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quinta-feira, 1 de junho de 2017

O Revolucionário "Low Profile"

Guardem o nome: Zecharia Sitchin. Em 2/2/2014 falamos de uma entrevista dele na postagem A Outra História do sistema Solar . Agora complementamos com mais informação.
Depois dele a história do nosso sistema solar, do planeta e da raça humana vai mudar. Já está mudando. Só falta reescrever os livros didáticos nas escolas.
Nascido em Bacu no Azerbaijão em 1920 e falecido em Nova Iorque em 2010, formou-se em Economia na London School of Economics na Universidade de Londres, mas o que ele gostava mesmo era de História Antiga, Arqueologia, Antropologia, Astronomia e outros bichos. Já falamos dele em outras postagens.
Foi um escritor de pelo menos 11 livros, alguns dos quais em pdf, que podem ser encontrados no site http://minhateca.com.br/Cronicas.da.Terra/Documentos ou em outros meios gratuitos. São eles:

  • O 12º Planeta
  • A Escada para o Céu 
  • O Livro Perdido de Enki
  • Guerra de Deuses e Homens
  • Os Reinos Perdidos
  • Gênesis Revisitado
  • O Começo do Tempo
  • Encontros Divinos
  • O Código Cósmico
  • O Fim dos Dias
Li e reli o "O 12º Planeta" uma pá de vezes, tal o volume de informação valiosa por cm² que ele apresenta. O autor defendeu uma explicação alternativa para a origem da humanidade. É pouco? E envolve uma versão da teoria dos "astronautas antigos" de Erich von Daniken e do Raelismo, teorias que inicialmente escandalizaram mas que hoje são as únicas coerentes após as últimas descobertas arqueológicas no planeta inteiro. Eu me pergunto como é que o "stablishment" cultural oficial nunca aventou antes isso que ele afirma, mesmo após verificar tantas incongruências históricas e arqueológicas? Aí tem coisa...
Ele atribui a criação da primeira cultura do planeta na conhecida Suméria, hoje Iraque, terra das Mil e Uma Noites que por si só já é uma das maravilhas da Criação. Isso graças aos "Anunnaki" (ou "Nefilim" do Velho Testamento cristão, os "gigantes" ou "anjos caídos do céu" cujo esporte favorito era correr ávida e voluptuosamente atrás das terráqueas). Eram portanto um grupo que se misturou geneticamente aos hominídeos existentes na Terra. A mitologia grega, e outras, falam disso o tempo todo através dos seus deuses e deusas do Olimpo que só faziam praticar esse esporte. Eles eram dados como expulsos de algum lugar ou "deportados", gigantes de uma raça extraterrestre mais evoluída, e nativa de um planeta peregrino chamado Nibiru (ou planeta X, ou 12º Planeta, Hercolubus...).           
Ele faz parte do nosso sistema solar percorrendo uma órbita excêntrica entre Marte e Júpiter, no sentido contrário da varredura dos outros planetas, o que atesta a sua condição de "forasteiro" aprisionado pela atração de Netuno, e passa perto do Sol (perigeu) aproximadamente a cada 3600 anos. Ele, Zecharia, afirma que toda a mitologia suméria é a evidência e prova disso. Por que? Como ele sabia?
Porque ele minuciosa e pacientemente ajudou a referenciar e traduzir um lote enorme de artefatos cilíndricos sumérios de impressão manual (pai das impressoras offset de hoje) e tabuinhas de argila sumérias de milhares de anos atrás. Eram os livros quase eternos feitos de barro. Hoje estão guardadas, a maioria num museu na Alemanha, elucidando, além do sistema solar hoje conhecido, a história dos 3 ramos da humanidade que povoaram a Terra após o Dilúvio (Semitas, Camitas e Jafetitas, a partir dos 3 filhos de Noé) incluindo povos que são seus herdeiros da Atlântida, o Egito, Ásia, Índia, Europa, África e América. De passagem ajudou a elucidar enigmas sobre temas até hoje obscuros tais como, entre muitos outros: 
  • Como se formou, evoluiu e se acotovelou o sistema solar desde o início a partir de Apsu, o deus Sol sumério? 
  • De onde veio a Lua, Plutão, Cinturão de Asteroides, cometas? 
  • Marte já foi habitado?
  • Porque a Lua mostra sempre o mesmo lado desde sempre e suas crateras são diferentes das dos outros corpos celestes?
  • Qual a ordem de "nascimento" dos planetas, influências recíprocas, etc.?
  • Porque são eles "deuses"?
  • Porque são sempre 12? 
  • Porque o 12 está presente em todas as teogonias e tradições inclusive a Astrologia e no sistema de medidas e contagem com seus múltiplos e sub-múltiplos?
  • Porque todas as tradições antigas e religiões do planeta sem exceção são tão parecidas até mesmo nos nomes dos personagens, deuses e heróis?
  • Porque os "deuses" sempre se misturaram aos homens?
  • Porque as tradições em suas inscrições em pedras nos templos falam e desenham naves que voavam, com armas incrivelmente letais, até mesmo atômicas, dilúvios, arcas de salvação, tudo a dezenas ou centenas de milhares de anos no passado?
  • Porque elas sempre vem dos céus (e vão) fazendo muito fogo, luz e barulho como os "vimanas" que eram naves espaciais antigas citadas nos Vedas, um dos textos mais antigos do planeta?
  •  Porque a evolução do equipamento biológico/antropológico do ser humano e da humanidade como conjunto não se deu lenta e uniformemente como seria previsível pela Teoria da Evolução de Darwin, mas claramente ocorreu em "espasmos" constantes sincronizados no tempo? E geralmente com intervalos regulares.
  • Fomos "importados" para a Terra ou fomos "criados por deuses" como diz o Antigo Testamento? Qualquer das duas teorias é diferente do que as coisas que a História nos conta.
Sério, claro, conciso e preciso, ele revolucionou os conceitos e conhecimentos de todas as áreas que abordou. Vamos falar muito do seu trabalho, afirmações e conclusões.
O mesmo rebuliço progressista que Champollion pai da Egiptologia causou na época de Napoleão com a descoberta da Pedra de Rosetta, ele Zecharia causa hoje com muito maior amplitude na história da raça humana e do sistema solar em que vivemos, a partir de tudo o que foi descoberto por ele, guardado hoje no Museu do Antigo Oriente Médio em Berlim entre outros.

Zecharia é um personagem obrigatório dos vídeos do Alienígenas do Passado do canal History Channel juntamente com os apresentadores e entrevistados de até maior visibilidade como Giorgio Tsoukalos, David Icke, David Wilcock, Nick Redfern, Nick Pope, Linda Moulton Howe, David Childress, George Noory e outros. São eles, a exemplo de Zecharia, figurinhas carimbadas com visões muito controvertidas em relação à visão comportada do rebanho que é a humanidade no mundo inteiro com relação a ovnis. 
Entre eles frequentemente aparece Stanton Friedman, um corajoso físico nuclear e pesquisador de ovnis americano-canadense que foi o investigador civil original do Caso Roswell. Friedman cultivou uma imagem de um "fora de esquadro", um cientista renegado, peitudo o suficiente para dizer ao mundo o que ele sabe sobre discos voadores. Ele passou o último meio século pesquisando reivindicações de casos de OVNIs, e sua conclusão é que "Alguns OVNIs são inteligentes controlados por nave espacial extraterrestre, e esta é a maior história do milênio ... Estou convencido de que estamos lidando aqui com um Watergate cósmico ", disse ele a AOL News.
Todo esse movimento sobre ovnis vem encontrar em Zecharia, um valioso pesquisador linguístico e antropológico, e dono de uma visão demolidora dos pseudo historiadores limitados pela visão medrosa do "status quo" e do classismo aristocrático dos cientistas que atravancaram e atrasaram o conhecimento da humanidade. Sem ele, esse movimento não teria o apoio e as bases sólidas em que se apoia hoje. 
As perguntas corretas são então:
  • Se o fator ovni atesta que há inteligência alienígena por trás da evolução do planeta, de onde eles vieram para influenciar a humanidade? 
  • Como foi historicamente a chegada, a influência e os resultados sobre o ser humano?
  • Onde estão os registros históricos, sociais, culturais, religiosos e evolucionários dessa interação?
Zecharia dá o recado e reponde na sua obra. E vai fundo. Você pode (e deve) até duvidar quando começa a ler mas, se mantiver o intelecto aberto, focado, atento e interessado vai terminar diferente de quando entrou. Que bom que temos ele, um pesquisador corajoso que abre a sua mente para conciliar a ciência com o mágico. Um verdadeiro cientista.

Nota 1: Por que se chama " O 12º planeta"? Porque os sumérios consideravam o conjunto do sistema solar como 12 corpos celestes incluindo o Sol, a nossa lua, e um outro desconhecido por nós. Então na nossa contagem limitada são 9 planetas no sentido estrito em que usamos, ou seja, sem sol e sem satélite.

Nota 2: O Instituto Caltech da California noticiou em 2014 que "deve haver, pelos cálculos de 2 astrônomos seus, um 10º planeta com uma órbita elíptica enorme e inclinada a 35 graus da da nossa eclíptica". Vixe! 
Como dizia o Hugo Carvana, "se segura malandro"!


domingo, 2 de fevereiro de 2014

A Outra História do Sistema Solar

Zecharia Schitin (1920, Azerbaijão / 2010, Nova York) foi um estudioso dedicado do Oriente e escritor. Conhecedor profundo da região oriental em torno da antiga Mesopotâmia, considerada o berço da humanidade, e das suas histórias e culturas, estudou exaustivamente o Velho Testamento, as língua sumériana, acádica (elo entre Assíria e Babilônia), e foi um dos primeiros leigos a estudar e traduzir milhares de pequenos tabletes de argila com escrita cuneiforme, que lançaram uma luz num passado obscuro e controvertido do nascimento do homem no planeta. Esses tabletes, comparativamente no caso das civilizações da Mesopotâmia, correspondem ao que foi a contribuição da Pedra de Roseta para a compreensão da civilização egípcia.
Schitin foi e é criticado pelo stablishment científico da mesma forma que fizeram com Schwaller de Lubicz, egiptólogo famoso citado em nossa postagem O Templo Dentro do Homem, pela mesma razão: era um livre atirador, não tinha o "canudo" acadêmico, não era um "insider" do grupo e não seguia os seus cânones. Acontece o mesmo com Eric von Daniken até hoje, e vai ser sempre assim.
Seu livro O 12º Planeta, entre outros, lança uma teoria inesperada mas bem fundamentada em estudos arqueológicos, culturais e linguísticos, que vale a pena conhecer mesmo que discordemos. O texto detalhado, rico e profundo dos infindáveis aspectos intrincados dessa região mostra que para discordar vai ser preciso muito trabalho pelo leitor interessado. Não foi por acaso que a Mesopotâmia produziu a maravilha literária que é "As Mil Noites, e Uma Noite" (que aliás, poucos sabem, é o verdadeiro nome original da obra - leiam de novo) admirada pelos grandes nomes da cultura do planeta.

Segue então uma entrevista do Jornal Infinito com Zecharia Sitchin antes de 2010:

 Infinito -Você pertence a um pequeno numero de estudiosos que conseguem ler as tábulas de argila encontradas na Mesopotâmia. O que despertou seu interesse nelas? 

Sitchin - Isso vem desde os meus dias de escola. Estávamos estudando a Bíblia (Antigo Testamento) em seu idioma original, o hebraico; chegamos ao capítulo 6 do Gênesis, a história do Dilúvio. O capitulo começa com vários versos enigmáticos, dizendo-nos que no tempo pouco antes do Dilúvio, "havia gigantes sobre a Terra", e eles se casaram com as Filhas do Homem e tiveram filhos delas. E eu levantei a mão e perguntei à professora: por que a senhora diz "gigantes" quando a palavra na Bíblia é Nefilim, que significa "aqueles que desceram", e não "gigantes"? Em vez de me elogiar por meu conhecimento de hebraico, ela me repreendeu. Não se questiona a Bíblia! E isso me magoou muito e me deixou pensando quem eram os Nefilim, e por que eles eram assim chamados. Com o tempo, eu descobri que aqueles versículos (assim como a história toda do Grande Dilúvio) se originava de um povo chamado sumério, que milhares de anos antes de a Bíblia ser composta, escreveu em tábulas de argila a história e a pré-história da Humanidade. Assim, esta foi a origem de meu interesse nas antigas tábulas da Mesopotâmia. 

Infinito - E o que as tábulas diziam? 

Sitchin - As tábulas diziam que de fato houve um Dilúvio que engolfou a terra habitada e que milhares de anos antes de ele acontecer os Anunnaki, que em sumério significa "aqueles que vieram do céu para a terra", vieram à Terra de seu planeta Nibiru, e foram os Elohim ("deuses") que disseram uns para os outros: Vamos criar Adão à nossa imagem evoluída na Terra ao nível do Homem.

Infinito - Outros concordam que era isto o que as tabulas diziam?

Sitchin -Sim, é claro que outros estudiosos concordam que é isto o que as tábulas dizem, porque depois que elas foram encontradas por arqueólogos nos últimos 150 anos e decifradas e traduzidas (começando com George Smith, "The Chaldean Account of Genesis", em 1876, e L. W. King, "The Seven Tablets of Creation", em 1902), não havia como negar isso. Mas pelo fato de as histórias envolverem os chamados deuses dos povos antigos, eles foram considerados mitos -"mitologia'. Além disso, a idéia de seres com forma humana vindos para a Terra de outro planeta - astronautas antigos - era, é claro, impensável naquela época; assim, tinha de ser mitologia e não registros factuais. Mas quando eu comecei a pensar seriamente que não, aqueles eram registros de eventos que realmente aconteceram, estávamos no começo da Era Espacial, assim para mim fazia sentido; e quando li os textos antigos deste ponto de vista, tudo começou a ficar claro.

Infinito - Mas agora que sabemos que as viagens espaciais são possíveis, por que os outros ainda acham que esses eventos são mitologia? 

Sitchin - Por causa de Nibiru, planeta deles, e a aceitação da idéia de que não estamos sós.

Infinito - O senhor pode explicar? 

Sitchin - Sim, eu posso tentar explicar. Mesmo aqueles que aceitam a probabilidade de vida inteligente em outros lugares do universo, dizem que o sistema estelar mais próximo com possibilidade de ter planetas com vida está tão distante que ninguém daqui conseguiria ir lá e certamente não poderia ir e vir, para lá e para cá, como faziam os Anunnaki. Mas concluí que o planeta deles pertence a nosso sistema solar, com um período orbital de cerca de 3.600 anos, portanto, essa viagem espacial de lá para a Terra é muito exeqüível durante tais órbitas. Isso justifica chamar os Anunnaki pelo nome tabu de "extraterrestres", que é usado por pessoas que acreditam em OVNI, etc., mas é tabu para os acadêmicos do establishment.

Infinito - Algum planeta, hoje pertencente a nosso sistema solar, foi descoberto? 

Sitchin - Durante muitas décadas, muitos astrônomos estavam convencidos de que há mais um planeta além de Plutão. Eles o chamam de "Planeta X", significando desconhecido bem como "décimo planeta" (Eu me refiro a Nibiru como o décimo segundo planeta, porque os sumérios contavam o sol e a lua e 10 planetas para um sistema solar de 12 elementos). Uma pessoa que procurou o planeta foi o Dr. Robert Harrington do Observatório Naval dos Estados Unidos (que faz parte do Departamento de defesa americano), que concordou com minha teoria sobre os sumérios. (o desenho que ele me mandou está em meu livro Gênesis Revisitado). Perturbações nas órbitas de Netuno e Plutão indicam a existência de força gravitacional de outro planeta. A nave espacial Pioneer 10 mostra indicações semelhantes desde o planeta grande e distante também nas fronteiras do sistema solar. Em 1983, a nave espacial IRAS descobriu que tal corpo celeste estava de fato se movendo em direção a nossa parte do sistema solar - como Nibiru faria. Mas todas essas descobertas, mesmo quando relatadas, são logo negadas e tratadas como algo que seria melhor ignorar. 

Infinito - Por quê? 

Sitchin - Porque reconhecer a existência de mais um planeta é confirmar o conhecimento que os sumérios tinham de Nibiru; e uma vez que tal conhecimento (sem telescópios e veículos espaciais) só poderia vir dos Anunnaki, isso significa confirmar a palavra tabu "extraterrestres". 

Infinito - Então, o problema é de aceitação científica?

Sitchin - A comunidade científica começa a perceber que muitas das últimas descobertas - no espaço, na astronomia, na biologia/genética, na geologia - corroboram minha abordagem quanto aos textos sumérios. Eu dediquei um livro à comparação do conhecimento dos antigos com as descobertas modernas (Genesis Revisited), e estou atualizando este aspecto em meu site de internet SITCHIN.COM Mas existem, é claro, outras razões para a não-aceitação, por exemplo, fundamentalistas que insistem que o Céu e a Terra foram criados em apenas seis dias. 

Infinito - Estas atitudes estão mudando? 

Sitchin - Sim, estão. Um de meus maiores fãs é um padre católico na Califórnia que disse que a compreensão de que os deuses antigos eram apenas emissários de Deus, com D maiúsculo, reforçou a crença dele em um Criador Universal. No ano passado, em uma conferência na Itália, tive um diálogo em público com um teólogo do Vaticano, Monsenhor Balducci, que admirava minha pesquisa e concordou comigo de que (a) pode haver seres inteligentes em outro planeta e (b) que visitas de extraterrestres à Terra são possíveis. Eu relato o diálogo em meu site de Internet. 

Infinito - Isso tudo é só sobre o passado? O senhor disse que os Anunnaki estavam indo e vindo. Eles estão ainda hoje indo e vindo? 

Sitchin -Meus escritos, como você apontou, são baseados em fontes da Antigüidade, desde os sumérios e depois outras fontes. Mesmo o Novo Testamento nos deixa a alguns 2000 anos atrás. Assim, discutir o que aconteceu depois disso requer uma mudança de enfoque, lidar com novas evidências - talvez menos com escritos claros e mais com a interpretação das evidências físicas, o que pode ser controvertido. 

Infinito -O senhor pode explicar o que quer dizer com "mudança de enfoque"? 

Sitchin - Com relação a registros escritos do Oriente Próximo antigo eu sinto uma grande certeza, uma vez que posso ler as tábulas eu mesmo e consigo ler o Antigo Testamento em hebraico. Sei o que dizem e aceito o que dizem como informação factual. Depois que deixamos essa região e aquela época, mesmo começando com o Egito antigo, temos de confiar na compreensão e em evidências datadas de natureza física, tais como as pirâmides no Egito, pinturas em cavernas como no Brasil, estruturas enigmáticas como em Tiwanaku (Peru) ou nas Linhas de Nazca, e ter a ajuda de reminiscências orais, que são chamadas de "lendas", em vez de escritas.

Infinito - O senhor trata disso em seu livro Os Reinos Perdidos, então acredita que esses lugares e suas lendas dão continuidade à mesma história? 

Sitchin - Sim. Eu mostro que a principal divindade da Meso-América, Qetzalcoatl (A Serpente Alada) era o deus egípcio Thoth, que era o deus sumério Ningishzidda, e eu então explico não apenas a semelhança das pirâmides, mas também a aparição dos Olmecs - um povo de descendência africana que inexplicavelmente veio para o México em cerca de 3100 AC e trouxeram a Mãe Civilização aos nativos. O mesmo ocorre com outras divindades da Antigüidade. Quando se estudam as "mitologias" de toda parte, parece haver panteões diferentes com muitos deuses diferentes. Mas quando se constata que os nomes diferentes têm o mesmo significado nas diferentes línguas, percebe-se que todos estão falando sobre os Anunnaki dos sumérios. Assim, o pai de Qetzacoalt /Thoth/Ningishzidda era Enki, a quem os egípcios chamavam Ptah. Ele era também o pai do deus egípcio Ra, conhecido por outros como Marduk.

Infinito - Uma mudança na arena do drama de deuses e homens? 

Sitchin - Uma mudança de enfoque, uma mudança nas evidencias. Um novo capítulo, mas no mesmo livro. Ao tratar o que aconteceu no Novo Mundo como parte da história que começou no Velho Mundo, é possível entender melhor as evidências físicas e levar mais a sério as "lendas". 

Infinito - O senhor está convencido de que "eles" estiveram aqui... Eles ainda estão aqui?

Sitchin - Isso nos afasta do que eu considero fato - sim, eles estiveram aqui - e vai para a especulação, que também significa profecia. Porque a questão é, antes que alguém pergunte se eles ainda estão aqui: eles foram embora? E se foram embora, vão voltar? Não quero especular se eles estão aqui, porque isso leva a conversas sobre conspirações e influências satânicas, etc. - com que eu não tenho absolutamente nenhuma ligação. Prefiro não especular. 

Infinito - Mas o senhor disse em suas palestras e vídeos que "o passado é o futuro", então o senhor deve acreditar em algo?

Sitchin - É verdade, porque se alguém considera as fontes bíblicas como os legado de tempos mais remotos, então devemos trocar a palavra "especulação" por "profecia". É a propria bíblia - que eu considero um documento histórico em vez de teológico - que no final do primeiro milênio AC mudou de (a) história da criação, (b) as ações dos Anunnaki no período que antecedeu o Dilúvio, (c) as civilizações humanas pós-Dilúvio, os tempos históricos; para (d) previsões de coisas por acontecer, que são chamadas "profecias". E ela diz repetidamente: "os últimos serão os primeiros", ou no Livro da revelação: "Eu sou o Alfa e o Omega, eu sou o primeiro e o último." 

Infinito - Então, o que aconteceu vai acontecer novamente? Um ciclo de eventos como os calendários maias?

Sitchin - Sim, como os calendários maias que estão atrelados às crenças mesopotâmicas de que o Grande Deus Qetzalcoatl, "a Serpente Alada", que se foi, mas prometeu retornar. Assim o calendário está atrelado ao Retorno esperado. A conclusão inevitável é que, com base em profecias bíblicas, atém mesmo em crenças mesopotâmicas, um Retorno - o que os judeus chama de tempos messiânicos, e os cristãos chamam de a Segunda Vinda - vai acontecer. 

Infinito - Seria esta data o ano de 2012, que alguns atribuem ao calendário maia? 

Sitchin - Esta data (ou um pouco depois dela, dependendo de como se conta) surgiu de uma suposição de que o grande ciclo dos maias seria concluído com 13 grandes ciclos, mas por que não 14 ou 15? Estou mais inclinado a basear minha pesquisa no calendário introduzido pelos próprios Anunnaki - o calendário zodiacal. 

Infinito - E o que o senhor vê no calendário zodiacal? 

Sitchin - Os dados apontam para a Era de Peixes como a época do aparecimento da espaçonave deles entre Marte e a Terra, e nós ainda temos de esperar o século XXI, este século, para chegar em Peixes...

Infinito - Isso é bastante especifico para alguém que não gosta de especular...

Sitchin - Então, que tal deixarmos as coisas assim? 

Infinito - Ok. Uma última pergunta: O senhor escreveu oito livros; há mais a caminho?

Sitchin - - É claro... Ainda há muito mais a contar. De fato, o novo livro, que sai em alguns meses, vai reapresentar as Memórias e Profecias de Enki.

Infinito - Enki, aquele que chegou aqui como o primeiro líder, o Forjador da Humanidade? 

Sitchin - Sim..

Os livros de Zecharia Sitchin são: 

  • O 12º Planeta
  • A Escada para o Céu
  • O Livro Perdido de Enki
  • Guerra de Deuses e Homens
  • Os Reinos Perdidos
  • Gênesis Revisitado
  • O Começo do Tempo
  • Encontros Divinos
  • O Código Cósmico
  • O Fim dos Dias
  • Havia Gigantes na Terra
Se gostou do assunto, veja o vídeo sobre o tema: O 12º Planeta 




domingo, 1 de dezembro de 2013

Rio, O Mistério do Ponto 49

Submersível japonês que coletou as rochas
Como dizia o primo Altamirando, personagem do grande Stanislau Ponte Preta, um dos maiores humoristas brasileiros, “Vinha eu comendo as minhas goiabinhas, quando vi uma notícia no jornal (naquela época não havia internet) e  “deu um estalo”  ao lembrar de  uma outra informação”. Vamos juntar as duas e ver qual é o resultado...

Informação 1 : 

 "Pedaços de rocha encontrados no Oceano Atlântico, 1500 km perto do Rio  de Janeiro no caminho entre África do Sul e Brasil, podem ser o indicativo de um continente perdido na história do planeta Terra“. Isso faz um ano.
De acordo com Roberto Ventura Santos, diretor de geologia de recursos minerais da CPRM -  Companhia de Pesquisas em Recursos Minerais, o material foi coletado no ano passado a 2500 metros de profundidade, em uma região conhecida como Alto do Rio Grande. 
Trabalhos de dragagem do fundo do mar trouxeram à tona uma rocha “inusitada”, como define Ventura, porque não se encontra granito no fundo do mar. O normal é achar no continente.  Supõe-se então que esse granito encontrado no fundo do mar, no passado encontrava-se ao ar livre e não no fundo do mar.
O reforço de que pode se tratar mesmo de um pedaço de um continente veio agora com uma expedição do navio japonês Yokosuda dentro do projeto “Busca pelos Limites da Vida” – uma iniciativa da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia da Terra e do Mar (Jamstec), que tem a cooperação científica de pesquisadores de universidades brasileiras e do CPRM. (Aqui entre nós, é um álibi para encobrir interesses econômicos do Japão na região, mas deixe para lá... )
O que importa é que a área fica localizada nas coordenadas geográficas de 40° Oeste e 27° Sul, como você vai ver abaixo.

Informação 2:

Na Grade Mundial (World Grid) de pontos de energia do planeta, chamada A Grade “Becker- Hagens”, há um ponto entre os 62 existentes (o ponto 49°) que fica exatamente nesse lugar no Atlântico: 40° Oeste de Greenwich e 27° Sul do equador, na frente do Rio de Janeiro. Logo ali (rsrs). 
Quando esses pontos estão em terra firme, sempre os seres humanos (com ou sem ajuda de "outros", pelo que se sabe) constroem em cima deles cidades, monumentos, templos, menires, grandes blocos, obeliscos, pirâmides, etc.. por razões que hoje estão ficando mais claras.
Pode ser que essa missão “científica” Brasil-Japão descubra algo nas pesquisas que prometeram fazer no local a partir dos indícios já encontrados, e então talvez o ponto 49 produza a faísca que imaginamos unindo uma civilização ancestral (a Atlântida) e a costa do Rio. Aliás sabemos das inscrições fenícias não ainda decifradas que existem na Pedra da Gávea,em terra firme, no Rio.
Para os entendidos, essa grade funciona para o planeta Terra como os pontos dos meridianos de Acupuntura para o ser humano, pois sabe-se que a Terra é um ser vivo (e às vezes tem uns pontos, ou vórtices de energia que a ligam magneticamente ao Cosmo) e esses pontos tem desequilíbrios também. E  doem, e acusam doenças, como em nós.
Como você pode observar na Grade Mundial, há outros lugares assim na América em vários pontos: ficam no Perú, ficam perto de Miami na Flórida (Triângulo das Bermudas), etc.. e muitos outros espalhados por todo o mundo. No final vamos dar a lista desses pontos.
Como há muitas pessoas que não conhecem essa rede, vamos falar um bocadinho sobre ela. Não mude de canal. 
A Grade Mundial
A idéia da Terra como uma forma geométrica na cultura ocidental, vem lá de trás na história , pelo menos desde a escola pitagórica de pensamento na Grécia antiga. Seu famoso defensor , Platão, escreveu que " a terra, vista de cima, se assemelha a uma bola costurada a partir de 12 pedaços de pele”. Subdividindo-se os 12, obtemos uma figura mais detalhada como abaixo, e aí a coisa vai em frente. As linhas são hoje chamadas Linhas de Ley e os pontos de cruzamento são chamados vórtices. Dê uma olhada na costa do Rio de Janeiro e você vai entender. 
Descrição da Grade “Becker- Hagens” 
Os sólidos geométricos chamados octaedro (8 lados), tetraedro (4), icosaedro (20) e o dodecaedro (12) completam a grade mundial. Esta informação foi juntada por uma equipe de marido e mulher, Becker e Hagens. William Becker é professor de Desenho Industrial da Universidade de Illinois, Chicago e Bethe Hagens é professora de Antropologia na Governors State University. Esta equipe de marido e mulher mostra como essas formas funcionaram na recente Grade da Terra que eles chamam de “Unified Vector Geometria 120 Poliedro, ou o UVG120 " Estrela da Terra ". A tradução poderia ser Geometria Unificada Vetorial de 120 Poliedros (corrijam se a tradução estiver errada).
Becker e Hagen atribuem esta descoberta à obra de Ivan P. Sanderson, que foi o primeiro a elaborar um caso de estudo para a estrutura dos icosaedros funcionando na Terra.  Sanderson localizou o que ele se refere como os "vórtices ". Esses vórtices são áreas da Terra onde desaparecimentos misteriosos, falhas mecânicas e distorções de espaço-tempo ocorreram. Muitos exploradores desapareceram ao cruzar os vórtices na época errada do ano, com os alinhamentos lunares e planetários errados de ativação dessas áreas específicas.
Durante os tempos da Atlântida e, possivelmente, ainda mais cedo, toda as coordenadas da Terra foram mapeados pela construção das diferentes pirâmides, templos e obras de terraplanagem na superfície da Terra. Estes eram conhecidos como os Mapas dos Antigos Reis do Mar, cujos vestígios ainda apareciam nos mapas históricos do navegador turco e almirante Piri Reis usados nos séculos passados. Foram esses mapas dos Antigos Reis que levaram Sanderson a trabalhar nas Grades da Terra. Há especulações sobre a forma como estes mapas  foram feitos . Diz-se que após a última mudança de pólo 12.500 anos atrás, o corpo principal da terra de Atlântida afundou (era a ilha de Poseidon, segundo Timeu, um sábio egípcio entrevistado por Platão). Com apenas alguns sobreviventes, acredita-se que apenas alguns dos mapas podem ter sobrevivido bem.
A Suméria, 
A civilização suméria pode ter sido a primeira tentativa da Atlântida "para reconstruir a sociedade de forma significativa" e isso foi iniciado por volta de 6.000 aC, ou há 8.000 anos. Como já foi salientado, a civilização suméria surgiu de forma bastante instintiva e dramática. Em um surpreendente curto período de tempo , eles haviam escrito língua, educação, leis, agricultura e produziram água corrente, bem como outras coisas .
A pesquisa dos antigos astronautas, feita pelo teórico Zecharia Sitchin mostra um grupo que teve acesso a incrível tecnologia e ajudou os sumérios, um grupo que possuía máquinas voadoras (vide os vimanas hindus), lasers e outros equipamentos exóticos e que tinha um entendimento avançado da ciência e da física que incluía o conhecimento do espectro completo de planetas do Sistema Solar. Curiosamente esse conhecimento se perdeu e teve que ser redescoberto. Também nos é dito no antigo livro sagrado hindu Os Vedas e as leituras de Edgar Cayce que a Atlântida possuía máquinas voadoras.
Com os dados dos antigos astronautas disponíveis através do trabalho de Sitchin que sugere fortemente a existência dos Anunnaki (tradução: aqueles que vieram do céu para a Terra ), é possível que os sobreviventes da Atlântida estavam cooperando com esses irmãos do espaço.
Bem, depois do início da civilização suméria, estes mapas foram mantidos dentro dos altos escalões de sacerdócio que foram então escondidos na Biblioteca de Alexandria(justo lá!), no Egito e, finalmente, nas salas de acadêmicos da Grécia. Diz-se que apenas os membros da irmandade secreta sabiam da existência desses mapas.
Francis Bacon, o pai da moderna Maçonaria, declarou ser as Américas o local para a " Nova Atlântida " e enviou exploradores marítimos para redescobrir as terras que estavam escondidas nos mapas secretos.
Charles Hapgood, Professor de História da Ciência no Keene College, em New Hampshire, é o homem que colocou no conjunto as informações do mapa. Sua teoria básica diz respeito deslocamento da crosta terrestre onde a superfície da Terra, na verdade, muda de posição. Ele afirma que a crosta superficial da terra pode ser deslocado, por vezes, movendo-se ao longo do corpo interior macio, tal como a pele de uma laranja, se fosse solta, pode deslocar sobre a parte interna da fruta, tudo como se fosse uma só peça. Sua teoria chamou a atenção de Albert Einstein, que contribuiu com o que segue ao livro de Hapgood  de 1953, "‘The Earth’s Shifting Crust”, ou “A Crosta Móvel da Terra “.
Einstein acreditava que em uma região polar há deposição contínua de gelo, o qual não é simetricamente distribuído em torno do polo. "A rotação da Terra atua sobre essas massas não simetricamente depositadas e produz um “momento centrífugo” (tendência de escape devido à rotação), que é transmitido para a crosta rígida da terra. O momento centrífugo, produzido desta forma  e aumentando constantemente, quando chega a um certo ponto, produz um movimento (descolamento) da crosta da Terra em relação ao resto do corpo interior da Terra..."
Este fenômeno muito interessante fornece a base para entender por que os antigos teriam conhecido as coordenadas do globo, exatamente como eles fizeram. O trabalho de Sanderson provou, sem sombra de dúvida, que algumas anomalias interessantes eram visíveis em certas áreas de oceanos da Terra, essas anomalias sendo chamadas de “vórtices ruins" .
Sanderson foi capaz de obter doze pontos comuns de ocorrência irregular na Terra. Por incrível que pareça, esses doze pontos eram todos igualmente espaçados harmonicamente entre si! Os efeitos desses vórtices incluíam desaparecimentos, bem como eventos de “distorção do tempo”.
Um exemplo de vórtices de Sanderson está localizado perto do Havaí , onde um piloto estava voando com passageiros muito perto desta zona quando perdeu o uso de seus instrumentos e de comunicação de rádio. Ele continuou a voar cego por cerca de 350 quilômetros sem a capacidade de se conectar com qualquer pessoa no rádio. Finalmente, para alívio do piloto, ele foi capaz de fazer contato com a torre de novo e ficou chocado ao saber que de acordo com os funcionários da torre, não tinha decorrido tempo entre seus contatos de rádio. Funcionários da torre disseram que em um minuto ele estava falando normalmente e segundos depois, ele estava em pânico dizendo-lhes que ele havia voado apenas os últimos 350 milhas sem seus instrumentos ou contato por rádio . O piloto e todos os passageiros passaram para uma frequência mais alta , onde eles não foram afetados pelo tempo. A causa deste efeito foi a energia hiper- dimensional que foi aproveitado pelo "vórtice ruim" através do qual eles estavam voando.
Os cientistas russos Nikolai Goncharov, um historiador moscovita, Vyacheslav Morozov, um engenheiro de construção, e Valery Makarov, especialista em eletrônica se uniram e usaram a pesquisa dos doze pontos dos icosaedros colocando-os no mesmo local de Sanderson. Também acrescentaram mais 50 pontos sobrepondo um dodecaedro na Grade . Seu resultado produziu o mapa que foi impresso pela primeira vez no popular Soviet Science Journal Khimiyai Zhizn (Química e Vvida ) reproduzido em Anti- Gravidade e a Rede Mundial.
A dupla Becker e Hagen comentando sobre o trabalho dos três cientistas, afirmou: 
"Essas novas linhas e pontos, em conjunto com os de Sanderson , agora “casaram” a maioria das zonas de fratura sísmica do planeta e linhas de cristas oceânicas, bem como delinearam altos e baixos da atmosfera em todo o mundo, caminhos de animais migratórios, anomalias gravitacionais, e até mesmo os lugares hoje desconhecidos de cidades antigas. Becker e Hagen concordam que o mapa produzido pelos pesquisadores russos é essencialmente correto, mas, acredita que é incompleto. Becker e Hagen, em seguida, completou a grade tornando-a compatível com todos os sólidos platônicos, através da inserção de uma sobreposição de uma “derivada de  icosaedro”, um poliedro esférico complexo que foi desenvolvido por R. Buckminster Fuller (Autor de ‘Composite of Primary and Secondary Icosahedron Great Circle Sets’ ou Composição de Conjuntos de Grandes Círculos Icosaédricos Primários e Secundários' ).
As leituras de Edgar Cayce e Material de Ra (ou Lei do Um), que são 5 livros canalizados por 3 videntes a partir de Ra, um ser não humano) nos dizem que vivemos em um universo de oito dimensões baseado em oitavas. A física teórica das supercordas nos mostrou que com um pequeno ajuste  nós descobrimos a mesma coisa.
Vemos formas platônicas que emergem em minerais, na organização das células em desenvolvimento em um zigoto e nas próprias redes planetárias (vide O Número Phi). As freqüências são regidas por números harmônicos muito simples que aparecem quando medimos as vibrações de frequências de som no ar. Já que vemos esses mesmos números de freqüência emergindo no Grande Ciclo de manchas solares, vemos uma divisão e um aprimoramento semelhante que ocorre em nosso Sistema Solar. Esta é outra razão pela qual afirmam que estamos caminhando tão rapidamente para uma mudança dimensional espontânea na Terra.
Grades e Metafísica
Nossa consciência pensante cria um programa de grade holográfica que se repete em ciclos e pode ser melhor entendida se você estudar Geometria Sagrada. As grades consistem numa matriz de som, luz e cor através da qual nós experimentar virtualmente o tempo e a emoção. Na realidade física as grades são eletromagnetismo criando polaridade ou dualidade de experiência, visando restaurar o equilíbrio .
Quando se está em processo de despertar e mover-se através do processo de cura, do tipo “cura de si curando outros”, se cria equilíbrio, aumenta-se habilidades psíquicas , e obtém-se um entendimento final sobre a natureza da realidade e “onde tudo está indo”. A realidade que vivemos é algo sobre a evolução da consciência na alquimia do tempo.
Portões da Grade 
Energia  da Grade é a própria essência e tecido do universo. Criada por Deja Allison ( Usui Reiki Master, Hipnoterapeuta , Ph.D em Estudos motivacionais, GBCT Instructor ) a grade não tem começo nem fim. Olhando para a grade vertical você vai ver que faz uma forma de diamante de quatro lados, seguindo a geometria sagrada da criação, mostrando a matriz de tecido entrelaçado da essência Universal. Quando a energia flui sem obstáculos, o fluxo permanece relatividade o mesmo, embora haja sempre a modulação em todos os momentos. Você pode ver exemplos de como a forma constitui outra geometria para a manifestação. O DNA humano é configurado por esta geometria. De modo que o fluxo deve ter diferentes níveis de afinação deve haver algum tipo de catálise (processo de ajuda). Pensamentos e ação são dois tipos diferentes de catalisadores. Portanto, tem de haver movimento para efetuar a alteração.
Diferentes leis afetam a consciência das grades, como equilíbrio, neutralidade, bem como imutáveis  leis-códigos de energia que, uma vez postas em movimento não podem ser interrompidas e deve jogar até o fim do programa. O como essas leis nos afetam é determinado por nossos próprios padrões de energia. Nossos pensamentos e ações determinam a Lei da Atração com os tipos de experiências a que temos vivido nesta vida ou em outra. Leis imutáveis não podem ser interrompidas, podem ser alteradas por eventos, mas não interrompidas...

Fonte : tokenrock.com | Também: missionignition.net | vortexmaps.com

Isto posto, segue a lista dos 62 vórtices na Terra. Pode ser que algum esteja no seu quintal...

Grade Mundial Becker-Hagens (World Grid), de 62 pontos de energia do planeta

1) 31.72° N / 31,2° W - Na plataforma continental egípcia , no Mar Mediterrâneo, perto do ponto médio entre as duas saídas do Nilo em Masabb Rashid e Masabb Dumyat
2) 52.62° N / 31.2° E - No rio Sozh, leste de Gomel, na junção limite de três repúblicas soviéticas - Ucrânia, Bielorussia e Rússia
3) 58.28° N / 67,2° E - Nas planícies pantanosas, a oeste de Tobolsk
4) 52.62° N / 103,2° E - Nas planícies ao norte da ponta sul do lago Bayal , à beira do planalto
5) 58.28° N / 139,2° E - Nas terras altas ao longo da costa do Mar de Okhotsk
6) 52.62° N / 175,2° E - Um pouco a leste de Attu na ponta ocidental das Ilhas Aleutas
7) 58,28° N / 148,8° W - Na beirada da plataforma continental, no Golfo do Alasca
8 ) 52.62° N / 112,8° W - Buffalo, Alberta, na borda do planalto, em terras baixas
9) 58.28° N / 76,8° W - A leste de Port Harrison na Baía de Hudson
10) 52.62° N / 40,8° W - Zona de Fratura Gibbs
11) 58.28° N / 4.8° W - Lago More na costa oeste da Escócia
12) 26.57° N / 67,2° E - À beira do Kirthar Range fronteira com o Vale do Rio Indo, diretamente ao norte de Karachi
13) 31.72° N / 103,2° E - Na borda leste do Himalaia na província de Sichuan , a oeste da cúpula Jiuding Shan
14) 26.57° N / 139,2° E - Na intersecção dos cumes Kydshu Palau, Mariana oeste, e o Iwo Jima 
15) 31.72° N / 175,2° E - No cruzamento do Planalto Hess, o cume Havai, e os montes submarinos Emperior
16) 26.57° N / 148.8° W - Nordeste do Havaí, a meio caminho entre a Zona de Fratura Murau e Zona de Fratura Molokai
17) 31.72° N / 112.8° W - Cerro Cubabi, um ponto alto ao sul da fronteira EUA / México perto Sonotia e campos de lava
18) 26.57° N / 76,8° W - Borda da plataforma continental perto de Great Abaco Island, nas Bahamas
19) 31.72° N / 40,8° W - Zona de Fratura Atlantis
20) 26.57° N / 4.8° W - Em El Eglab, uma península de terras altas à beira das dunas de areia do deserto do Saara
21) 10.81° N / 31,2° E - Terras altas do Sudão, na beira dos campos de pântano do Nilo Branco 
22) 0° / 49,2° E - Planície Abissal da Somália
23) 10,81° S / 67,2° E - Vema Trench (no Oceano Índico) no cruzamento do cume Mascarenhas, cume Carlsberg e cume Maldivas dentro da Dorsal Indiana Central
24) 0° / 85,2° E - Planície Abissal do Ceilão 
25) 10.81° N / 103,2° E - Kompong Som, uma baía natural na costa sul do Camboja a sudoeste de Phnom Penh
26) 0° / 121,2° E - No ponto médio da Teluk, Tomini , uma baía na zona norte de Sulawesi
27) 10,81° S / 139.2° E - Ponto médio da boca do Golfo de Carpentaria
28) 0° / 157,2° E - Centro do Planalto Salomão 
29) 10,81 N 175.2° E - Ponto médio da planície abissal entre Ilhas Marshall, Montanhas do Meio do Pacífico e o Planalto Magalhâes
30) 0° / 166,8° W - Nova Canton Trough (Cocho)
31 ) 10,81° S / 148,8° W - Arquipélago Sociedade
32) 0° / 130,8° W - Zona de Fratura Galápagos 
33) 10,81 N 112.8° W - Extremidade leste da Zona de Fratura Clipperton
34) 0° / 94,8° W - Junção do cume Cocos e do cume Carnegie, a oeste das ilhas Galápagos
35) 10,81° S / 76,8° W - Lago Punrrun em terras altas da costa do Peru
36) 0° / 58,8° W - Estado do Amazonas, na ponta do planalto de bacias hidrográficas menores
37) 10,81 N 40.8° W - Zona de Fratura Vema
38) 0 ° / 22,8° W - Zona de Fratura Romanche
39) 10,81° S / 4.8° W - Beira  da Dorsal Meso-Atlântica na Bacia Angola a sudeste da Zona de Fratura de Ascensão 
40 ) 0° / 13,2° E - Planalto Gabão , na intersecção de três fronteiras
41) 26.57° S / 31,2° E - L' uyengo no Rio Usutu na Suazilândia
42) 31.72° S / 67,2° E - Interseção da Dorsal Meso - Indiana com a Indiana  Sudoeste
43) 26.57° S / 103.2° E - Ponta do Planalto Wallabi 
44) 31.72° S / 139.2° E - Em uma área de planície ao leste de St. Mary Peak ( ponto mais alto na área)
45) 26.57° S / 175.2° E - Na borda da Trincheira das Hébridas, a sudoeste das Ilhas Fiji
46) 31.72° S / 148.8° W -  Oceano Pacífico Sul 
47) 26.57° S / 112.8° W - Zona de Fratura da Ilha de Páscoa 
48) 31.72° S / 76,8° W - Placa de Nazca
49) 26.57° S / 40,8° W - No oceano profundo, na borda da plataforma continental, a sudeste do Rio de Janeiro
50) 31.72° S / 4.8° W - Monte Walvis
510 58.28° S / 31,2° E - Planície Abissal Enderby 
52) 52.62° S / 67,2° E - Planalto Kerguelen 
53) 58.28° S / 103.2° E - Fundo do Oceano, a meio caminho entre Planície Abissal Kerguelen e Planície Abissal Wilkes 
54) 52.62° S / 139.2° E - Zona de Fratura Kangaroo 
55) 58.28° S / 175.2° E - Beirada da Zona de Fratura Scott 
56) 52.62° S / 148.8° W - Zona de Fratura Udintsev 
57) 58.28° S / 112.8° W - Zona de Fratura Eltanin 
58) 52.62° S / 76,8° W - ponta da América do Sul, na borda da fossa Haeckel 
59) 58.28° S / 40.8° W - Zona de Fratura Sandwich Sul
60) 52.62° S / 4.8° W - Zona de Fratura Boivet 
61) Pólo Norte
62) Pólo Sul