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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Transmutação biológica, Alquimia, Louis Kervran, e o escambau

Nos primórdios deste blog  tocamos de leve nesse assunto: agora vamos aprofundar um pouco, mas sempre com simplicidade pois a gente desconfia de tudo o que é complicado, pois além de ser chato de ler, é sempre duvidoso na essência: a Verdade é sempre simples. Vamos então tocar na magia do Invisível, tagarelar, e praticar o nosso esporte favorito: sentar o pau nos cientistas arrogantes, ao mesmo tempo vítimas e réus do pecado capital do orgulho. Aliás, tempo atrás, lemos que o papa Gregório Magno que organizou o elenco dos 7 pecados capitais a partir da experiência prática do monge Evágrio Pôntico no deserto, teria dito que o orgulho era um pecado que valia por dois. Estava certo, um pecado solar vale mais mesmo (rsrs).
Antes de mais nada, porém, vamos falar de o que é transmutação e depois, transmutação biológica. Como dizia aquele mascate falante do passado, promovendo o seu produto na calçada da rua: “transmutação biológica é uma coisa que qualquer criança por mais analfabeta e ignorante, conhece. Veja aqui o cavalheiro... “ (rsrs). Aliás Fulcanelli, que entre outros livros, escreveu "O Mistério das Catedrais", disse, simbolicamente, como outros alquimistas, que "a transmutação é simples como coisa de mulher e brincadeira de criança".
Transmutação: é a transformação de qualquer coisa em outra diferente. O termo é mais aplicado cientificamente para os elementos químicos, como oxigênio, ouro, ferro, chumbo, etc., mas era aplicado também na Alquimia, quando afirma transformar metais comuns em ouro.
Então quando por exemplo o potássio é transformado em sódio, há uma transmutação. George Ohsawa, o fundador da Macrobiótica afirmou, nos anos 40, que isso acontecia dentro do ser humano no processo Yin-Yang, mas como não era um cientista, e não usou um Espectrógrafo de Massa num experimento “científico”, ninguém deu bola para ele. Foi a mesma coisa com Einstein, Louis Kervran e outros. Aliás Ohsawa e Kervran trocaram cartas sobre o tema (na época não havia email)
A transmutação é possível? Sim, é. Se considerarmos que toda a matéria conhecida (menos a anti-matéria que é  outra história) é composta de átomos que tem prótons e nêutrons no núcleo e elétrons nas órbitas (como um sistema solar em miniatura), basta mudar o núcleo do átomo e pronto: surge outro elemento. Potássio vira sódio, ferro vira magnésio, chumbo vira ouro. Mas note bem: isso é diferente de combinar um átomo com outros, como por exemplo para formar substâncias como a água, a partir de oxigênio e hidrogênio. Este caso é uma combinação química comum e não transmutação (mas não menos fascinante) . Essa combinação de duas coisas formando uma terceira, ocorre nos átomos que se juntam (ligações atômicas), e não no núcleo de um átomo, entre prótons e nêutrons.
Mas você pergunta: Isso é magia? Sim e não: é aparentemente sim se considerarmos que essa sabichona chamada ciência ocidental não sabe de fato o que é a essência de coisas como por exemplo a luz, eletromagnetismo, gravidade, mas se aproveita e trabalha com seus efeitos conhecidos, sem fazer muita pergunta, porque não adianta fazer mesmo, se se usar o intelecto (e não a Presença integral) como ferramenta de busca da resposta. É a ferramenta que é inadequada, então tudo parece mágico... Por outro lado a resposta é não, se considerarmos que atrás de tudo está o Princípio da Vida que é mesmo um mistério insondável, só passível de ser conhecido pelos escolhidos entre os eleitos, depois de muita aplicação e de um vestibular brabo (rsrs), que dura muitas vidas.
Há duas formas de acontecer a transmutação de um elemento em outro: com muita energia, e com baixa energia. A primeira delas ocorre no núcleo do nosso Sol e estrelas do Universo, onde uma gigantesca pressão da gravidade do astro “esmaga” o núcleo dos átomos e os recombina formando novos elementos mais pesados a partir do hidrogênio, enquanto dure. Chama-se fusão nuclear ou fusão em alta energia e libera uma quantidade de energia emorme, que sustenta a vida como a conhecemos no sistema solar. Deve fazer um barulho dos diabos (rsrs). A segunda (que só agora os chamados cientistas estão começando a aceitar) nem tem nome científico. Frequenta mais os textos alternativos e esotéricos, e entre os cientistas “não convencionais” chama-se Transmutação em Baixa Energia. Ocorre silenciosamente em piloto automático dentro de nós humanos, animais e vegetais. O agente parece ser o mesmo Sol, o fornecedor gratuito da Vida, mas agindo indiretamente, como catalisador do processo.
Em nossa postagem anterior “O Sol, Poder e Quietude” nós dissemos:
“a segunda forma de gerar energia e vida, desta vez é a de baixa energia, que finalmente está sendo aceita pelo stablishment científico mundial. A ciência já constatou que a luz solar magicamente cria nos reino animal, vegetal e humano, sem fusão nuclear, transmutações biológicas insuspeitadas além da fotossíntese, que já é conhecida e aceita, mas que apesar de não ser uma transmutação, não é entendida de fato. É interessante observar que a molécula da clorofila que atua na fotossíntese é igual à da hemoglobina do sangue humano com a única diferença que a primeira tem um átomo de magnésio e a segunda tem um átomo de ferro. A ciência sempre achou que um era “substituído” por outro no metabolismo da digestão dos vegetais. Substituido ou transmutado? . É isso que é a Alquimia: elementos químicos transformando-se em outros elementos diferentes dentro de nós humanos, animais e plantas. Quem estiver interessado, leia o livro Transmutações Biológicas em Baixa Energia de Louis Kervran. Um livro corajoso que quase lhe custou a carreira no século passado, graças ao preconceito poderoso da arrogante comunidade  científica da época. Graças a Deus a coisa está melhorando, vemos antropólogos, astrofísicos, cientistas, médicos, terapeutas, cada vez menos arrogantes e mais preocupados em conciliar os conhecimentos entre o Ocidente e Oriente, em entender e acreditar no Invisível.”
Luis Kervran foi considerado até hoje um “enfant terrible” pela chamada Ciência convencional, que não só quase destruiu sua carreira, mas até hoje não  explorou esse filão misterioso, rico e generoso da verdadeira Alquimia Humana, animal e vegetal apresentada por ele e outros abnegados como Hipócrates, Hahnemann, Bach, Paracelso, G.W.Carver, e outros.
Mas como Kervran provou que a sua teoria era correta? Como bom cientista testou, no século passado, a teoria dentro dos princípios aceitos pela ciência, ou seja, com um experimento que repete controladamente o fenômeno  dentro de parâmetros aceitos oficialmente. Ele usou galinhas, vejam vocês: pegou vários ovos, cuja constituição química é conhecida, e os chocou isolados em ambiente controlado até nascerem os pintinhos (desculpem, pintainhos- rsrs). Alimentou-os só com água e aveia, também de composição conhecida.  Então teoricamente sabia o resultado tanto dos diferentes elementos quanto das quantidades que deveriam haver no peso de cada frango. Não havia: sacrificados e icinerados, tanto os elementos quanto as quantidades eram outras.
Não há outra possibilidade: os elementos transmutaram-se em outros, mas de alguma forma inexplicável.
Segundo Salvatore de Salvo, estudioso do assunto, finalmente, em 1977 o Professor Kervran, junto com o Professor Komaki da Universidade de Tóquio, foram propostos para Prêmio Nobel, o que demonstra a importância da descoberta que, hoje, é finalmente ensinada em algumas Universidades com o nome de "Efeito Kervran".

domingo, 7 de agosto de 2011

Voce confia na Ciência?

 Faça como você preferir, mas a nossa postura em relação à ciência convencional que está aí, é: ‘usufruir, mas se precaver’.
Dizem que se colocarmos um sapo na água quente, ele tenta escapar, mas se formos esquentando gradualmente, ele fica quieto e morre ao final. Parece estranho, mas o ser humano também tem uma capacidade suicida de acomodação com as situações e fatos mais difíceis, estranhos e anômalos possíveis. Basta acontecerem continuamente, e a gente se acostuma, acha normal. É só observar como nesses tempos de reversão de valores, do Kali Yuga, ele encara displicentemente a corrupção desenfreada, a violência, as guerras, a fome, as doenças, a aviltação dos recursos do planeta. Enfim, se acostumou... Os alertas estão na nossa cara, mas quem se importa?
E como este autor que lhes fala é meio iconoclasta e irresponsável, não resiste a apontar alguns dos vilões. Eles porém não são a causa real dos problemas, já são efeitos. A causa real somos nós. É o nosso afastamento e alienação dos princípios imutáveis ancestrais da Consciência Universal, que deviam ancorar e orientar todo o resto.  Vamos cutucar pelo menos cinco grandes leões com vara curta: a Ciência convencional, o capitalismo, o estado, as religiões e o classismo. Um de cada vez, porque também ninguém é de ferro... (rsrs).
Afinal, como disse o Millôr,  ‘livre pensar, é só pensar’... Não paga imposto.
Primeiro ponto: ‘A Ciência convencional não é confiável porque muda de opinião todo o tempo”.
Assustou-se? Acho que exagerei. Então vamos lá: não é a Ciência, mas os Homens de Ciência é que não são confiáveis. Pelo simples fato de serem humanos. Está melhor? Você vê que somos iconoclastas mas conciliadores (rsrs).
Como diz o grande instituto Noetic Sciences, a ciência não é confiável porque ela funciona com uma “ordem do dia”, ou seja, ela se baseia na última descoberta feita hoje, para eventualmente mudar todo o seu edifício de conhecimento e afirmações. E não tem o menor constrangimento de fazer isso. O que era verdade ontem, já não vale mais. E como as descobertas ditas científicas estão correndo em progressão geométrica, você já conhece a trepidação. O que é, já era. Uma obsolescência infernal. Ás vezes não dá tempo de um conceito ou “descoberta” esfriar ao sair do forno, e já está obsoleto. E não se esqueça de que a Medicina convencional faz parte disso. Desgraçadamente. Uma medicina arrogante que com 200 anos de idade se arroga ao direito de torcer o nariz e rejeitar medicinas comprovadas, preventivas, simples e baratas de 3 mil anos, como a Taoista, Hindu, Budista e outras orientais, que não estão sujeitas a essas mudanças frenéticas porque são ancoradas em princípios imutáveis sobre a verdadeira natureza do homem e do Universo. Arrogância demais da conta, como diz o mineiro.
Você então pensa...’mas está certo, tem que ser assim mesmo, pior se não mudasse a partir das novas descobertas, não é mesmo?”.
Faz sentido em parte, mas ai temos um impasse conceitual: se a Ciência, como nos tempos antigos,  estivesse conectada às verdades universais imutáveis, como os conceitos da real natureza do Ser Humano e do Universo, a Unidade dos Cosmos, a Trindade de Forças, a Geometria Sagrada, a Lei de Três e a Lei de Sete, enfim ao Invisível que permeia e influencia tudo, a coisa seria diferente e sem reviravoltas. Aliás como faziam as civilizações Egípcia, Indiana, Maia, Mesopotâmica, e as pré-diluvianas das quais temos conceitos inabaláveis com o passar dos tempos. Até mesmo os seus monumentos, que nem hoje se poderiam construir, são uma prova disso, tão sólidos, consistentes e precisos eram os seus métodos e conhecimentos.
Assim fosse, o Pensamento das várias “ciências” ocidentais vigentes não seria atrelado ao ritmo frenético e natureza das descobertas como uma biruta de aeroporto, pois seria um pensamento estável,
condicionado à Consciência Universal que por sua vez estaria atrelada a si mesma e mais nada.
Os poucos conceitos consistentes que a chamada ciência ocidental tem, foram trazidos pelos gregos a partir do Egito, Mesopotâmia, Índia e outras culturas orientais.
Se a ciência estivesse ligada ao Mais Alto, nós teríamos naves não poluentes como os ‘vimanas’ da Índia Antiga, citadas na obra prima ‘Mahabharata’ e ‘Ramayana’, que segundo a tradição eram movidos pela “expansão do elemento mercúrio” mais uma “energia sutil” do ser humano (sic). Teríamos uma “luz fria” estável, local, sem centrais e linhas de transmissão e sem fontes de energia aparentes, e não poluentes, como a que usaram no interior das pirâmides em todo o planeta, já que a ciência oficial nunca descobriu resíduos de combustão no teto e dentro de nenhuma pirâmide até hoje. Se eles, que nós consideramos ‘inferiores’ ao homem moderno fizeram isso, porque nós não poderíamos? É claro que somos nós os ‘inferiores’ apesar da empáfia toda ... E ficaríamos horas desfiando exemplos.
Segundo ponto: ‘A ciência é submissa ao Estado em vez de seus próprios princípios. Então vejamos:
Um dos muitos exemplos corriqueiros, mas importante, é a legislação absurda do Estado brasileiro e de outros países, deturpando quimicamente o sal de cozinha pelo acréscimo de iodo. Isso porque, no caso do Brasil, no século passado, houve na população uma incidência de bócio, um inchaço da tireóide por falta de iodo. Então um médico de plantão com poder no Estado convenceu um presidente louco (o mesmo que proibiu biquíni nas praias) a aprovar uma lei para, de forma simplista, acrescentar por lei, obrigatoriamente, iodo ao sal de cozinha. Ninguém se preocupou em saber se no processo seriam eliminados centenas de sais raros existentes no sal marinho natural, e imprescindíveis ao metabolismo do ser humano, principalmente ao metabolismo do elemento cálcio, como foi desde o alvorecer da Humanidade. Hoje quem quiser, como eu, comprar sal de verdade para preservar a saúde, compra no câmbio negro, como se compra dólar e drogas. E não se enganem: todo o sal vendido no varejo é “iodado”, mesmo com as palavras “ sal marinho” ou “sal natural” ou “integral” ou “natural” estampadas cinicamente na embalagem. Nenhum presidente ou ministro da Saúde posterior à lei, contestou a burrice. Alguns poucos médicos contestaram e nunca foram ouvidos. E ninguém relacionou nessas décadas o incrível salto de deficiências de cálcio, osteoporose, problemas ósseos e hipertensão, com a malfadada decisão. E nós alegremente ingerimos o nosso sal de cada dia em volumes de 30 a 40% superiores à média mundial, sem questionar nada.
Terceiro ponto: ‘A ciência é submissa às religiões de plantão.
Essa é simples. É só estudar a Inquisição européia, que queimava na fogueira o cientista que dissesse que a terra era redonda e girava em torno do sol. Porque? Por poder e arrogância de uma Igreja desligada do Conhecimento, da Verdade. A gente até entende o medo do cientista da época. O próprio Nostradamus, médico, escritor, astrólogo e vidente, um ser humano raro que, mesmo perdendo a mulher na peste européia, se dedicou a salvar vidas com risco da sua própria vida, fez assim: foi um corajoso que deliberada, desapegada e espertamente vendeu uma imagem exterior de charlatão para poder fazer uma obra que pudesse burlar os insanos controles mortais da época e, ao mesmo tempo, se perpetuar para ser arduamente garimpada, redescoberta e finalmente desvendada por criptólogos sérios no futuro. Entre eles estão Daniel Ruzo, o maior conhecedor da vida do vidente e da sua família (não esses ‘Dan Brown’ da vida e outros escritores controversos e charlatães). Quantos cientistas modernos ignorariam voluntariamente os seus enormes egos e fariam a mesma coisa em nome do verdadeiro conhecimento? Os chineses, indianos, persas, árabes e egípcios da época tinham razão de achar os europeus atrasados. Eram mesmo. Nós ocidentais pagamos esse preço até hoje. Ainda bem que, aos poucos, estamos corrigindo o erro e nos voltando ao conhecimento oriental.
Ao separar a Igreja do Estado a nossa civilização deixou a Ciência nas mãos de um novo patrão, o Capitalismo.
Quarto ponto: A ciência é submissa ao sistema econômico vigente, o Capitalismo. Ou melhor, desculpem novamente, os homens de ciência são submissos. Duvida?
É só olhar a nossa publicação neste blog, ‘A doença é seu aliado, não inimigo’ e ver como a Medicina se deixou infiltrar pela entidade ‘empresa capitalista’ e permitiu que a produção de medicamentos, hospitais, planos de saúde, e equipamentos médicos no mundo fosse feita por empresas capitalistas, que precisam crescer voluptuosamente, multiplicar lucros, emitir ações, dar dividendos crescentes aos acionistas etc.,... e muito mais, sob a conivência de associações classistas de médicos, os mesmos que fizeram o solene Juramento a Hipócrates, que falava só em salvar vidas. Como eu disse, qual o interesse dessa estrutura em acabar com as doenças (e os seus próprios lucros)? O mesmo das empresas de antivírus de acabar com os hackers, ou dos partidos políticos de acabar com os corruptos. (sei não, acho que hoje estou meio crítico e agressivo...)
Mas tem mais sobre a submissão da Ciência aos princípios do sistema econômico: da mesma forma que o sistema capitalista estimula as empresas a uma competição desenfreada que estimula práticas não amistosas, desleais e até mesmo inconfessáveis como espionagem industrial e outras, a Ciência adotou esses princípios e há décadas a Medicina convencional ataca as Medicinas Alternativas em vez de estimulá-las, já que a saúde é o benefício desejado. Tem sido assim a guerra contra a Acupuntura, a Homeopatia e outras, que hoje são pressionadas pela mídia irresponsável e mercenária, que força o Estado e o govêrno através de um lobby fortíssimo a limitar, ou mesmo tentar destruir o escopo dessas atividades de cura. E será sempre assim contra as medicinas autênticas que ameaçarem esses “mercados”, que é o nome correto da Medicina convencional, "mercados", em vez de “atividade médica de cura”.
Quinto ponto: A Ciência é submissa ao classismo arrogante , uma erva daninha mundial que se deu muito bem no clima brasileiro. A mídia citada no ponto anterior está alinhada com as entidades de classe, um tipo de “ego de classe”, dualista, primo dos sindicatos que, como a mente dual, divide os profissionais entre “nós” e os “outros” com todo o peso do separatismo e dos interesses grupais. Na Medicina convencional é a entidade que combate “os outros” curadores, sejam eficazes ou não, independentemente da sua comprovada eficiência: os homeopatas, acupunturistas, xamãs, os terapeutas de Reiki, Do-In, Shiatsu, Ayurvédica, Cura Prânica, Fitoterapia, Sun Gazing, Macrobiótica e outras técnicas eficientes de cura por aí afora, milenarmente comprovadas...
É o mesmo classismo separatista que combateu no passado Louis Kervran um corajoso cientista francês ‘não convencional’, um tipo de alquimista moderno que provou em seu livro ‘Las Transmutaciones Biologicas y La Fisica Moderna
', que os fótons da luz solar induzem transmutações biológicas (mutação de um elemento químico em outro, sem fusão nuclear) em ambientes de baixa energia dentro de plantas, animais e no homem. A chamada Ciência convencional não só quase destruiu sua carreira, mas até hoje não  explorou esse filão misterioso, rico e generoso da verdadeira Alquimia Humana, animal e vegetal apresentada por ele, conforme dissemos em O Sol, Poder e Quietude. Uma pena. Eu ando experimentando e trabalhando nisso. Devagar, paciente e aplicado como abelha.
Você que gosta de estatísticas e dados quantitativos, então olha as estatísticas mundiais de crescimento da longevidade e pergunta: ‘Mas a Medicina convencional está aumentando o tempo de vida do ser humano, não é?” Eu respondo com outras perguntas: ‘Mas com que qualidade essa sobrevida? Com que dependência? A partir de remédios químicos, vitaminas, radioterapia, quimioterapia, transplantes? Com que ônus para a sociedade? Ou será que essa sobrevida é de fato o resultado de mais técnicas alternativas de saúde, anti stress, alimentação equilibrada, caminhadas, sol, yoga, relaxamento, etc feitas pelos de meia idade?’
Tenho lido frequentemente em livros ou vejo em documentários na mídia eletrônica em canais como Discovery e National Geographics, certas teorias da “ciência de ponta” com um misto de satisfação e espanto. Eles mostram a Ciência atual orgulhosamente arranhar e finalmente aceitar teorias e conceitos como Universos Paralelos, Realidades Multidimensionais, Viagens no Tempo, Teletransporte e outras, milenarmente conhecidos e utilizados por culturas xamânicas e civilizações até pré-diluvianas, e não sei se rio ou choro. Fica claro o caminho cíclico  dos altos e baixos da história do conhecimento humano, em vez da aceita e propalada teoria corrente do progresso linear, crescente e contínuo. E começo a compreender que para a Consciência Universal só existe o Agora, não o progresso. Não interessa que o Ser Humano evolua no tempo de forma crescente até virar um deus. Interessa que nesse viver encarnado, trabalhando feito um mouro na matéria densa, ele gere experiências para agregar a essa Consciência, que ao final é ele mesmo. E se ele fizer isso individualmente, consciente de Si Mesmo, ele já é Deus...
(Vocês viram que eu não sou só crítico e agressivo. Às vezes sou crédulo e entusiasmado)


Nota: Após a redação desta postagem, chegou às minhas mãos a informação de um site de um conhecido e respeitado médico nos EUA. É o http://www.totalhealthbreakthroughs.com/2009/02/heart-surgeon-admits-huge-mistake/
Corajoso e humilde, ele Dr. Lundell Dwight, MD, admite erros da Medicinana Cardíaca, sua especialidade, e faz um "mea culpa" pelas informações incorretas que o mundo todo divulga. Coisa raríssima. Quem não lê em inglês, por favor, me peça a tradução.





quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O Sol, poder e quietude

Sempre que a palavra poder vier à sua mente, lembre-se do poder do Sol
Ele não só criou no início, a partir de si mesmo, a Terra, os planetas e a Lua, como generosamente a cada instante sustenta - com a luz e energia produzidas na sua fornalha -  toda a vida orgânica sobre a Terra há 5 bilhões de anos, sem um segundo de interrupção. Já pensou?
A ciência de vanguarda afirma também que isso ainda vai continuar por mais outros 5 bilhões certamente. 
Esse é um dos dois processos pelos quais o Sol cria vida. É o de alta energia de fusão nuclear e gera energia e luz sob a forma de fótons, partículas de luz. Ele transforma átomos de hidrogênio, que tem de sobra, em átomos de hélio graças à pressão descomunal do seu núcleo. E como sobra do processo, gera energia e calor que sustenta toda a vida no seu em torno. Mas tem mais, esses fótons ficam 150 milhões de anos rebatendo tresloucados dentro do seu núcleo - não se sabe porque - até serem expelidos para fazerem a viagem esférica e veloz a todo o sistema solar levando sabe o que? A Vida, além de calor e energia. E a gente, cegamente preocupada com as mazelas da sobrevivência, as contas, os filhos, os pais, a sogra, a violência, não se dá conta do tamanho desse mistério. Com certeza o sol sustenta também outras formas de vida no seu entorno planetário. Mais mistério...
Mas não acabou ainda: a segunda forma de gerar energia e vida, desta vez é a de baixa energia, que finalmente está sendo aceita pelo stablishment científico mundial. A ciência já constatou que sua luz magicamente cria nos reino animal, vegetal e humano, sem fusão nuclear, transmutações biológicas insuspeitadas além da fotossíntese, que já é conhecida e aceita (mas não entendida de fato). É isso que é a Alquimia: elementos químicos transformando-se em outros elementos diferentes dentro de nós humanos, animais e plantas. Quem estiver interessado, leia o livro Transmutaciones  Biologicas Y la Fisica Moderna de Louis Kervran. Um livro corajoso que quase lhe custou a carreira no século passado, graças ao preconceito poderoso da arrogante comunidade  científica da época. Graças a Deus a coisa está melhorando, vemos antropólogos, astrofísicos, cientistas, médicos, terapeutas, cada vez menos arrogantes e mais preocupados em conciliar os conhecimentos entre o Ocidente e Oriente, em entender e acreditar no Invisível. No livro ele prova científicamente que uma simples galinha transmuta elementos químicos no seu metabolismo diário, algo como transformar magnésio em ferro, potássio em sódio, coisa que se acreditava que só ocorria no interior do Sol, naquele forno nuclear. As modernas Física e Química já estão aceitando e pesquisando o fato.
Mas chega de ciência sobre o o Sol, vamos falar de poesia, de imaginação. 
Olhem para ele. Ele nasce e se põe em profunda quietude, move gigantescos sistemas planetários, mas penetra suavemente pela vidraça da janela sem a quebrar.
Ele acaricia as pétalas de uma rosa sem a ferir, e beija o rosto de uma criança adormecida sem a acordar.
Uma força de poder descomunal, assustador, mas curiosamente delicada e gentil...uma obra prima de uma inteligência superior.
 Vamos encontrar na natureza lições preciosas a nos dizer que o verdadeiro Poder anda de mãos dadas com a Beleza e a Quietude.