos convidados foi Paul Hellyer, ex-ministro da Defesa do Canadá. Existem alguns trechos importantes nas declarações feitas por Paul Hellyer, que esteve à frente do Ministério da Defesa canadense por 23 anos, durante três diferentes governos. Apesar de isso ter acontecido em maio de 2013, vale a pena ver.
Seguem abaixo alguns trechos fundamentais das declarações de Paul Hellyer. O ex-ministro diz entre outras coisas:
- “Ovnis são tão reais quanto os aviões voando sobre as nossas cabeças”.
- “Esta minha declaração me deu a chance de ser o primeiro líder de primeiro escalão no mundo a falar de uma maneira clara e inequívoca”. E continua dizendo que “reconhece 4 espécies diferentes de seres convivendo conosco neste momento no mundo”.
- “Há ETs vivos na terra neste momento, e pelo menos dois deles trabalham com o governo dos Estados Unidos”.
O vídeo continua e Paul Hellyer diz que o seu interesse é fazer uma revelação completa, ou pelo menos de 98% dos fatos conhecidos.
- “Do mesmo modo que as crianças estão preparadas para em algum dia perceberem que há ilusões que não existem, como a fada-do-dente, os adultos que pagam impostos devem ser considerados preparados para entender esta nova realidade de que vivemos num cosmos cheio de vida, o qual compartilhamos com várias outras espécies”, completa.
Para ele, o fato de que outras espécies são mais avançadas do que nós [humanos] pode nos exigir humildade, mas pode ser um passo importante para a nossa sobrevivência.
- “Temos um sistema econômico terrivelmente tolo no ocidente hoje, e o congresso dos Estados Unidos tem parte da responsabilidade por isso, terei prazer em elaborar mais o assunto caso tenham interesse em ouvir”.
- “Há grupos conduzindo um esquema de acobertamento que inclui o cartel do petróleo, o cartel financeiro e agentes das agencias de inteligência”…
- "Esses grupos não operam apenas nos Estados Unidos, mas em grande parte do mundo ocidental".
- "Temos de nos comprometer a viver em paz com nossos vizinhos, aqui na terra, tanto quanto com nossos “vizinhos do céus”. Temos de nos tornar seres espirituais, e viver de acordo com a regra de ouro: (Fazer aos outros aquilo que queremos que seja feito por/para nós).
- Ele finaliza citando um estudo de um psiquiatra especializado em análise de casos de contatos extraterrestres: “Embora os extraterrestres não sejam eles mesmos “deuses” e muitas de suas atividades não sejam totalmente positivas, muitas vezes eles agem como intermediários, mensageiros, como um elo de ligação com uma consciência superior”.
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domingo, 1 de abril de 2012
24 X 7
O assunto é Presença.
Presença no modo 24X7. E você pergunta: "Então o que faz esse morango aí ao lado?
Presença no modo 24X7. E você pergunta: "Então o que faz esse morango aí ao lado?
Vou explicar:
Acho que resolvi o mistério de “Porque há certas lembranças aparentemente corriqueiras que a gente nunca mais esquece, mesmo que se passem cem anos? E, por outro lado, há outras com jeito de “muito importantes” que a gente não lembra mais daí a cinco minutos, apesar de todo o esforço.”
Tenho sentido e observado muito na Contemplação, e ficou claro para mim que as lembranças que perduram são aquelas que tocaram, mesmo que de leve, uma inteligência e memória que estão por trás do nosso Estar Presente no Agora e fazem parte dele. Algo assim: se eu estou com um nível mínimo de presença dentro de mim, e algo de qualidade, uma cena, um ensinamento, uma lembrança surge na tela dos sentidos, uma alquimia secreta faz a ligação entre as duas coisas de qualidade e pronto, a lembrança fica permanente, guardada no HD da memória, para consultas posteriores ou mesmo aparecendo espontaneamente na tela como um pequeno flash dizendo “olhe eu aqui!”
Estou escrevendo isso por duas razões; primeiro porque não tenho mais nada que fazer nesse dia ensolarado, olhando o verde do mato aqui na minha janela na granja, e já que estou na frente do teclado...
Acho que resolvi o mistério de “Porque há certas lembranças aparentemente corriqueiras que a gente nunca mais esquece, mesmo que se passem cem anos? E, por outro lado, há outras com jeito de “muito importantes” que a gente não lembra mais daí a cinco minutos, apesar de todo o esforço.”
Tenho sentido e observado muito na Contemplação, e ficou claro para mim que as lembranças que perduram são aquelas que tocaram, mesmo que de leve, uma inteligência e memória que estão por trás do nosso Estar Presente no Agora e fazem parte dele. Algo assim: se eu estou com um nível mínimo de presença dentro de mim, e algo de qualidade, uma cena, um ensinamento, uma lembrança surge na tela dos sentidos, uma alquimia secreta faz a ligação entre as duas coisas de qualidade e pronto, a lembrança fica permanente, guardada no HD da memória, para consultas posteriores ou mesmo aparecendo espontaneamente na tela como um pequeno flash dizendo “olhe eu aqui!”
Estou escrevendo isso por duas razões; primeiro porque não tenho mais nada que fazer nesse dia ensolarado, olhando o verde do mato aqui na minha janela na granja, e já que estou na frente do teclado...
Segundo porque me veio à memória, mais uma vez, a lembrança persistente de uma cena que ouvi há uns 30 ou 40 anos num grupo de “busca interior”. Ficou gravada em cores (principalmente o morango), como um filme. Era uma história Zen contada pelo instrutor da época. Vamos lá:
“Um homem andava pela floresta quando sentiu que um lobo o seguia. Apressou o passo, e o lobo atrás, só na espreita... Começou a correr e viu que eram vários lobos, muitos lobos. E “pernas para quem te quero”, como dizia a Dona Josefina.
A certa altura, já exausto, viu que a trilha terminava e estava de frente para um barranco, ou melhor, estava mais para precipício que um simples barranco, e não dava para saltar para baixo de tão alto que era. E os lobos uivando ferozes nos calcanhares.
Então ele, sem pensar, resolveu saltar e agarrar uma raiz mais abaixo para não se estatelar lá no chão. Os lobos ficaram acima uivando, um inferno.
Bem - pensou - agora preciso achar um jeito de ir descendo, e ao olhar para baixo, vejam vocês, viu um tigre esperando. Brincadeira. Apavorado, suando de esforço e pavor, ficou olhando em volta para achar uma saída. Decididamente não era um bom dia.
Nisso, à distância de um braço viu sabe o quê? Um morango, redondinho, pontudo, vermelhinho e perfumado entre as folhas verdes, com aqueles furinhos em volta. Uma cena.
Esticou o braço, pegou o morango e fechando os olhos, levando-o à boca sentiu o azedinho suave, a textura macia, o prazer de estar vivo, dentro de si mesmo, mastigando calmamente, sentindo um gosto inesquecível de morango, segurando uma raiz com a outra mão já doendo, e ouvindo uivos de lobos”.
Acabou.
É... Acabou o conto. Mas não o assunto.
Volta e meia esse conto Zen me volta à lembrança. E eu acho que sei porque. Tenho percebido que não há outra saída para quem quer evoluir de verdade, a não ser a firme, sutil e dedicada intenção de estar presente dentro de si mesmo todo o tempo, a todo instante, 24 horas por dia, 7 dias da semana, sem desculpas esfarrapadas. Presente como o homem ao saborear o morango, apesar da pessão. Não é preciso mais nada, nem livros, nem seminários, conferências, workshops, nada disso. Aliás tenho sempre dito aos meus amigos de busca que a maioria de nós já leu mais do que precisava para o seu despertar. Buda não deve ter lido nada, ou muito pouco, já que a tradição era oral. O que precisamos sim é de agir no Agora, com um bom mestre, um bom ensinamento, energia e Intento. Eu ainda leio porque um bom livro funciona para mim como uma dose extra de motivação para a busca. Puro tesão.
Quando digo 24 horas por dia, você que é uma pessoa sintonizada pergunta: “24 horas por dia? Mas e à noite no sono?”. Os mestres dizem que à noite temos que aprender a estar despertos no sono como faziam e fazem budistas, toltecas e outros, e trabalhá-lo como um mundo de atuação normal, com seres, situações, decisões, projetos, enfim, atuação. O meu prezado Lama Samten disse um dia que organiza o seu dia seguinte ou a semana seguinte no sonho á noite. E confirmando isso, assisti no passado um workshop empresarial de um conhecido palestrante, antropólogo que na sua tese de doutorado esteve na Austrália e disse que “os aborígenes australianos também”sonham a caçada” num ritual na véspera, e no dia seguinte vão apenas “buscar a presa” que já foi caçada antes, no sonho”. Os índios brasileiros também. Todos em modo 24X7.
Eu fico encantado com isso: programar o futuro enquanto dorme, desperto e descansando! Belezura, cumadre.
Nas publicações anteriores O Sonho, Portal da Consciência, O sonho – Visáo Budista, O Sonho – Visáo tolteca e O Sonho e o Rupigwara, falamos muito do assunto. O mestre do Bön Budismo Tenzin Wangyal Rinpoche em seu livro “Os Yogas Tibetanos do Sonho e do Sono” diz que o Sonho é uma área de atividade exatamente como é a vigília acordado. Imagine como se fosse um país estrangeiro. Basta aprender o jeito de viajar para lá, a língua, os costumes, e boa viagem. E como bônus, viver dois mundos num só.
Tenho me proposto esse intento de trabalhar 24X7, inclusive no Sonho, seguindo instruções do mestre Tenzin Wangyal Rinpoche, e tenho notado sutilezas interessantes tanto no sonho como no dia a dia, como se os dois mundos começassem a se relacionar. Talvez por isso tenho me lembrado com frequência do conto Zen do morango. Quem sabe?...
Em breve vamos falar das descobertas e dificuldades de intentar viver a Presença 24X7. Aguardem
“Um homem andava pela floresta quando sentiu que um lobo o seguia. Apressou o passo, e o lobo atrás, só na espreita... Começou a correr e viu que eram vários lobos, muitos lobos. E “pernas para quem te quero”, como dizia a Dona Josefina.
A certa altura, já exausto, viu que a trilha terminava e estava de frente para um barranco, ou melhor, estava mais para precipício que um simples barranco, e não dava para saltar para baixo de tão alto que era. E os lobos uivando ferozes nos calcanhares.
Então ele, sem pensar, resolveu saltar e agarrar uma raiz mais abaixo para não se estatelar lá no chão. Os lobos ficaram acima uivando, um inferno.
Bem - pensou - agora preciso achar um jeito de ir descendo, e ao olhar para baixo, vejam vocês, viu um tigre esperando. Brincadeira. Apavorado, suando de esforço e pavor, ficou olhando em volta para achar uma saída. Decididamente não era um bom dia.
Nisso, à distância de um braço viu sabe o quê? Um morango, redondinho, pontudo, vermelhinho e perfumado entre as folhas verdes, com aqueles furinhos em volta. Uma cena.
Esticou o braço, pegou o morango e fechando os olhos, levando-o à boca sentiu o azedinho suave, a textura macia, o prazer de estar vivo, dentro de si mesmo, mastigando calmamente, sentindo um gosto inesquecível de morango, segurando uma raiz com a outra mão já doendo, e ouvindo uivos de lobos”.
Acabou.
É... Acabou o conto. Mas não o assunto.
Volta e meia esse conto Zen me volta à lembrança. E eu acho que sei porque. Tenho percebido que não há outra saída para quem quer evoluir de verdade, a não ser a firme, sutil e dedicada intenção de estar presente dentro de si mesmo todo o tempo, a todo instante, 24 horas por dia, 7 dias da semana, sem desculpas esfarrapadas. Presente como o homem ao saborear o morango, apesar da pessão. Não é preciso mais nada, nem livros, nem seminários, conferências, workshops, nada disso. Aliás tenho sempre dito aos meus amigos de busca que a maioria de nós já leu mais do que precisava para o seu despertar. Buda não deve ter lido nada, ou muito pouco, já que a tradição era oral. O que precisamos sim é de agir no Agora, com um bom mestre, um bom ensinamento, energia e Intento. Eu ainda leio porque um bom livro funciona para mim como uma dose extra de motivação para a busca. Puro tesão.
Quando digo 24 horas por dia, você que é uma pessoa sintonizada pergunta: “24 horas por dia? Mas e à noite no sono?”. Os mestres dizem que à noite temos que aprender a estar despertos no sono como faziam e fazem budistas, toltecas e outros, e trabalhá-lo como um mundo de atuação normal, com seres, situações, decisões, projetos, enfim, atuação. O meu prezado Lama Samten disse um dia que organiza o seu dia seguinte ou a semana seguinte no sonho á noite. E confirmando isso, assisti no passado um workshop empresarial de um conhecido palestrante, antropólogo que na sua tese de doutorado esteve na Austrália e disse que “os aborígenes australianos também”sonham a caçada” num ritual na véspera, e no dia seguinte vão apenas “buscar a presa” que já foi caçada antes, no sonho”. Os índios brasileiros também. Todos em modo 24X7.
Eu fico encantado com isso: programar o futuro enquanto dorme, desperto e descansando! Belezura, cumadre.
Nas publicações anteriores O Sonho, Portal da Consciência, O sonho – Visáo Budista, O Sonho – Visáo tolteca e O Sonho e o Rupigwara, falamos muito do assunto. O mestre do Bön Budismo Tenzin Wangyal Rinpoche em seu livro “Os Yogas Tibetanos do Sonho e do Sono” diz que o Sonho é uma área de atividade exatamente como é a vigília acordado. Imagine como se fosse um país estrangeiro. Basta aprender o jeito de viajar para lá, a língua, os costumes, e boa viagem. E como bônus, viver dois mundos num só.
Tenho me proposto esse intento de trabalhar 24X7, inclusive no Sonho, seguindo instruções do mestre Tenzin Wangyal Rinpoche, e tenho notado sutilezas interessantes tanto no sonho como no dia a dia, como se os dois mundos começassem a se relacionar. Talvez por isso tenho me lembrado com frequência do conto Zen do morango. Quem sabe?...
Em breve vamos falar das descobertas e dificuldades de intentar viver a Presença 24X7. Aguardem
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sábado, 25 de dezembro de 2010
Quase morri. Voltei. Entendi... (7, de 10)
O Mistério da Vida
“O mistério da vida tem pouco ou nada a ver com a nossa inteligência. O Universo certamente não é mesmo um processo intelectual. O nosso intelecto ajuda, é brilhante; mas é somente com ele que hoje a gente processa, invés de com nossos corações – a parte mais sábia de nós.
O centro da Terra é um grande transmutador de energia, como se vê em filmes sobre o campo magnético da Terra. Ele é nosso ciclo, atraindo almas de volta à reencarnação para completar novo ciclo. O sinal de que você está atingindo o nível humano, é quando começa a desenvolver a consciência individual. Os animais têm uma alma grupal, e reencarnam em grupos de almas. Mas ao se tornar um ser humano (não importa se um humano deformado ou um gênio), mostra que você está no caminho do desenvolvimento de uma consciência individual. E isto faz parte da consciência de grupo ao qual chamamos de humanidade.
Vi que as raças são conglomerados de personalidades. Nações como França, Alemanha e a China têm cada uma sua personalidade. Cidades têm personalidades e grupos de almas que atraem certas pessoas. Famílias têm grupo de almas; e a personalidade individual ali se desenvolve como ramificações de um fractal: a alma grupal se explora e se autodescobre em nossa individualidade. E as diferentes questões que cada um tem, são muito, muito importantes. É uma forma pela qual a Mente de Deus pode explorar e descobrir a si mesma – através de você. Faça então as suas perguntas, realize as suas pesquisas. E encontrará o seu Eu e Deus neste Eu, porque só existe um Eu (divino)“.
“O mistério da vida tem pouco ou nada a ver com a nossa inteligência. O Universo certamente não é mesmo um processo intelectual. O nosso intelecto ajuda, é brilhante; mas é somente com ele que hoje a gente processa, invés de com nossos corações – a parte mais sábia de nós.
O centro da Terra é um grande transmutador de energia, como se vê em filmes sobre o campo magnético da Terra. Ele é nosso ciclo, atraindo almas de volta à reencarnação para completar novo ciclo. O sinal de que você está atingindo o nível humano, é quando começa a desenvolver a consciência individual. Os animais têm uma alma grupal, e reencarnam em grupos de almas. Mas ao se tornar um ser humano (não importa se um humano deformado ou um gênio), mostra que você está no caminho do desenvolvimento de uma consciência individual. E isto faz parte da consciência de grupo ao qual chamamos de humanidade.
Vi que as raças são conglomerados de personalidades. Nações como França, Alemanha e a China têm cada uma sua personalidade. Cidades têm personalidades e grupos de almas que atraem certas pessoas. Famílias têm grupo de almas; e a personalidade individual ali se desenvolve como ramificações de um fractal: a alma grupal se explora e se autodescobre em nossa individualidade. E as diferentes questões que cada um tem, são muito, muito importantes. É uma forma pela qual a Mente de Deus pode explorar e descobrir a si mesma – através de você. Faça então as suas perguntas, realize as suas pesquisas. E encontrará o seu Eu e Deus neste Eu, porque só existe um Eu (divino)“.
Almas-Gêmeas
“Mais do que isso, comecei a ver em cada um de nós, humanos, que somos almas-gêmeas. Somos parte da mesma alma que se fraciona em diversas e criativas direções, mas ainda assim é a mesma alma. Agora quando olho para qualquer ser humano vejo uma alma gêmea, minha alma gêmea, àquela que sempre procurei. A maior alma gêmea que você irá encontrar é você mesmo.
Somos todos masculinos e femininos. Vivemos isso no útero materno e nos estágios de reencarnação. Se você procura por uma alma-gêmea definitiva fora de você, pode ser que jamais a encontre, pois ela não está lá. Assim como Deus não está “lá”. Deus está aqui. Não procure Deus fora. Busque Deus aqui. Olhe para o seu Eu. Procure pelo maior caso de amor que você jamais teve… com você mesmo. A partir daí você passará a amar tudo”.
ATENÇÃO!: Você leu o capítulo 7 do ciclo de 10 postagens (diárias) sobre a experiência de "Quase Morri. Voltei. Entendi..."! Recomendamos ler desde o início da série - Introdução - para fazer sentido. Boa leitura!
AMANHÃ: Capítulo 8 - "Ida e Volta ao Inferno"
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domingo, 28 de novembro de 2010
O corpo, o Ser, a saúde...
O corpo físico é a ponta do iceberg do Ser.
Parece frase de mestre, né? E é mesmo. O corpo físico, visível, já sozinho é um baita mistério. Que dirá o Ser. Pergunte para os bons médicos qualquer coisa do nosso funcionamento fisiológico e você vai ver: lá está o mistério. E mais, um mistério consistente, coerente, em perfeito equilíbrio. O Ser então nem se fala. Aquilo sim é que é Magia.
A relação entre o corpo físico e os outros corpos que formam o restante do Ser, é um circuito de mão dupla. Envia e recebe influências. A tradição hermética que é matriz da Medicina (na Mitologia Grega, Hermes - ou Mercúrio - é o pai) diz que uma doença só se instala no corpo físico depois que já nasceu e existe nos outros corpos, vinda de outras vidas até, talvez. E geralmente começa no emocional, principalmente as kármicas e velhas feridas do passado. O DNA é só um veículo, segundo os novos cientistas e pesquisadores, já graças a Deus mais integrados com o Espírito. Aliás, ainda bem que esse momento chegou, ninguém mais aguenta médico descrente no Invisível. Nem eles mesmos.
Mas nesse circuito uma das entradas da cura é o físico. Mesmo que uma doença tenha suas raízes em outros corpos não físicos ou outras vidas e possa ser tratada pelos métodos não convencionais, cada um de nós tem obrigação de ter um mínimo de conhecimento do corpo físico e das possíveis prevenções e curas naturais, por nutrição (alimentos, plantas, sais, homeopatia), desintoxicação física, emocional e mental (energia das mãos, acupuntura, cinesiologia, respiração, Qigong). Atualmente os antropólogos e terapeutas estão redescobrindo o que o Xamanismo pratica desde o alvorecer da Humanidade, o resgate da alma da pessoa, "partes" da alma que se perderam devido a traumas na vida (acidentes, agressões, guerras, mortes, abusos) e também do espírito auxiliar, que o cristianismo chama também de anjo da guarda. A Medicina tem que ser integrativa e abrangente, senão estamos condenados a essa coisa tecnológica e especializada que se vê hoje por aí, altamente mercenária por ter se deixado levar pelo business capitalista. Às vezes a cura está à mão, ao lado, e não vemos. Você tem que ser o seu médico, diziam Hipócrates, Paracelso, Hahnemann, Don Juan e outros, com todo o respeito aos médicos de profissão, que por sua vez deveriam ter uma formação holística para melhor entender e tratar a doença. Já foi um avanço a duras penas a aceitação oficial da Homeopatia, Acupuntura, Shiatsu, Do-In, Moxa, mas falta muito para a aceitação do milenar Xamanismo, presente nas tradições do globo inteiro, cuja eficácia já está comprovada há muitas décadas pelos antropólogos e psicoterapeutas menos preconceituosos e classistas.
Outro dia conversava eu num parque com uma amiga que dizia sofrer de cólicas menstruais e, enquanto conversávamos, peguei o remédio que crescia junto com a grama, ali mesmo. Ela achou que eu estava de gozação. Mas tomou e curou a diabólica TPM. Eu sou um curador frustrado. Quando li o livro “A vida Secreta das plantas”, uma pérola rara, falando entre outros de George Washington Carver, negro americano que foi ministro da saúde, tive uma inveja danada. Quando menino ele já agia como um xamã, madrugava a conversar com as plantas na floresta e sabia tudo como um bom índio hierbero. Há outra pérola rara sobre a cura, no livro O Resgate da Alma da grande xamã e psicoterapeuta americana Sandra Ingerman. Um livro tocante e uma delícia de se ler. Mas ainda há tempo para estudarmos essa coisa intrigante e maravilhosa que é a cura, quem sabe?...
A frase Mente sã em corpo são até faz sentido no Budismo, onde Mente tem uma conotação mais ampla que a habitual e abrange quase tudo. Mas eu prefiro a afirmação Corpo são em Ser são. Essa coisa de unidade, integralidade é essencial. Eu não sei o quanto uma coisa ajuda a outra, mas Saúde, Amor e Busca Interior andam de mãos dadas.
O grande Guimarães Rosa no ‘Grande Sertão Veredas’, uma obra de profunda Alquimia, disse: - Qualquer amor é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura.
Pois é, e para a gente amar é preciso no mínimo de um pouco de saúde. É um círculo virtuoso, uma espiral para cima...A relação entre o corpo físico e os outros corpos que formam o restante do Ser, é um circuito de mão dupla. Envia e recebe influências. A tradição hermética que é matriz da Medicina (na Mitologia Grega, Hermes - ou Mercúrio - é o pai) diz que uma doença só se instala no corpo físico depois que já nasceu e existe nos outros corpos, vinda de outras vidas até, talvez. E geralmente começa no emocional, principalmente as kármicas e velhas feridas do passado. O DNA é só um veículo, segundo os novos cientistas e pesquisadores, já graças a Deus mais integrados com o Espírito. Aliás, ainda bem que esse momento chegou, ninguém mais aguenta médico descrente no Invisível. Nem eles mesmos.
Mas nesse circuito uma das entradas da cura é o físico. Mesmo que uma doença tenha suas raízes em outros corpos não físicos ou outras vidas e possa ser tratada pelos métodos não convencionais, cada um de nós tem obrigação de ter um mínimo de conhecimento do corpo físico e das possíveis prevenções e curas naturais, por nutrição (alimentos, plantas, sais, homeopatia), desintoxicação física, emocional e mental (energia das mãos, acupuntura, cinesiologia, respiração, Qigong). Atualmente os antropólogos e terapeutas estão redescobrindo o que o Xamanismo pratica desde o alvorecer da Humanidade, o resgate da alma da pessoa, "partes" da alma que se perderam devido a traumas na vida (acidentes, agressões, guerras, mortes, abusos) e também do espírito auxiliar, que o cristianismo chama também de anjo da guarda. A Medicina tem que ser integrativa e abrangente, senão estamos condenados a essa coisa tecnológica e especializada que se vê hoje por aí, altamente mercenária por ter se deixado levar pelo business capitalista. Às vezes a cura está à mão, ao lado, e não vemos. Você tem que ser o seu médico, diziam Hipócrates, Paracelso, Hahnemann, Don Juan e outros, com todo o respeito aos médicos de profissão, que por sua vez deveriam ter uma formação holística para melhor entender e tratar a doença. Já foi um avanço a duras penas a aceitação oficial da Homeopatia, Acupuntura, Shiatsu, Do-In, Moxa, mas falta muito para a aceitação do milenar Xamanismo, presente nas tradições do globo inteiro, cuja eficácia já está comprovada há muitas décadas pelos antropólogos e psicoterapeutas menos preconceituosos e classistas.
Outro dia conversava eu num parque com uma amiga que dizia sofrer de cólicas menstruais e, enquanto conversávamos, peguei o remédio que crescia junto com a grama, ali mesmo. Ela achou que eu estava de gozação. Mas tomou e curou a diabólica TPM. Eu sou um curador frustrado. Quando li o livro “A vida Secreta das plantas”, uma pérola rara, falando entre outros de George Washington Carver, negro americano que foi ministro da saúde, tive uma inveja danada. Quando menino ele já agia como um xamã, madrugava a conversar com as plantas na floresta e sabia tudo como um bom índio hierbero. Há outra pérola rara sobre a cura, no livro O Resgate da Alma da grande xamã e psicoterapeuta americana Sandra Ingerman. Um livro tocante e uma delícia de se ler. Mas ainda há tempo para estudarmos essa coisa intrigante e maravilhosa que é a cura, quem sabe?...
A frase Mente sã em corpo são até faz sentido no Budismo, onde Mente tem uma conotação mais ampla que a habitual e abrange quase tudo. Mas eu prefiro a afirmação Corpo são em Ser são. Essa coisa de unidade, integralidade é essencial. Eu não sei o quanto uma coisa ajuda a outra, mas Saúde, Amor e Busca Interior andam de mãos dadas.
O grande Guimarães Rosa no ‘Grande Sertão Veredas’, uma obra de profunda Alquimia, disse: - Qualquer amor é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura.
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