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domingo, 27 de novembro de 2011

Para Que São As Universidades?

Imagem do Livro A Escola dos Deuses
Em nosso artigo "A Universidade para o Desenvolvimento do Ser Integral" falamos de uma revolução silenciosa que está se propagando de uma forma espontânea, viral, mas curiosamente orquestrada por uma estrutura onipresente de Energia em todo o planeta. Há centenas, milhares de evidências. Quer alguns nomes? Educação Proibida, Thrive Movement, Team Energy, Escola dos Deuses, Future Leaders for the World, Damanhur, Tamera - a Aldeia Solar, Centro de Educação Espiritual – Robert Happé, e por aí afora...Essa revolução concilia a tradição esotérica com o desafio de estar nesse mundo atual, que está cansado de paradeira, de cristalização, de politicamente correto. Preparem-se para os solavancos das mudanças...
Stefano D'Anna, autor do livro “A Escola dos Deuses”, um dos agentes dessa mudança, fala então de Universidade, Educação, Sonho, e da busca interior do Si Mesmo:
“As universidades do futuro farão o que as universidades hoje não fazem: ensinar os jovens a autodescoberta, autoconhecimento, a arte de sonhar, a finalidade maior para elevar seu ser, e para se tornarem mestres de suas próprias vidas. Não há nada mais importante.
Em Londres a conferência patrocinada pelo Times e organizado por Goodenough College (Universidade Boa O Bastante) e do Institute of Ideas, onde o mais alto calibre de especialistas de comunidades políticas, financeiras e acadêmicas em todo o mundo, após três dias de debate apaixonado, tentou dar uma resposta a uma das questões mais cruciais do nosso tempo: para que são as universidades?
Estamos tão acostumados a falar sobre elas - para enviar os nossos filhos lá, ou trabalhar, estudar e ensinar lá, que nós damos por suposto a resposta a esta questão espinhosa, que está no cerne da missão acadêmica, e sobre a qual talvez o futuro da nossa civilização trava. Até agora, escritores, filósofos, educadores, políticos e reitores não encontraram clareza sobre o tema, mas em uma coisa todos podemos concordar: sobre o estado deplorável em que o sistema de ensino universitário e em geral o ensino ocidental de nível superior, reduziu-se: A carga é pesada, as escolas são provincianas, e reduzidas a ginásios mentais, e com muita freqüência, a nada que não seja absolutamente achar trabalho e sobrevivência.
De acordo com os resultados da conferência do Times, as universidades tiram o potencial precioso e vital de mentes jovens e transformam os alunos, em preenchedores de postos de trabalho - pessoas que simplesmente preenchem um papel, e pessoas com mentalidade de um empregado, preocupado com nada mais do que encontrar um emprego e sobreviver.
A acusação não é nova. Universidades que nasceram para ser forjadores de seres com integridade, e escolas de fato para os indivíduos - de quem a sobrevivência de toda a civilização depende - são reduzidas a escolas dependentes de empresas que produzem uma espécie de empregados, homens e mulheres, assustados e despreparados. Eles não estão preparados não só porque eles não têm idéia do que acontece no mundo real, mas acima de tudo, porque eles não sabem quem são. Apenas alguns anos atrás, ouvi do outro lado do Atlântico - em Boston - alarmes soando depois de uma investigação do governo sobre a qualidade do ensino na Universidade de Harvard. O somatório é tão pesado como chumbo: "Nós confiamos os nossos jovens a Harvard para voltar como seres com corações de pedra". A conclusão amarga é que, apesar do progresso científico e material, milênios depois, estamos muito atrás em relação ao sonho de Platão e sua idéia maravilhosa da Academia.
Universidade significa etimológicamente Em direção à Unidade. Esse modelo de escola, os institutos de ensino superior, que muito mais tarde na época medieval seriam chamado de universidades, são escolas de pensamento que foram desenvolvidas em torno de um mestre, presumindo proximidade com os seus discípulos e tendo lugar em locais encantadores escolhidos para a magia de sua história, posicionados perto fontes de água ou rios.

A Escola de Athenas
Não por acaso, a primeira universidade que conhecemos, a Academia, fundada por Platão, foi localizado perto do Cefiso. A Faculdade, a leste do campus, foi localizada entre as águas dos rios Eridano e a escola Cinosarge ao sul da cidade, o lugar onde o Antístene ensinou, e estava perto das águas do Ilisso. Além de ser um símbolo da vida e da consciência, foi usado para o banho ritual das pessoas. Nestas escolas, a cultura do corpo e do espírito são dois perfis de uma mesma realidade indivisível. Lamentavelmente, não só o Sonho de Platão se perdeu nas areias do tempo, mas mesmo o seu sentido original, ou  etimon - o significado embutido na própria raiz do seu nome Universidade - uni-versus - que significa em direção à unidade. A universidade deve ser uma escola de integridade.

A Primeira Educação
Uma vez que as raízes foram cortadas a partir do modelo ideal grego, os valores que inspiraram o seu nascimento também secaram, e a universidade tornou-se seu próprio oposto, sem nem mesmo mudar o seu nome. Instituições modernas, reduzidas a instituições sem alma, são tão comparáveis às universidades reais como a Inquisição era para o Cristianismo Primitivo. Alunos e famílias aceitam tudo isso com um calmo desespero. Que absurdo gastar um quarto de nossas vidas na escola e universidade e deixar o nosso tempo todo escapar sem saber nada sobre o "Ser" - nem sequer suspeitar o poder que os nossos estados de espírito e emoções têm na determinação dos eventos e circunstâncias da nossa vidas.
A Escola pode ser chamada de primeira educação – mas aquela que todos nós recebemos não nos fornece qualquer sentido da distinção entre o que é externo eo que é interno, nem nos preparar para gerenciar nossos pensamentos, ou para ser conscientes de nossas emoções. Nossa existência é executada então ao longo de duas vias paralelas: "eventos" que são a seqüência de fatos e circunstâncias que vêm em nossa direção no tempo, e "estados" que são os impulsos do nosso espírito, humores e emoções, e que são atemporais - surgindo dentro de nós na maior parte despercebidos e até mesmo inconscientes. A história pessoal de um homem é, portanto, composta de eventos externos, mas mais ainda, de circunstâncias internas, emoções e pensamentos. Sem qualquer intenção deliberada, a cultura comum tem relegado as emoções, sentimentos e pensamentos para a esfera efêmera e intangível de mitos, fábulas e sonhos comuns, considerando-os como fenômenos distintos e extremamente distantes do que é comumente chamado de realidade.


Um Programa de Universidade com Alma
A conferência realizada em Londres, foi valorosa o suficiente para declarar a arte da descoberta do Si Mesmo como o elemento central na educação do futuro, mas foi inútil olhar através de suas conclusões para uma resposta para a pergunta: "Como?". Exatamente como poderiam universidades reais se transformarem em escolas socráticas? Que dedo divino irá inscrever nos tímpanos dos campi modernos o lema eterno de Delfos: Conhece a ti mesmo? Com que programas, métodos e docentes isso ocorrerá?
No crepúsculo do panorama ocidental acadêmico, só há uma luz que pode orientar o caminhante solitário. Um estudante que busca, como Diógenes procurava o individuo, buscaria um Programa de Universidade com alma - onde a formação da pessoa é o centro de toda atividade, e onde a auto-conhecimento é a principal prioridade. Em tal programa, o assunto principal é a Arte de Sonhar - a capacidade de desenvolver um senso de grandeza, para nutrir e arcar com a responsabilidade de sonhos impossíveis, para transformá-los no possível, e então, finalmente, em algo inevitável. Isso existe no programa
Futuros Líderes para o Mundo para graduar em criatividade e em filosofia os bolsistas, selecionados nas melhores universidades da Turquia para serem os futuros líderes de seu país. Eles apresentaram suas teses finais, com reflexões e idéias sobre negócios, liderança corporativa e todos os aspectos da vida.

Ex Duco
Este programa, projetado exclusivamente para preparar uma nova geração de líderes visionários para o mundo, começou na Turquia, teve uma edição recente na Itália, e está se espalhando rapidamente para países como Argentina e Grécia. O seu princípio fundador começa com a lembrança do significado esquecido da palavra educação, que é uma raiz latina de ex-duco, significa literalmente conduzir para fora. A pedagogia do programa não é voltada para transferir um conjunto já feito de convicções e crenças, nem para dar aos alunos todo o conhecimento livresco, imposto de fora e igual para todos. Na Itália,
onde o gênio e excelência criaram o Renascimento italiano, o programa teve lugar há poucos dias no Lago Como, com vários brasileiros participando. 
Nesse espírito, o programa Futuros Líderes para o Mundo nasceu para promover idéias mais elevadas e para ensinar seus alunos a superar limites internos, e cultivar o pensamento independente e uma verdadeira paixão pela liberdade e grandeza. Arte, música, teatro, filosofia e a busca da verdade serão as ferramentas utilizadas neste programa para ampliar a visão, e para trazer à luz as qualidades interiores, as idéias e os valores de um futuro líder visionário.
A Universidade tem de propor um sistema de idéias essenciais capazes de interpretar o mundo, revelando a verdadeira condição do homem e apontando o caminho para sua possível evolução.

A Segunda Educação
A revolução individual, anunciada pela Escola dos Deuses já começou e, a partir de uma centelha se tornará uma chama, e é capaz de colocar o planeta em chamas e se espalhar por todas as escolas e universidades como a pedagogia do futuro. É a pedagogia que o Dreamer chamou de  Segunda Educação."


A boa notícia é que  o programa Futuros Líderes para o Mundo deve vir ao Brasil em 2012.

"Eu sonhei com uma revolução.
Eu sonhei com uma escola que me lembra
que o "Sonho" é a coisa mais concreta que existe.
Eu sonhei com uma nova geração de líderes,
capazes de harmonizar antagonismos aparentes da velhice:
Ética e Economia,
Ação e Contemplação,
Poder Financeiro e Amor
"

domingo, 30 de outubro de 2011

A Universidade para o Desenvolvimento do Ser Integral

Você pensava que não existia, não é? Mas está nascendo. No Brasil e no mundo. As antigas tradições dizem que a evolução humana só ocorre se for ao mesmo tempo desenvolvida em dois eixos do ser humano: o do Saber e o do Ser. O do Saber já estamos cansados de ver graças aos indevidamente incensados gregos antigos, pois foi esse o conhecimento unilateral que gerou a universidade ocidental que está aí: somente conhecimento intelectual, e muito pouco de Ser, experiência interior, conhecimento de si, do outro, de Gaia (este ser vivo que chamamos de Terra), do Cosmo. Muito pouca meditação, lembrança de si, compaixão, e estar no Agora.
A universidade que está aí não serve nem ao seu pai, o capitalismo: os fundadores e dirigentes das empresas expoentes mundiais do sucesso, da tecnologia e da informação, que são o Joi Ito do Media Lab, Steve Jobs da Apple, Bill Gates da Microsoft, Zuckerberg do Facebook,  Jack Dorsey do Twitter, foram ou são o que normalmente classificamos de "vagabundos" que fugiram da universidade. E tem, ou tinham, um certo orgulho disso.
O eixo do Ser também não freqüenta a universidade que está aí. Freqüenta, sim, mosteiros no oriente, grupos de busca interior nas grandes cidades, ashrams de gente como Aurobindo, Rajneesh e outros,  e sobrevive em algumas poucas tradições autênticas. Somente nos últimos 50 a 60 anos é que os dois eixos juntos começaram a influenciar de fato o “ocidente europeu e americano”. Isso já faz parte do período de 180 anos críticos (1957-2137) onde "a cobra vai fumar" na Terra (rsrs), mas haverá "grandes possibilidades no céu", segundo os astrônomos e cronógrafos autênticos como Nostradamus, Daniel Ruzo e outros.  A partir dessa influência algumas pessoas começaram a se questionar de forma crescente: “por que não integrar e harmonizar esses dois eixos dentro da nossa vida, do nosso interior, da Universidade?”. Sim, uma Universidade comprometida com o desenvolvimento Integral do Ser, ou do Ser Integral, dá no mesmo: Saber e ser, luz e sombra, Ying e Yang. A coisa está no ar...
E eu, o escriba, (dona Josefina e Dotô Manoel iam ficar orgulhosos), com mais vinte e poucas pessoas, tive o orgulho de ser convidado a participar da reunião inicial do projeto no Brasil, que nasceu na Natureza, num canto tranqüilo e bucólico em pleno Parque Ibirapuera em Sampa, em meio ao verde e aos passarinhos cantando. “Um bom augúrio” como diria Don Juan a Castaneda.
Quer lugar mais significativo e equilibrado no meio da correria da grande cidade paulistana?
A data? Doze de outubro. Um feriado. Mais alegria que trabalho no ar. A mesma data da Descoberta da América, da Virgem Aparecida, e do Dia das Crianças. À tardinha ela nasceu, num momento mágico em que todos se abraçaram em círculo como uma roda de crianças indígenas com o intento de trazê-la à luz. Com o sol no início da Casa 7, é “a universidade feita para o outro”, o próximo, o meu semelhante, o objeto potencial da minha compaixão, e ao mesmo tempo o desafio de convivência para o meu Ego mesquinho, cheio de auto importância. O outro é o meu espelho. O outro sou eu mesmo.
Os participantes?  Vinte e dois. Como o Tarot. Vinte duas figurinhas carimbadas. Tem de tudo: psicólogo, filósofo, astrólogo, administrador, xamã, ator, engenheiro, advogado, médico, sociólogo, consultor, e por aí afora...tem até professor (rsrs)
As idéias? Maravilhosas. Vindas lá do fundo do baú de sonhos de cada um. Na verdade, mais perguntas que respostas, porque esse grupo de loucos sonhadores sabe muito bem o que não quer. Daí a fazer o filho, porém, é uma distância cósmica. Tem no mínimo que ter um Grande Sonho, como diria O Dreamer, no livro A Escola dos Deuses. Para essa empreitada temos que imaginar não como vai ser o mundo no futuro, mas sim que mundo nós queremos no futuro, e arregaçar as mangas. Fazer, e não aguardar acontecer. Sem perder tempo, mas sem pressa. Coisa de gente grande...
Rilke, o grande poeta alemão dizia que “para um só sucesso, é preciso uma constelação de eventos”. E foi assim. A idéia já vem pairando há décadas como uma nuvem de energia descendo sobre o planeta, e as pessoas vem recebendo gratuitamente os seus raios aqui e acolá e, sentindo-se inventores da coisa, cada um pensando com seus botões “Eu vou criar isso. Eu sou mesmo uma pessoa criativa...” E deixe o Ego atuar, contanto que saia coisa boa.(rsrs)
A coisa está no ar, sim. Podemos sentir, quase tocar. Uma sincronicidade danada: um participante já tinha tentado trazer a ESE – European School of Economics (do livro a Escola dos Deuses) para o Brasil, outro já está trocando figurinhas com acadêmicos de modelos de universidades parecidos no mundo todo, outra estava na Europa participando do início de um projeto semelhante para formar jovens líderes incorruptíveis para planejar e dirigir o futuro que se avizinha, outro está pensando em trazer um projeto de um monge tibetano radicado nos EUA, outra fazendo contatos com o modelo “Educação Proibida” trazida na onda de Matias de Stefano e as crianças índigo. Um espanto. E então a Chris, que deve ser bruxa, sentiu o momento e juntou esse povo todo...
Certo estava Carlos Castaneda quando afirmava que o conhecimento mágico tolteca tinha que se encontrar com a Universidade. Foi o que ele começou a fazer como antropólogo e escritor na Universidade da Califórnia. E é nossa tarefa continuar. Participar disso é um presente. Um luxo.
Como insinuamos nas postagens “Sun Gazing, a medicina gratuita do futuro” e “O sol, poder e quietude”, o conhecimento entre o Ocidente e o Oriente tem que se fundir, o xamanismo tem que chegar à universidade, a Ciência tem que se casar com a Espiritualidade. A Medicina Oriental com a Ocidental. A luz com a sombra. O lado esquerdo do cérebro com o direito. Razão e sensibilidade. A convergência já é sensível no mundo: como dissemos ao apresentar o vídeo “Universo ou Multiverso”, a dupla Don Juan e Castaneda disse nos anos 70 exatamente o que a ciência de vanguarda está dizendo agora na Teoria das Cordas: “o Universo é composto de uma infinidade de mundos como o nosso, convivendo simultaneamente. Podemos acessá-los a partir do Sonhar, do sonho lúcido”.
Esse sonho de uma nova universidade está na minha cabeça desde quando vi nos anos 70 o presidente Nixon ir à China numa viagem de quebra de protocolos e início do fim da guerra fria e, pasmem, assistir a uma cirurgia de cérebro de um operário chinês, acordado e sedado por Acupuntura, conversando com o médico, sem remédios nem anestesia, e chupando uma laranja. Parecia brincadeira. Era o Invisível tomando conta da cena. Os médicos ocidentais quase tiveram um infarto.
A reunião inicial do grupo foi um “toró de idéias” de quatro horas. Mais questões que idéias. A universidade que está aí hoje é um reflexo da paisagem que se quer evitar, esse Kali Yuga em que estamos vivendo: o capitalismo imoral desenfreado, a corrupção endêmica que já atingiu tudo, até a Justiça e a Religião, a política arrogante, classista, cínica e sarcástica, a valorização do ter e do consumismo que ameaçam a sustentabilidade, da aparência ao invés do conteúdo, a indiferença suicida com relação ao aumento da população (7 bi, amanhã), o uso dos combustíveis fósseis, o meio ambiente aviltado, enfim o endeusamento do Ego ao invés do culto da Essência, do Humano, do individual antes do social, da compaixão em lugar da competição.
Não é uma crítica, não. Se está aí, é porque É. Porque nos correspondeu até hoje. Mas se agora nos escandaliza, é porque não corresponde mais. Então vamos mudar, ora essa...
E o grupo iniciante tem que fazer a lição de casa para que o Sonho passe para a universidade: as reuniões, atividades e decisões iniciais deveriam ser gestadas dentro de um ambiente interior de presença dentro de cada um, de Vazio, de ausência de Ego, de lembrança de si mesmo, de Sonho, e então intentar que esse espírito perpasse luminoso para o grupo e para a universidade que está para nascer. Aliás já nasceu, segundo o Rodrigo..
Só assim a universidade vai fazer jus ao nome forte, quase sagrado: UNIVERSIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DO SER INTEGRAL. Uma universidade que integre os 2 lados do cérebro e os dois sistemas econômicos , como preconiza Matias de Stefano, o jovem índigo. Vixe! Só assim o Sonho vai se infiltrar e seduzir o espírito dos alunos de uma Nova Era.
Os desafios, dúvidas e perguntas iniciais são muitos. Vamos agora trazê-los do sonho para o papel e trabalhá-los. Muito. Um bom exercício é responder às perguntas: O que é? Como? Porque? Quando? Para quem? De quem? Com quem? Com que?
Então vamos lá, companheiros de jornada:
·        Qual é na sua visão, o Sonho dessa escola, que descendo dos níveis mais sutis vai plasmar concretamente a realidade, a individualidade dela como universidade?
·        Qual o seu nome, marca, logo, identidade visual ligada à sua essência mais íntima?
·        Qual a Missão dela? Objetivos, Postura, Desafios, Ameaças, Oportunidades, Plano de ação, Receitas, Cronogramas
·        Qual a base conceitual, filosófica e concreta desse empreendimento?
·        Como ela se relaciona com as verdades das tradições autênticas do planeta, desenvolvidas nesses milhares de anos pela humanidade?
·        Como integrar essas tradições diversas num todo harmônico baseado nos princípios imutáveis do universo e do homem, sem os atritos, divergências e preconceitos de praxe do mundo moderno?
·        Quem são as pessoas, entidades e comissões que vão alimentar, definir e prover os conceitos de uma empreitada dessa envergadura?  
·        Quais serão suas ligações, paradigmas e modelos com entidades semelhantes no exterior? Como ela vai se relacionar com elas, suas irmãs estrangeiras?
·        Quem vai avaliar e aprovar parcerias? Como?
·        Qual é o modelo dinâmico de aluno, de professor, de estrutura, de gestor?
·        Quem vai definir os currículos gerais e específicos?
·        Quem, como (e se) serão mobilizados terceiros para serem obtidos os fundos necessários à sua existência, sem interferências nos objetivos da entidade? Como?
·        Ela estará fora do MEC (Ministério da Educação e Cultura) no Brasil? Em princípio sim, a menos que o ministério mude. Quais as implicações de uma coisa ou outra?
·        Ela terá formato de Fundação? ONG?
·        Quais são as outras perguntas pertinentes que não fizemos?
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Axé! (energia, poder, força – na língua iorubá)