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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

O Tempo Físico e o Agora Eterno

O tempo é, e sempre foi, um enigma.  Platão o definiu como “O tempo é o movimento segundo o qual o antes se transforma em depois”.
Newton continuou no mesmo conceito como se o tempo fosse uma sucessão marcada pelos movimentos de algo no espaço, que serviam de referência ao fluxo do passar o tempo.
Einstein então lançou a Teoria da Relatividade e não deixou pedra sobre pedra sobre tudo o que se sabia sobre o assunto: ligou tempo com espaço falando em espaço-tempo como uma coisa só. E o pior, dizendo que o tempo é flexível, e relativo conforme a velocidade do movimento do objeto e não absoluto como pensávamos. E também que o tempo não é um fluxo como pensávamos, mas que passado, presente e futuro convivem em alguma dimensão. Um espanto.
A velocidade da luz que parecia ser um limite no Universo, já foi contestada por novos cientistas e teorias. 
Mas não acabou aí. Hoje na Física Quântica já se fala em outras possibilidades que mais parecem fantasias científicas: horizonte de eventos, teoria das cordas, universos paralelos, viagens no tempo, etc. E nós pobres mortais assistimos isso boquiabertos, com a impressão de que tudo caminha para um grande evento que vai mudar tudo.
O vídeo abaixo dá uma visão dessas mudanças de conceito na história da humanidade recente:

Os mais observadores percebem que esse movimento de novas teorias e descobertas tem um aspecto muito novo e agregador, que une tribos que eram antes diametralmente opostas, inconciliáveis. São os cientistas e os metafísicos, que hoje estão caminhando mais próximos.
Nesse aspecto do tempo, as visões das tradições antigas do planeta que falam no conceito do Agora, (não como um sinônimo do tempo presente entre o passado e o futuro, mas como um corte atemporal do fluxo, um Eterno Agora) estão parecendo próximas e familiares aos cientistas de ponta. O Agora acena com uma nova forma de “estar no mundo” fora dos tentáculos emocionais e mentais do passado e do futuro, em contato com o Ser, o Não Manifestado, “O Que É”.
Mas isso não é o principal, porque as tradições pouco ligam para a ciência. O ponto é que na medida em que elas ensinam a prática de como viver no Agora, o ser humano se concilia consigo mesmo, com o próximo, o planeta e o Universo. Descobre o que é essa coisa que ele chama erroneamente de felicidade, de saúde, de Deus, de compaixão, de Amor. Então o tempo como coisa do domínio da mente parece inadequado.
No seu livro “Praticando o Poder do Agora”, Eckhart Tolle fala da mente pensante, escrava do passado e futuro, e do Tempo sem a mente, o Agora, que curiosamente está fora do tempo como se fosse um corte transversal dele. Um eterno Agora, atemporal... Estranho, não?
Mas vamos lá:
“A mente procura sempre negar e escapar do Agora. Em outras palavras, quanto mais nos identificamos com as nossas mentes, mais sofremos. Ou ainda, quanto mais respeitamos e aceitamos o Agora, mais nos libertamos da dor, do sofrimento e da mente.
Se não quer gerar mais sofrimento para você e para os outros, se não quer acrescentar mais nada ao resíduo do sofrimento do passado que ainda vive em você, não crie mais tempo, ou pelo menos, não mais do que o necessário para lidar com os aspectos práticos da sua vida. Como deixar de criar tempo?
Tendo uma profunda consciência de que o momento presente é tudo o que você tem. Faça do Agora o foco principal da sua vida.
Se antes você se fixava no tempo e fazia rápidas visitas ao Agora, inverta essa lógica, fixando-se no Agora e fazendo visitas rápidas ao passado e ao futuro quando precisar lidar com os aspectos práticos da sua vida. Diga sempre “sim” ao momento atual.
A chave do segredo está em acabar com a ilusão do tempo. O tempo e a mente são inseparáveis. Tire o tempo da mente e ele para, ao menos que você escolha utilizá-lo.
Estar identificado com a mente é estar preso ao tempo. É a a compulsão para vivermos quase exclusivamente através da memória ou da antecipação. Isso cria uma preocupação infinita com o passado e o futuro, e uma relutância em respeitar o momento presente e permitir que ele aconteça. Temos essa compulsão porque o passado nos dá uma identidade, e o futuro contém uma promessa de salvação e realização. Ambos são ilusões. 
Quanto mais nos concentramos no tempo, no passado e no futuro, mais perdemos o Agora, a coisa mais importante que existe.
Por que o Agora é a coisa mais importante que existe?

  •  Primeiro porque é a única coisa. É tudo o que existe. O eterno presente é o espaço dentro do qual se desenvolve toda a nossa vida, o único fator que permanece constante. A vida é agora. Nunca houve uma época emque a nossa vida não fosse agora, nem haverá.
  • Em segundo lugar, o Agora é o único ponto que pode nos conduzir para além das fronteiras limitadas da mente. É o nosso único acesso para a área atemporal e sem forma do ser.

Você alguma vez vivenciou, realizou, pensou ou sentiu alguma coisa fora do Agora? Acha que conseguirá algum dia? É possível alguma coisa acontecer ou ser fora do agora? A resposta é óbvia, não é mesmo?
Nada jamais aconteceu no passado. Aconteceu no Agora. Nada jamais acontecerá no futuro, acontecerá no Agora.
A essência dessas afirmações não pode ser compreendida pela mente. No momento em que captamos a essência, ocorre uma mudança na consciência, que passa a desviar o foco da mente para o Ser, do tempo para a Presença. De repente tudo parece vivo, irradia energia, emana do Ser.”

domingo, 1 de dezembro de 2013

Rio, O Mistério do Ponto 49

Submersível japonês que coletou as rochas
Como dizia o primo Altamirando, personagem do grande Stanislau Ponte Preta, um dos maiores humoristas brasileiros, “Vinha eu comendo as minhas goiabinhas, quando vi uma notícia no jornal (naquela época não havia internet) e  “deu um estalo”  ao lembrar de  uma outra informação”. Vamos juntar as duas e ver qual é o resultado...

Informação 1 : 

 "Pedaços de rocha encontrados no Oceano Atlântico, 1500 km perto do Rio  de Janeiro no caminho entre África do Sul e Brasil, podem ser o indicativo de um continente perdido na história do planeta Terra“. Isso faz um ano.
De acordo com Roberto Ventura Santos, diretor de geologia de recursos minerais da CPRM -  Companhia de Pesquisas em Recursos Minerais, o material foi coletado no ano passado a 2500 metros de profundidade, em uma região conhecida como Alto do Rio Grande. 
Trabalhos de dragagem do fundo do mar trouxeram à tona uma rocha “inusitada”, como define Ventura, porque não se encontra granito no fundo do mar. O normal é achar no continente.  Supõe-se então que esse granito encontrado no fundo do mar, no passado encontrava-se ao ar livre e não no fundo do mar.
O reforço de que pode se tratar mesmo de um pedaço de um continente veio agora com uma expedição do navio japonês Yokosuda dentro do projeto “Busca pelos Limites da Vida” – uma iniciativa da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia da Terra e do Mar (Jamstec), que tem a cooperação científica de pesquisadores de universidades brasileiras e do CPRM. (Aqui entre nós, é um álibi para encobrir interesses econômicos do Japão na região, mas deixe para lá... )
O que importa é que a área fica localizada nas coordenadas geográficas de 40° Oeste e 27° Sul, como você vai ver abaixo.

Informação 2:

Na Grade Mundial (World Grid) de pontos de energia do planeta, chamada A Grade “Becker- Hagens”, há um ponto entre os 62 existentes (o ponto 49°) que fica exatamente nesse lugar no Atlântico: 40° Oeste de Greenwich e 27° Sul do equador, na frente do Rio de Janeiro. Logo ali (rsrs). 
Quando esses pontos estão em terra firme, sempre os seres humanos (com ou sem ajuda de "outros", pelo que se sabe) constroem em cima deles cidades, monumentos, templos, menires, grandes blocos, obeliscos, pirâmides, etc.. por razões que hoje estão ficando mais claras.
Pode ser que essa missão “científica” Brasil-Japão descubra algo nas pesquisas que prometeram fazer no local a partir dos indícios já encontrados, e então talvez o ponto 49 produza a faísca que imaginamos unindo uma civilização ancestral (a Atlântida) e a costa do Rio. Aliás sabemos das inscrições fenícias não ainda decifradas que existem na Pedra da Gávea,em terra firme, no Rio.
Para os entendidos, essa grade funciona para o planeta Terra como os pontos dos meridianos de Acupuntura para o ser humano, pois sabe-se que a Terra é um ser vivo (e às vezes tem uns pontos, ou vórtices de energia que a ligam magneticamente ao Cosmo) e esses pontos tem desequilíbrios também. E  doem, e acusam doenças, como em nós.
Como você pode observar na Grade Mundial, há outros lugares assim na América em vários pontos: ficam no Perú, ficam perto de Miami na Flórida (Triângulo das Bermudas), etc.. e muitos outros espalhados por todo o mundo. No final vamos dar a lista desses pontos.
Como há muitas pessoas que não conhecem essa rede, vamos falar um bocadinho sobre ela. Não mude de canal. 
A Grade Mundial
A idéia da Terra como uma forma geométrica na cultura ocidental, vem lá de trás na história , pelo menos desde a escola pitagórica de pensamento na Grécia antiga. Seu famoso defensor , Platão, escreveu que " a terra, vista de cima, se assemelha a uma bola costurada a partir de 12 pedaços de pele”. Subdividindo-se os 12, obtemos uma figura mais detalhada como abaixo, e aí a coisa vai em frente. As linhas são hoje chamadas Linhas de Ley e os pontos de cruzamento são chamados vórtices. Dê uma olhada na costa do Rio de Janeiro e você vai entender. 
Descrição da Grade “Becker- Hagens” 
Os sólidos geométricos chamados octaedro (8 lados), tetraedro (4), icosaedro (20) e o dodecaedro (12) completam a grade mundial. Esta informação foi juntada por uma equipe de marido e mulher, Becker e Hagens. William Becker é professor de Desenho Industrial da Universidade de Illinois, Chicago e Bethe Hagens é professora de Antropologia na Governors State University. Esta equipe de marido e mulher mostra como essas formas funcionaram na recente Grade da Terra que eles chamam de “Unified Vector Geometria 120 Poliedro, ou o UVG120 " Estrela da Terra ". A tradução poderia ser Geometria Unificada Vetorial de 120 Poliedros (corrijam se a tradução estiver errada).
Becker e Hagen atribuem esta descoberta à obra de Ivan P. Sanderson, que foi o primeiro a elaborar um caso de estudo para a estrutura dos icosaedros funcionando na Terra.  Sanderson localizou o que ele se refere como os "vórtices ". Esses vórtices são áreas da Terra onde desaparecimentos misteriosos, falhas mecânicas e distorções de espaço-tempo ocorreram. Muitos exploradores desapareceram ao cruzar os vórtices na época errada do ano, com os alinhamentos lunares e planetários errados de ativação dessas áreas específicas.
Durante os tempos da Atlântida e, possivelmente, ainda mais cedo, toda as coordenadas da Terra foram mapeados pela construção das diferentes pirâmides, templos e obras de terraplanagem na superfície da Terra. Estes eram conhecidos como os Mapas dos Antigos Reis do Mar, cujos vestígios ainda apareciam nos mapas históricos do navegador turco e almirante Piri Reis usados nos séculos passados. Foram esses mapas dos Antigos Reis que levaram Sanderson a trabalhar nas Grades da Terra. Há especulações sobre a forma como estes mapas  foram feitos . Diz-se que após a última mudança de pólo 12.500 anos atrás, o corpo principal da terra de Atlântida afundou (era a ilha de Poseidon, segundo Timeu, um sábio egípcio entrevistado por Platão). Com apenas alguns sobreviventes, acredita-se que apenas alguns dos mapas podem ter sobrevivido bem.
A Suméria, 
A civilização suméria pode ter sido a primeira tentativa da Atlântida "para reconstruir a sociedade de forma significativa" e isso foi iniciado por volta de 6.000 aC, ou há 8.000 anos. Como já foi salientado, a civilização suméria surgiu de forma bastante instintiva e dramática. Em um surpreendente curto período de tempo , eles haviam escrito língua, educação, leis, agricultura e produziram água corrente, bem como outras coisas .
A pesquisa dos antigos astronautas, feita pelo teórico Zecharia Sitchin mostra um grupo que teve acesso a incrível tecnologia e ajudou os sumérios, um grupo que possuía máquinas voadoras (vide os vimanas hindus), lasers e outros equipamentos exóticos e que tinha um entendimento avançado da ciência e da física que incluía o conhecimento do espectro completo de planetas do Sistema Solar. Curiosamente esse conhecimento se perdeu e teve que ser redescoberto. Também nos é dito no antigo livro sagrado hindu Os Vedas e as leituras de Edgar Cayce que a Atlântida possuía máquinas voadoras.
Com os dados dos antigos astronautas disponíveis através do trabalho de Sitchin que sugere fortemente a existência dos Anunnaki (tradução: aqueles que vieram do céu para a Terra ), é possível que os sobreviventes da Atlântida estavam cooperando com esses irmãos do espaço.
Bem, depois do início da civilização suméria, estes mapas foram mantidos dentro dos altos escalões de sacerdócio que foram então escondidos na Biblioteca de Alexandria(justo lá!), no Egito e, finalmente, nas salas de acadêmicos da Grécia. Diz-se que apenas os membros da irmandade secreta sabiam da existência desses mapas.
Francis Bacon, o pai da moderna Maçonaria, declarou ser as Américas o local para a " Nova Atlântida " e enviou exploradores marítimos para redescobrir as terras que estavam escondidas nos mapas secretos.
Charles Hapgood, Professor de História da Ciência no Keene College, em New Hampshire, é o homem que colocou no conjunto as informações do mapa. Sua teoria básica diz respeito deslocamento da crosta terrestre onde a superfície da Terra, na verdade, muda de posição. Ele afirma que a crosta superficial da terra pode ser deslocado, por vezes, movendo-se ao longo do corpo interior macio, tal como a pele de uma laranja, se fosse solta, pode deslocar sobre a parte interna da fruta, tudo como se fosse uma só peça. Sua teoria chamou a atenção de Albert Einstein, que contribuiu com o que segue ao livro de Hapgood  de 1953, "‘The Earth’s Shifting Crust”, ou “A Crosta Móvel da Terra “.
Einstein acreditava que em uma região polar há deposição contínua de gelo, o qual não é simetricamente distribuído em torno do polo. "A rotação da Terra atua sobre essas massas não simetricamente depositadas e produz um “momento centrífugo” (tendência de escape devido à rotação), que é transmitido para a crosta rígida da terra. O momento centrífugo, produzido desta forma  e aumentando constantemente, quando chega a um certo ponto, produz um movimento (descolamento) da crosta da Terra em relação ao resto do corpo interior da Terra..."
Este fenômeno muito interessante fornece a base para entender por que os antigos teriam conhecido as coordenadas do globo, exatamente como eles fizeram. O trabalho de Sanderson provou, sem sombra de dúvida, que algumas anomalias interessantes eram visíveis em certas áreas de oceanos da Terra, essas anomalias sendo chamadas de “vórtices ruins" .
Sanderson foi capaz de obter doze pontos comuns de ocorrência irregular na Terra. Por incrível que pareça, esses doze pontos eram todos igualmente espaçados harmonicamente entre si! Os efeitos desses vórtices incluíam desaparecimentos, bem como eventos de “distorção do tempo”.
Um exemplo de vórtices de Sanderson está localizado perto do Havaí , onde um piloto estava voando com passageiros muito perto desta zona quando perdeu o uso de seus instrumentos e de comunicação de rádio. Ele continuou a voar cego por cerca de 350 quilômetros sem a capacidade de se conectar com qualquer pessoa no rádio. Finalmente, para alívio do piloto, ele foi capaz de fazer contato com a torre de novo e ficou chocado ao saber que de acordo com os funcionários da torre, não tinha decorrido tempo entre seus contatos de rádio. Funcionários da torre disseram que em um minuto ele estava falando normalmente e segundos depois, ele estava em pânico dizendo-lhes que ele havia voado apenas os últimos 350 milhas sem seus instrumentos ou contato por rádio . O piloto e todos os passageiros passaram para uma frequência mais alta , onde eles não foram afetados pelo tempo. A causa deste efeito foi a energia hiper- dimensional que foi aproveitado pelo "vórtice ruim" através do qual eles estavam voando.
Os cientistas russos Nikolai Goncharov, um historiador moscovita, Vyacheslav Morozov, um engenheiro de construção, e Valery Makarov, especialista em eletrônica se uniram e usaram a pesquisa dos doze pontos dos icosaedros colocando-os no mesmo local de Sanderson. Também acrescentaram mais 50 pontos sobrepondo um dodecaedro na Grade . Seu resultado produziu o mapa que foi impresso pela primeira vez no popular Soviet Science Journal Khimiyai Zhizn (Química e Vvida ) reproduzido em Anti- Gravidade e a Rede Mundial.
A dupla Becker e Hagen comentando sobre o trabalho dos três cientistas, afirmou: 
"Essas novas linhas e pontos, em conjunto com os de Sanderson , agora “casaram” a maioria das zonas de fratura sísmica do planeta e linhas de cristas oceânicas, bem como delinearam altos e baixos da atmosfera em todo o mundo, caminhos de animais migratórios, anomalias gravitacionais, e até mesmo os lugares hoje desconhecidos de cidades antigas. Becker e Hagen concordam que o mapa produzido pelos pesquisadores russos é essencialmente correto, mas, acredita que é incompleto. Becker e Hagen, em seguida, completou a grade tornando-a compatível com todos os sólidos platônicos, através da inserção de uma sobreposição de uma “derivada de  icosaedro”, um poliedro esférico complexo que foi desenvolvido por R. Buckminster Fuller (Autor de ‘Composite of Primary and Secondary Icosahedron Great Circle Sets’ ou Composição de Conjuntos de Grandes Círculos Icosaédricos Primários e Secundários' ).
As leituras de Edgar Cayce e Material de Ra (ou Lei do Um), que são 5 livros canalizados por 3 videntes a partir de Ra, um ser não humano) nos dizem que vivemos em um universo de oito dimensões baseado em oitavas. A física teórica das supercordas nos mostrou que com um pequeno ajuste  nós descobrimos a mesma coisa.
Vemos formas platônicas que emergem em minerais, na organização das células em desenvolvimento em um zigoto e nas próprias redes planetárias (vide O Número Phi). As freqüências são regidas por números harmônicos muito simples que aparecem quando medimos as vibrações de frequências de som no ar. Já que vemos esses mesmos números de freqüência emergindo no Grande Ciclo de manchas solares, vemos uma divisão e um aprimoramento semelhante que ocorre em nosso Sistema Solar. Esta é outra razão pela qual afirmam que estamos caminhando tão rapidamente para uma mudança dimensional espontânea na Terra.
Grades e Metafísica
Nossa consciência pensante cria um programa de grade holográfica que se repete em ciclos e pode ser melhor entendida se você estudar Geometria Sagrada. As grades consistem numa matriz de som, luz e cor através da qual nós experimentar virtualmente o tempo e a emoção. Na realidade física as grades são eletromagnetismo criando polaridade ou dualidade de experiência, visando restaurar o equilíbrio .
Quando se está em processo de despertar e mover-se através do processo de cura, do tipo “cura de si curando outros”, se cria equilíbrio, aumenta-se habilidades psíquicas , e obtém-se um entendimento final sobre a natureza da realidade e “onde tudo está indo”. A realidade que vivemos é algo sobre a evolução da consciência na alquimia do tempo.
Portões da Grade 
Energia  da Grade é a própria essência e tecido do universo. Criada por Deja Allison ( Usui Reiki Master, Hipnoterapeuta , Ph.D em Estudos motivacionais, GBCT Instructor ) a grade não tem começo nem fim. Olhando para a grade vertical você vai ver que faz uma forma de diamante de quatro lados, seguindo a geometria sagrada da criação, mostrando a matriz de tecido entrelaçado da essência Universal. Quando a energia flui sem obstáculos, o fluxo permanece relatividade o mesmo, embora haja sempre a modulação em todos os momentos. Você pode ver exemplos de como a forma constitui outra geometria para a manifestação. O DNA humano é configurado por esta geometria. De modo que o fluxo deve ter diferentes níveis de afinação deve haver algum tipo de catálise (processo de ajuda). Pensamentos e ação são dois tipos diferentes de catalisadores. Portanto, tem de haver movimento para efetuar a alteração.
Diferentes leis afetam a consciência das grades, como equilíbrio, neutralidade, bem como imutáveis  leis-códigos de energia que, uma vez postas em movimento não podem ser interrompidas e deve jogar até o fim do programa. O como essas leis nos afetam é determinado por nossos próprios padrões de energia. Nossos pensamentos e ações determinam a Lei da Atração com os tipos de experiências a que temos vivido nesta vida ou em outra. Leis imutáveis não podem ser interrompidas, podem ser alteradas por eventos, mas não interrompidas...

Fonte : tokenrock.com | Também: missionignition.net | vortexmaps.com

Isto posto, segue a lista dos 62 vórtices na Terra. Pode ser que algum esteja no seu quintal...

Grade Mundial Becker-Hagens (World Grid), de 62 pontos de energia do planeta

1) 31.72° N / 31,2° W - Na plataforma continental egípcia , no Mar Mediterrâneo, perto do ponto médio entre as duas saídas do Nilo em Masabb Rashid e Masabb Dumyat
2) 52.62° N / 31.2° E - No rio Sozh, leste de Gomel, na junção limite de três repúblicas soviéticas - Ucrânia, Bielorussia e Rússia
3) 58.28° N / 67,2° E - Nas planícies pantanosas, a oeste de Tobolsk
4) 52.62° N / 103,2° E - Nas planícies ao norte da ponta sul do lago Bayal , à beira do planalto
5) 58.28° N / 139,2° E - Nas terras altas ao longo da costa do Mar de Okhotsk
6) 52.62° N / 175,2° E - Um pouco a leste de Attu na ponta ocidental das Ilhas Aleutas
7) 58,28° N / 148,8° W - Na beirada da plataforma continental, no Golfo do Alasca
8 ) 52.62° N / 112,8° W - Buffalo, Alberta, na borda do planalto, em terras baixas
9) 58.28° N / 76,8° W - A leste de Port Harrison na Baía de Hudson
10) 52.62° N / 40,8° W - Zona de Fratura Gibbs
11) 58.28° N / 4.8° W - Lago More na costa oeste da Escócia
12) 26.57° N / 67,2° E - À beira do Kirthar Range fronteira com o Vale do Rio Indo, diretamente ao norte de Karachi
13) 31.72° N / 103,2° E - Na borda leste do Himalaia na província de Sichuan , a oeste da cúpula Jiuding Shan
14) 26.57° N / 139,2° E - Na intersecção dos cumes Kydshu Palau, Mariana oeste, e o Iwo Jima 
15) 31.72° N / 175,2° E - No cruzamento do Planalto Hess, o cume Havai, e os montes submarinos Emperior
16) 26.57° N / 148.8° W - Nordeste do Havaí, a meio caminho entre a Zona de Fratura Murau e Zona de Fratura Molokai
17) 31.72° N / 112.8° W - Cerro Cubabi, um ponto alto ao sul da fronteira EUA / México perto Sonotia e campos de lava
18) 26.57° N / 76,8° W - Borda da plataforma continental perto de Great Abaco Island, nas Bahamas
19) 31.72° N / 40,8° W - Zona de Fratura Atlantis
20) 26.57° N / 4.8° W - Em El Eglab, uma península de terras altas à beira das dunas de areia do deserto do Saara
21) 10.81° N / 31,2° E - Terras altas do Sudão, na beira dos campos de pântano do Nilo Branco 
22) 0° / 49,2° E - Planície Abissal da Somália
23) 10,81° S / 67,2° E - Vema Trench (no Oceano Índico) no cruzamento do cume Mascarenhas, cume Carlsberg e cume Maldivas dentro da Dorsal Indiana Central
24) 0° / 85,2° E - Planície Abissal do Ceilão 
25) 10.81° N / 103,2° E - Kompong Som, uma baía natural na costa sul do Camboja a sudoeste de Phnom Penh
26) 0° / 121,2° E - No ponto médio da Teluk, Tomini , uma baía na zona norte de Sulawesi
27) 10,81° S / 139.2° E - Ponto médio da boca do Golfo de Carpentaria
28) 0° / 157,2° E - Centro do Planalto Salomão 
29) 10,81 N 175.2° E - Ponto médio da planície abissal entre Ilhas Marshall, Montanhas do Meio do Pacífico e o Planalto Magalhâes
30) 0° / 166,8° W - Nova Canton Trough (Cocho)
31 ) 10,81° S / 148,8° W - Arquipélago Sociedade
32) 0° / 130,8° W - Zona de Fratura Galápagos 
33) 10,81 N 112.8° W - Extremidade leste da Zona de Fratura Clipperton
34) 0° / 94,8° W - Junção do cume Cocos e do cume Carnegie, a oeste das ilhas Galápagos
35) 10,81° S / 76,8° W - Lago Punrrun em terras altas da costa do Peru
36) 0° / 58,8° W - Estado do Amazonas, na ponta do planalto de bacias hidrográficas menores
37) 10,81 N 40.8° W - Zona de Fratura Vema
38) 0 ° / 22,8° W - Zona de Fratura Romanche
39) 10,81° S / 4.8° W - Beira  da Dorsal Meso-Atlântica na Bacia Angola a sudeste da Zona de Fratura de Ascensão 
40 ) 0° / 13,2° E - Planalto Gabão , na intersecção de três fronteiras
41) 26.57° S / 31,2° E - L' uyengo no Rio Usutu na Suazilândia
42) 31.72° S / 67,2° E - Interseção da Dorsal Meso - Indiana com a Indiana  Sudoeste
43) 26.57° S / 103.2° E - Ponta do Planalto Wallabi 
44) 31.72° S / 139.2° E - Em uma área de planície ao leste de St. Mary Peak ( ponto mais alto na área)
45) 26.57° S / 175.2° E - Na borda da Trincheira das Hébridas, a sudoeste das Ilhas Fiji
46) 31.72° S / 148.8° W -  Oceano Pacífico Sul 
47) 26.57° S / 112.8° W - Zona de Fratura da Ilha de Páscoa 
48) 31.72° S / 76,8° W - Placa de Nazca
49) 26.57° S / 40,8° W - No oceano profundo, na borda da plataforma continental, a sudeste do Rio de Janeiro
50) 31.72° S / 4.8° W - Monte Walvis
510 58.28° S / 31,2° E - Planície Abissal Enderby 
52) 52.62° S / 67,2° E - Planalto Kerguelen 
53) 58.28° S / 103.2° E - Fundo do Oceano, a meio caminho entre Planície Abissal Kerguelen e Planície Abissal Wilkes 
54) 52.62° S / 139.2° E - Zona de Fratura Kangaroo 
55) 58.28° S / 175.2° E - Beirada da Zona de Fratura Scott 
56) 52.62° S / 148.8° W - Zona de Fratura Udintsev 
57) 58.28° S / 112.8° W - Zona de Fratura Eltanin 
58) 52.62° S / 76,8° W - ponta da América do Sul, na borda da fossa Haeckel 
59) 58.28° S / 40.8° W - Zona de Fratura Sandwich Sul
60) 52.62° S / 4.8° W - Zona de Fratura Boivet 
61) Pólo Norte
62) Pólo Sul

domingo, 7 de abril de 2013

A Esfinge, Enigma e Preconceito


A esfinge já é um enigma em si, graças entre outras coisas, à   frase que  desde o início a tem acompanhado: "decifra-me ou  eu te devoro". Não bastasse isso, os arqueólogos que alimentam a história egípcia complicaram mais ainda o enigma, deixando que a religião interferisse nas afirmações que formulam o conhecimento da ciência.
Vamos considerar o que provavelmente constitui uma das mais importantes descobertas feitas a respeito desse monumento. A discussão está acontecendo hoje, mas teve início há cerca de 60 anos com um homem chamado René Adolphe Schwaller De Lubicz, citado na nossa publicação anterior O Templo Dentro do Homem. Trata-se de um famoso arqueólogo autodidata especializado em cultura egípcia, autor de vários livros. Ele e sua filha Lucy De Lubicz demonstraram uma profunda compreensão da Geometria Sagrada.
Enquanto observava a Esfinge, Schwaller De Lubicz ficou especialmente interessado no tremendo desgaste de sua superfície. Em direção à parte de trás da Esfinge, existem padrões de desgaste formando cortes de cerca de quatro metros de profundidade em sua superfície, sendo esse tipo de padrão de desgaste totalmente diferente do que aparece em outras construções do Egito. Os padrões de desgaste de outras construções supostamente erguidas ao mesmo tempo são provocados pela areia e pelo vento, o que faz sentido‚ se acreditarmos que as construções contam por volta de quatro mil anos. Mas os padrões de desgaste da Esfinge parecem ter sido feitos pela água. Quando esta discrepância foi apresentada a arqueólogos egípcios, eles se recusaram a escutar. Essa situação continuou por cerca de 40 anos. Outras pessoas notaram essa circunstância, mas os egípcios simplesmente não admitiam o óbvio.Segundo o pensamento corrente, a Esfinge, a Grande Pirâmide e demais construções associadas foram erguidas aproximadamente 4.500 anos atrás, na quarta dinastia, no reinado de Quéops. Então um homem chamado John Anthony West ficou interessado. Escreveu vários livros sobre o Egito, inclusive The Serpent in the Sky (A Serpente no Céu) e um excelente guia de viagem sobre o país. Quando ouviu falar da controvérsia sobre a Esfinge, foi até lá verificar por si mesmo. Observou que o desgaste era inacreditavelmente grande, e que de fato parecia que a água causara o desgaste. Também descobriu, como Schwaller De Lubicz, que não conseguia fazer os arqueólogos credenciados escutarem suas convicções sobre a Esfinge.Existe uma razão para esta negação. Entendam, existem ao redor de cinco mil arqueólogos egípcios no mundo, e todos eles concordam bastante entre si na maioria das vezes. Essa concordância se tornou uma tradição. Eles fazem poucas alterações, mas não muitas, e também não depressa demais. E a maioria concorda sobre a idade das pirâmides. Todos esses arqueólogos, com a exceção de alguns‚ são muçulmanos, e seu livro sagrado é o Alcorão. E o Alcorão, com suas tradicionais reticências, diz que a criação teve início aproximadamente seis mil anos atrás.Desse modo, se um muçulmano dissesse que uma construção tem oito mil anos de idade, estaria contestando o livro sagrado da religião muçulmana. Não podem fazer isso. Simplesmente não podem. Portanto, eles nem mesmo falam sobre o assunto, nem mesmo o discutem. Se alguém disser que uma coisa qualquer tem mais de seis mil anos de idade, eles simplesmente dizem: "Não tem, não." E farão qualquer coisa para proteger essa convicção, para garantir que ninguém tenha conhecimento de algo que poderia ter mais de seis mil anos de idade.
Por exemplo, eles cercaram as pirâmides mais antigas e construíram complexos militares ao redor e dentro dos muros, assim ninguém pode chegar a elas, isoladas por oficiais militares.

Então John Anthony West saiu do mundo egípcio da arqueologia e trouxe um geólogo americano chamado Robert Shock que realizou uma análise científica confiável, usando computadores e a partir de um ponto de vista totalmente diferente. E vejam só, sem dúvida alguma, a Esfinge apresenta padrões de desgaste feitos pela água, num deserto de pelo menos sete mil anos - o que mostra que a Esfinge tem mais de seis mil anos de idade.
Como se não bastasse isso, os computadores calcularam que seriam necessários no mínimo mil anos de chuvas contínuas e torrenciais descarregadas sobre a Esfinge - ininterruptas durante 24 horas por dia, durante mil anos - para que aquele desgaste aparecesse lá. Isso significa que a Esfinge deve ter pelo menos oito mil anos. Mas é improvável que tenha recebido chuva ininterruptamente durante mil anos...então calcularam que deve ter pelo menos de 10 a 15 mil anos de idade, talvez muito mais.Quando essas evidências forem divulgadas ao mundo, será uma das revelações mais contundentes feitas neste planeta desde muito tempo. Terá um efeito maior sobre a visão do mundo acerca de si mesmo, do que provavelmente qualquer outra descoberta. Embora essas informações não sejam ensinadas nas escolas públicas, nem sejam consideradas uma verdade universal, mais de 30 milhões de pessoas viram essas idéias serem apresentadas no especial da rede de televisão norte-americana NBC, The Mysteries of the Sphinx (Os Mistérios da Esfinge). Outros canais norte-americanos importantes estão transmitindo esse programa, uma versão ampliada do programa com ainda mais informações está sendo distribuída em locadoras de vídeos, então o impacto dessa descoberta sobre nossa visão da história da Terra cresce dia a dia, apenas em decorrência desse único programa.Essa visão ainda não é aceita como conhecimento geral, embora, na comunidade científica, essas evidências tenham chegado aos quatro cantos do planeta, sendo analisadas, verificadas, consideradas e discutidas. No final, a maioria dos cientistas concordou que não se pode duvidar dessas evidências.
Portanto, a idade da Esfinge remonta agora a pelo menos dez mil, talvez 15 mil anos, talvez muito mais que isso, e já está mudando todo o ponto de vista mundial acerca da mais importante descoberta da arqueologia. Vocês sabem, a julgar por tudo o que atualmente pensamos saber, o povo civilizado mais antigo eram os sumérios, que remontam a aproximadamente 3.800 a.C. Antes disso, segundo o conhecimento convencional, nada havia a não ser bárbaros cabeludos - nenhuma civilização que existisse em parte alguma em todo o planeta. E agora temos algo com 10.000/15.000 anos de idade. Isso muda tudo. No passado, quando se descobria algo novo desse tipo, que tinha grande influência sobre o ponto de vista do mundo, levava cerca de cem anos para chegar ao povo, para a pessoa comum dizer: "Oh sim, isto é verdade!" Mas desta vez, acontecerá muito mais rápido em conseqüência da televisão, computadores, Internet, e do modo como as coisas são hoje. Os círculos científicos de hoje, pela primeira vez, estão realmente considerando com outros olhos as palavras de Platão sobre outra cultura, outro continente, num passado nebuloso, chamado Atlântida. 
A Esfinge é a maior escultura do planeta. Não foi feita por bárbaros cabeludos. Foi feita por uma cultura muito sofisticada. E não foi feita por um povo por nós conhecido aqui da Terra. De um ponto de vista científico, essa é a primeira evidência concreta a ser aceita sobre a verdadeira idade de civilização. Houve muitas outras evidências, mas eles apenas ficavam escondendo-as. Essas informações sobre a Esfinge provocaram uma fissura em nossa compreensão de nossa visão do mundo. Isso aconteceu por volta de 1990, e a fissura está aumentando agora. Temos agora a evidência aceita de que definitivamente já devia haver na Terra alguém altamente civilizado há mais de dez mil anos. 
Vocês podem observar como isso vai alterar por completo nossa visão de quem pensamos que somos.
Por que? Porque essa visão se coaduna com outra revelação importante e mais contundente. A de que a evolução não é como sempre acreditamos que fosse, ou seja, não é uma curva sempre crescente da qual nós, seres humanos modernos arrogantes, achamos que somos o topo. É sim uma linha cíclica cheia de altos e baixos, e já exibiu uma humanidade muito mais evoluída que hoje, ajudada ou não por seres de outros ciclos, sejam de outros ciclos de espaço ou ciclos de tempo, o que for...
A esfinge é um monumento com a figura de um leão cujo símbolo caracterizou uma Era de Leão na humanidade, da mesma forma que o símbolo do peixe permeia a religião da Era Cristã há 2 mil anos, o símbolo do carneiro permeia a de Aries, a Era Judaica há 4 mil,  o do touro a Egípcia há 6 mil, e assim por diante. 
O conhecimento exposto por Max Heindel no Livro Mensagem das Estrelas, pelo qual cada Era da humanidade, a partir do movimento de precessão dos equinócios, tem em média 2150 anos, coloca o signo de leão há aproximadamente 13 mil anos atrás. Nessa época deve ter sido construída a Esfinge com essa forma simbólica de leão. Faz sentido, não?

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Deus segundo Spinoza


 SPINOZA (1632 – 1677), nasceu em Amsterdã na Holanda sob o signo de Peixes (sensibilidade), mas com o Sol em conjunção com Mercúrio (razão) como um bom teólogo, filósofo e racionalista. Era de uma família judaica de origem portuguesa fugida da "Santa Inquisição" naquele país ibérico. Ser judeu naquela época em Portugal só não era pior que na Alemanha dos anos 40.
Foi um dos pais da filosofia moderna acompanhado por Descartes e Leibnitz. Seus interesses tocavam a Ética, Metafísica, Teologia, Lógica e por aí afora. Estudioso dos livros cristãos, judaicos, islâmicos, Platão, Sócrates e outros, ganhou fama por duas razões: primeiro pelas suas posições opostas à superstição (ele dizia em latim “Deus sive natura...”, ou, “Deus, ou seja, a Natureza...”, um conceito filosófico-teológico insuportável naquelas coordenadas europeias de tempo e espaço), e em segundo lugar devido ao fato da sua ética ter sido escrita sob a forma de postulados e definições, como se fosse um tratado de geometria. Enfim, razão somada à sensibilidade.
Curiosamente,  o texto abaixo soa familiar aos nossos ouvidos hoje, nesse tempo de contradições, terremotos físicos, religiosos e mentais, apocalipse e renovação. Acredite, essas palavras foram ditas em pleno Século XVII. É como se Deus, segundo a concepção de Spinoza, estivesse falando para você:

“Pare de ficar rezando e batendo no peito! 
O que eu quero que você faça é que saia pelo mundo e desfrute de tua vida.
Eu quero que você goze, cante, divirta-se e que desfrute de tudo o que Eu fiz para você.
Pare de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que você mesmo construiu e que acredita ser a minha casa.
Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias.
Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por você.
Pare de me culpar da tua vida miserável:
Eu nunca disse que há algo mau em você ou que era um pecador, ou que sua sexualidade fosse algo mau.
O sexo é um presente que Eu dei e com o qual você pode expressar seu amor, seu êxtase, sua alegria.
Assim, não me culpe por tudo o que o fizeram crer. 
Pare de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo.
Se não pode me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de seus amigos, nos olhos de seu filhinho... não me encontrará em nenhum livro!
Confie em mim e deixe de me pedir. Você vai me dizer como fazer meu trabalho? 
Pare de ter tanto medo de mim. Eu não o julgo, nem o critico, nem me irrito, nem o incomodo, nem o castigo. 
Eu sou puro amor.
Pare de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Eu fiz você... 
Eu o enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio.
Como posso culpar você, se responde a algo que eu coloquei em você?
Como posso castigar por ser como você é, se Eu sou quem fez você?
Crê que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? 
Que tipo de Deus pode fazer isso? 
Esqueça qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para  manipular você, para controlar, que só geram culpa em você.
Respeite seu próximo e não faça o que não queira para você 
A única coisa que peço é que preste atenção à sua vida, que seu estado de alerta seja seu guia.
Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso.
Esta vida é a única que há aqui e agora, e a única que você precisa.
Eu fiz você absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. 
Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro.
Você é absolutamente livre para fazer da sua vida um céu ou um inferno.
Não poderia dizer a você se há algo depois desta vida, mas posso dar um conselho. Viva como se não houvesse.
Como se esta fosse a sua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. 
Assim, se não há mais nada, terá aproveitado da oportunidade que eu dei. 
E se houver, tenha certeza que Eu não vou perguntar se foi comportado ou não. 
Eu vou perguntar se gostou, se se divertiu... Do que mais gostou? 
Pare de crer em mim. Crer é supor, adivinhar, imaginar. 
Eu não quero que acredite em mim. Quero que me sinta em você.
Quero que me sinta em você quando beija a sua amada, quando agasalha tua filhinha, quando acaricia o seu cachorro, quando toma banho no mar. 
Pare de me louvar! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja?
Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam.
Você se sente grato? Demonstre cuidando de você, de sua saúde, de suas relações, do mundo.
Você se sente olhado, surpreendido?... Expresse sua alegria! Esse é o jeito de me louvar. 
Pare de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. 
A única certeza é que você está aqui, que está vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. 
Para que precisa de mais milagres?
Para que tantas explicações?
Não me procure fora! Não me achará. Procure-me dentro de você... aí é que estou." 

EINSTEIN, quando perguntado se acreditava em Deus, respondeu: “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe.”

domingo, 25 de dezembro de 2011

Hy Brasil, o mistério...


O fato: Um incidente militar na Inglaterra nos anos 80 envolvendo uma aeronave não identificada. Ele nos remete a uma ilha lendária prédiluviana na costa da Irlanda, cujo nome tem a mesma raiz celta antiga que originou a palavra Brasil.
O local: Floresta Rendlesham, Condado de Suffolk, Inglaterra, 280 milhas a nordeste de Londres.
A história: Durante a Guerra Fria, mais de 2 mil oficiais americanos e homens alistados foram lotados em duas bases da RAF – Royal Air Force, nas margens norte e sul da floresta: RAF Bentwaters e RAF Woodbridge.
Pouco depois da meia-noite de 26 de dezembro de 1980, radares militares detectaram um objeto voador não identificado, e houve relatos de civis sobre estranhas luzes piscando no céu. Dentro de minutos, policiais militares, incluindo o sargento James Pennistone, e o aviador John Burroughs, foram enviados à floresta para investigar. 
John Burroughs e James Pennistone
 O que eles encontraram foi algo que a experiência militar deles nunca tinha visto antes: ”Com a luz se dissipando, eu comecei a ver a silhueta de uma nave triangular. Era totalmente preta, com exceção dos pontos de luzes azuis, laranja e amarelo passando por ela. Havia luzes azuis e algo como uma lança laranja por cima. Uma luz branca saía por baixo dela, e uma neblina alaranjada". Em seu relatório, o sargento Penniston descreveu estranhas dimensões da nave, com cerca de 2 metros de altura, com lados de 3 metros. Também observou marcas incomuns, símbolos semelhantes aos hieróglifos egípcios. “Eu estava esperando encontrar, eu não sei, USAF (Força Aérea dos EUA), ou algo assim, mas eram hieróglifos, pictogramas, e não faziam nenhum sentido, então eu passei a mão sobre o lado da nave, e era muito quente ao toque”.
Ao tocar a nave o militar com 26 anos de serviço afirmou ter recebido uma visão estranha e poderosa, “Era uma sequência de números zeros e uns, e simplesmente não fazia sentido. Tirei minhas mãos e... parou. E então, houve um flash de luz brilhante. e nesse momento, o que quer que fosse, subiu e partiu em direção ao litoral e não tivemos mais contato”.
Penniston e Burroughs receberam ordens do vice-comandante da base para tratar o suposto avistamento como se nunca tivesse acontecido. Ainda assim, após três décadas, James Penniston continua assombrado por sua estranha visão, tanto, que se sentiu compelido a manter uma anotação da mesma, um registro que manteve trancado por quase 30 anos: “É como se alguém estivesse segurando uma foto, desses zeros e uns e... eu podia vê-los em minha mente. Então eu os registrei. o que eles significam? Eu não sei.” 
Ilustração da Nave na Floresta Rendlesham
 Por quase 30 anos após seu encontro com a suposta aeronave não identificada, os aviadores militares já reformados Penniston James e John Burroughs raramente falam um com o outro sobre o incidente. No entanto, os dois homens permaneceram assombrados por sua experiência: “Eu quero saber o que era. Eu penso que há pessoas lá fora, e nosso governo tem que ter uma idéia melhor, e poderiam nos dizer o que se passou, o que aconteceu conosco, mas eu não sei como dizer ao certo o que era e de onde veio”. 
 “Há certos incidentes que aconteceram lá, que eu não me lembro... Ed disse que se lembra de mim puxando a arma, e depois todos nós apagamos. E eu não me lembro disso”.
Pouco depois de seu encontro relatado, James Penniston sentiu-se compelido a escrever a longa e complexa sequência numérica de zeros e uns, que alegou ter visto quando ele tocou o objeto, mas eram apenas números realmente aleatórios? Eu estava ficando com isso, não na memória, mas numa imagem mental desses códigos, um tipo de código binário. Então, eu tentei reprimir, mas tinha esse desejo de por para fora. Agora sabemos que a melhor maneira de se comunicar com uma civilização antiga é o código binário. Se nós sabemos isso, então, obviamente, alguém mais no universo vai saber também. E quando sabemos que os nossos antepassados, por conta própria ou com alguma ajuda de estranhos, sabiam isso, então percebemos que realmente o código binário é o melhor, se não o único meio, de comunicação alienígena.
Por três décadas, Penniston manteve a misteriosa seqüência numérica oculta entre as capas do caderno da Força Aérea. Lá ela permaneceu... sem ser examinada e indecifrável, “Eu estava morrendo de medo. Ficava sentado lá pensando: tudo bem, há algo errado com você, Jim. Você não está bem. você não está pensando direito, e este material é tão bizarro que você não pode dizer isso a ninguém. Eles vão retirar sua arma, eles vão te expulsar. Todas aquelas coisas eram perigosas. Isso é o que eu estava pensando naquele momento, que se contasse a alguém o que eu estava pensando, seria o meu fim”. Depois de finalmente deixar a Força Aérea e voltar para os Estados Unidos, Penniston notou que estava sendo assombrado por sonhos persistentes, tanto sobre sua experiência na floresta, como do significado da misteriosa mensagem numérica que recebeu: “O que eles significam? Eu não sei. eu nunca os tinha analisado ou coisa parecida. Quero dizer, estávamos lá fazendo nosso trabalho com uma situação que nunca tínhamos tratado antes”
Código binário anotado 1 de 5 págs.
 Em de outubro de 2010, Penniston então confiou suas seis páginas manuscritas de uns e zeros para um programador de computador. Ele esperava que a aparente série aleatória de números pudesse ser traduzida em algo semelhante a uma mensagem legível. Alguém poderia escrever de memória seis páginas de código binário? Bem, provavelmente não. Precisaria de alguma ajuda, ou teria de ser alguma espécie de sábio ou supercalculadora, “Eu comecei a transcrevê-lo em meu computador para ver o que eu poderia encontrar. Eu pensei, isso não vai servir para nada”. E então algo que parecia ser uma mensagem real de aliens surgiu, para sua surpresa. Depois de o técnico ligar os números em um computador, uma frase fragmentada surgiu, ela dizia: "Exploração da humanidade continua para avanço planetário". Outra parte da mensagem revelou o que pareciam ser coordenadas de navegação (latitude e longitude).
Quanto às coordenadas de navegação, incrivelmente, elas apontam para a localização geográfica de uma lendária e misteriosa ilha submersa, conhecida nas lendas celtas como “Hy Brasil”, que já foi dita ser o lar de uma civilização milhares de anos à frente de seu tempo. Ela também é ocasionalmente chamade de "A Outra Atlântida”. Acredita-se que Hy Brasil era uma terra misteriosa, e as pessoas que viviam ali tinham um alto grau de civilização. Eles usaram tecnologia de som e tecnologia de cura vibracional e eram muito éticos, pessoas altamente morais, e consideravam todos na Europa como bárbaros, na época, e não queriam se misturar com eles. Eles desfrutaram o isolamento e a solidão.
Mapa Pizigani - Ilhas S. Brandão, Mayda, Brasil, Daculi
A estranha mensagem binária do caderno de Penniston lista com precisão de GPS as coordenadas da lendária ilha Hy Brasil: 52º Norte 09’ 42,5” e 13º Oeste 13’ 12,7, no meio do Oceano Atlântico, perto da costa da Irlanda. Qual o significado disso?
Em dezembro de 2010 James Penniston encontrou-se com John Burroughs, e traçaram planos de retornarem à Floresta Rendlesham, no exato local onde eles afirmam ter encontrado a nave misteriosa décadas antes, “Nós estamos compelidos a voltar. Estar nessa área nos fará recordar tudo que aconteceu em dezembro de 1980. Eu não posso explicar isso, como eu não poderia explicá-lo pela primeira vez, mas eu acho que nós vamos ter uma compreensão melhor do que precisamos fazer a partir daí. Pode haver mais? Sim, pode haver mais, se Penniston e Burroughs retornarem à floresta inglesa, onde eles afirmam ter tido um “contato imediato”. O que eles irão encontrar lá? Mais pistas? Ainda mais mensagens? E o misterioso código binário encontrado no caderno de Penniston? A frase "Exploração da humanidade continua para o avanço planetário" e as estranhas coordenadas geográficas, que apontam para uma ilha perdida, realmente nos levam a que?
A ilha: você pergunta “Se a ilha Hy Brasil não existe hoje, como se afirma que essas coordenadas estão corretas e correspondem a ela?” A resposta nos remete às chamadas Ilhas Afortunadas registradas em vários mapas antigos medievais chamados Portulanos, entre os quais se inserem os famosos mapas do navegador turco Piri Reis que registravam inclusive os restos finais da Ilha de Poseidon, último reduto da mítica Atlântida registrada historicamente por Platão e Fídias no livro “Timeu” (nome do sábio egípcio).
As lendárias Ilhas Afortunadas ficaram também ligadas à lenda das viagens de São Brandão, o monge irlandês que as teria visitado e nelas teria encontrado o Jardim do Éden. Através desta lenda, as Ilhas Afortunadas ficaram associadas ao conjunto mais abrangente das ilhas míticas do Atlântico (Sete Cidades, Antília e ilha do Brasil entre outras).
Diz uma lenda popular que, após Helena de Tróia ter se casado com Aquiles, eles viveram nas Ilhas Afortunadas.
A ilha mitológica Hy Brasil foi representada em muitos mapas do Oceano Atlântico de 1325 a 1865. A presença da "ilha Brasil" em mapas medievais já deu a muitos a impressão de que a terra e o nome do Brasil eram conhecidos desde o século XIV. Na verdade, a ilha legendária nada teve a ver com as terras da América. Alguns especularam que sua presença nos mapas e no imaginário dos navegadores influenciou, pela coincidência, a fixação do nome de "Brasil" à terra inicialmente chamada pelos portugueses de "Vera Cruz", mas não há provas disso.
O mapa de Fra Mauro de 1459 indica uma ilha de nome "Brazil" com a inscrição em italiano: "Queste isole de Hibernia son dite fortunate", ou seja, classifica-a como afortunada.
Fernando Pessoa, o poeta sensitivo e misterioso, usa as “Ilhas Afortunadas” como título de um de seus poemas que roça o Invisível com a sutileza delicada e necessária:
   “Que voz vem no som das ondas
    Que não é a voz do mar?
    É a voz de alguém que nos fala,
    Mas que, se escutarmos, cala,
    Por ter havido escutar.

    E só se, meio dormindo,
    Sem saber de ouvir ouvimos
    Que ela nos diz a esperança
    A que, como uma criança
    Dormente, a dormir sorrimos.

    São ilhas afortunadas
    São terras sem ter lugar,
    Onde o Rei mora esperando.
    Mas, se vamos despertando
    Cala a voz, e há só o mar”.