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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O Sol, poder e quietude

Sempre que a palavra poder vier à sua mente, lembre-se do poder do Sol
Ele não só criou no início, a partir de si mesmo, a Terra, os planetas e a Lua, como generosamente a cada instante sustenta - com a luz e energia produzidas na sua fornalha -  toda a vida orgânica sobre a Terra há 5 bilhões de anos, sem um segundo de interrupção. Já pensou?
A ciência de vanguarda afirma também que isso ainda vai continuar por mais outros 5 bilhões certamente. 
Esse é um dos dois processos pelos quais o Sol cria vida. É o de alta energia de fusão nuclear e gera energia e luz sob a forma de fótons, partículas de luz. Ele transforma átomos de hidrogênio, que tem de sobra, em átomos de hélio graças à pressão descomunal do seu núcleo. E como sobra do processo, gera energia e calor que sustenta toda a vida no seu em torno. Mas tem mais, esses fótons ficam 150 milhões de anos rebatendo tresloucados dentro do seu núcleo - não se sabe porque - até serem expelidos para fazerem a viagem esférica e veloz a todo o sistema solar levando sabe o que? A Vida, além de calor e energia. E a gente, cegamente preocupada com as mazelas da sobrevivência, as contas, os filhos, os pais, a sogra, a violência, não se dá conta do tamanho desse mistério. Com certeza o sol sustenta também outras formas de vida no seu entorno planetário. Mais mistério...
Mas não acabou ainda: a segunda forma de gerar energia e vida, desta vez é a de baixa energia, que finalmente está sendo aceita pelo stablishment científico mundial. A ciência já constatou que sua luz magicamente cria nos reino animal, vegetal e humano, sem fusão nuclear, transmutações biológicas insuspeitadas além da fotossíntese, que já é conhecida e aceita (mas não entendida de fato). É isso que é a Alquimia: elementos químicos transformando-se em outros elementos diferentes dentro de nós humanos, animais e plantas. Quem estiver interessado, leia o livro Transmutaciones  Biologicas Y la Fisica Moderna de Louis Kervran. Um livro corajoso que quase lhe custou a carreira no século passado, graças ao preconceito poderoso da arrogante comunidade  científica da época. Graças a Deus a coisa está melhorando, vemos antropólogos, astrofísicos, cientistas, médicos, terapeutas, cada vez menos arrogantes e mais preocupados em conciliar os conhecimentos entre o Ocidente e Oriente, em entender e acreditar no Invisível. No livro ele prova científicamente que uma simples galinha transmuta elementos químicos no seu metabolismo diário, algo como transformar magnésio em ferro, potássio em sódio, coisa que se acreditava que só ocorria no interior do Sol, naquele forno nuclear. As modernas Física e Química já estão aceitando e pesquisando o fato.
Mas chega de ciência sobre o o Sol, vamos falar de poesia, de imaginação. 
Olhem para ele. Ele nasce e se põe em profunda quietude, move gigantescos sistemas planetários, mas penetra suavemente pela vidraça da janela sem a quebrar.
Ele acaricia as pétalas de uma rosa sem a ferir, e beija o rosto de uma criança adormecida sem a acordar.
Uma força de poder descomunal, assustador, mas curiosamente delicada e gentil...uma obra prima de uma inteligência superior.
 Vamos encontrar na natureza lições preciosas a nos dizer que o verdadeiro Poder anda de mãos dadas com a Beleza e a Quietude.

sábado, 9 de outubro de 2010

Surya Yoga, Sun gazing, Olhar Para o Sol...

É tudo a mesma coisa, ou seja: como fazer para receber e metabolizar a energia solar diretamente no nosso corpo. Sem problemas de pele, raios ultra violeta, e outros fantasmas. Como fizeram até hoje os seguidores na Índia e outras tradições.
Já que a prática dessa yoga é milenar e ocorreu em várias tradições no planeta, como na Índia, China, Américas, Egito há uma diversidade de nomes e roupagens diferentes para a mesma prática mas o conceito é um só: absorver a energia da luz do sol olhando para ele diretamente, nas horas seguras, além de de fazer a mesma coisa indiretamente comendo vegetais, que metabolizaram a energia do sol pela fotossíntese.
As horas seguras para fazer isso são até uma hora depois do nascer do sol, e também a partir de uma hora antes do por do sol.  Só nessas duas horas durante o dia, quando não há praticamente radiação ultra violeta. (índice menor que 2). Este escriba e mais milhares de pessoas hoje no planeta fazem regularmente e não tem problemas, fora um número desconhecido de pessoas que já fizeram desde milhares de anos atrás.
E como se faz para aprender isso? Tem várias formas: você pode ir para a Índia e aprender lá. Na Índia é fácil. Tem guru para qualquer lado que você olhar.De quebra conhece tradições incríveis em meio ao burburinho caótico daquele povo iluminado, simples e pobre. Ou, mais fácil e rápido, entra na mãe-internet digitando surya yoga, ou sun gazing, e conhece o indiano HRM (Hira Ratan Manek), e se enche de informação. A favor e contra. Leva algum tempo, porque tem muita coisa escrita. A outra forma, é falar diretamente com este que vos escreve, acompanhando este blog, tipo consulta gratuita. Se você tem algum problema ocular grave, consulte o mestre. Ele provavelmente vai recomendar o que disse para mim: fazer de início 60 vezes diárias de olhos fechados durante 10 minutos. Depois inicia o protocolo normal da prática.
Mas para aprender de fato tem duas condições sine qua non: só aprender de quem conhece profundamente a prática (e já fez de fato o ciclo todo), e ter persistência. Senão é complicado. Na busca interior e da saúde física o que existe de "não fiz mas ensino", ou "não fiz e não gostei", ou "não fiz e recomendo", é brincadeira...todo mundo é guru. Após festas religiosas do sol e eclipses, os oftalmologistas atendem dezenas de casos de problemas nos olhos, por ignorância ou entusiasmo.

E por que fazer Surya Yoga?
Porque você não terá mais doenças como Adão e Eva no Paraíso. Duvida?. Eu fiz, e sei de que estou falando... mais de 400 dias olhando para o sol, e agora fazendo só manutenção. Aliás as tradições espirituais dizem que na antiga Lemúria, antes da Atlântida (já aceita pela ciência oficial), os seres humanos recebiam a luz do sol como alimento diretamente por uma entrada não óssea, translúcida, na moleira. A tradição cristã diz então que após o pecado original, a mordida da maçã, ou o conhecimento da Árvore do Bem e do Mal, um anjo com uma espada de fogo deu como castigo a sentença obrigando o ser humano a trabalhar para sobreviver. Ai começaram as preocupações diárias com a subsistência, que nos afastaram  do foco da busca interior. Ficou muito mais difícil a volta à casa do Pai. Um complô da divindade que nos obriga a fazer esforços conscientes se quisermos evoluir. Acabou a moleza do piloto automático, como foi até aqui.

Com a prática de olhar para o sol, a energia então entra pelos olhos já que a moleira fechou e ficou dura e opaca. A luz e energia passam então pela retina, glândula pineal, cujas células são muito parecidas segundo a ciência oficial, e ambas são distribuídas para todos os corpos que temos. A tradição fala em 7 corpos. Quem quiser entender porque a pineal está na roda, pode ver o vídeo do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, um psiquiatra brasileiro, mestre em Ciências pela USP e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica no Instituto de Ciências Biomédicas da USP. Como muitos cientistas atuais é um caso raro de profissional que tem o pé em duas canoas, a Ciência e O Espírito. Em seu estudo sobre pineal , ele diz: A pineal é um sensor capaz de “ver” o mundo espiritual e de coligá-lo com a estrutura biológica. É uma glândula, portanto, que vive o dualismo espírito-matéria. O cérebro capta o magnetismo externo através da glândula pineal.

E não tem risco de raios ultra-violeta, problemas de pele e visão, muito pelo contrário. É só seguir o protocolo da prática direitinho como milhares de pessoas estão fazendo no mundo todo. O sol é o nosso pai e criador, não pode nos fazer mal. É só não abusar dele.
Por hoje chega. Logo logo tem mais sobre o tema. Não desliguem.