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domingo, 12 de janeiro de 2014

As 7 Glândulas Endócrinas

Segundo as tradições, as 7 glândulas endócrinas  humanas (de secreção interna) tem uma ligação com o nosso corpo energético através dos 7 chakras, assim como é com Gaia, o ser vivo que é o planeta Terra. Cada glândula está astrologicamente sob a regência de um planeta do qual recebe influência e tem correspondência com as 7 cores do espectro solar e, no nível do corpo, são simbolizadas pelas 7 Igrejas da Ásia citadas no Apocalipse (o livro das revelações) de São João.
A tradição Rosacruz dispensa apresentações. Este texto abaixo é a visão Rosacruz das 7 glândulas:

"A saudação Rosacruz: "Que as Rosas floresçam em Vossa Cruz", com a qual os Irmãos Maiores saúdam as Almas Aspirantes (vide Conceito Rosacruz do Cosmos — Cap XIX), encerra um enorme e importante significado, digno de ser conhecido por todos os estudantes da Fraternidade Rosacruz.
O sangue é a expressão mais elevada do corpo vital, devido a que este leva o alimento a todo o corpo, e o EU governa o corpo físico por meio desse fluido, o qual é gasoso nas partes mais internas do corpo. Nas pessoas que vivem uma vida pura, os ferimentos podem cicatrizar-se em questão de horas. É de notar-se que o nível evolucionário de uma pessoa está indicado pela eletrificação ou espiritualização de seu sangue.
Assim como nossa Terra tem sete centros espirituais, assim também nosso corpo físico tem em seu interior sete glândulas, chamadas endócrinas. Estas glândulas podem ser chamadas as “Sete Rosas sobre a Cruz do Corpo Vital", são: as supra-renais (em número de duas) o baço, o timo, a tireóide, a pituitária e a pineal.
Essas glândulas estão intimamente ligadas ao desenvolvimento oculto da humanidade, como podemos concluir da seguinte explicação:
A palavra de Deus se manifesta nos sete grandes tons emitidos pelos Sete Espíritos Planetários. Estes tons são criadores no mais alto grau. Quando a forma que o Ego habita é criada, estes Espíritos Planetários a ajudam no desenvolvimento de suas potencialidade latentes. Essa ajuda é dada a humanidade através das glândulas endócrinas — as Sete Rosas.
Cada uma dessas glândulas é despertada quando o Ego põe em atividade seus poderes latentes, estando cada uma delas em sintonia com a nota-chave de um espírito planetário.
Assim no curso do esquema evolutivo, cada Espírito Planetário, por meio de sua nota-chave, vai despertando gradualmente a nota-chave, que está afinada a essa Hierarquia. Quando esta nota-chave desperta, o Ego desenvolve os poderes latentes expressos pelo Espírito Planetário particular.
Nos próximos "ECOS” veremos como isso se processa com cada uma das sete glândulas e o que podemos fazer para apressar o desabrochar das Sete Rosas.

AS DUAS PRIMEIRAS ROSAS: SUPRA RENAIS ( Região Química)
 É um par de glândulas situado sobre os rins, tomando a forma de um guarda chuva de três bicos. Estão regidas por Júpiter. Quando alguém se põe em contato com as vibrações benéficas deste planeta, sente-se desembaraçado, expansivo, e possuído de um urgente desejo de transformar seus sentimentos em serviço para os desventurados filhos do Grande Pai.
A má utilização dessas forças, no entanto, se expressa como excesso a segurança de si mesmo, exibicionismo, desordem e libertinagem.
Utilizando o poder espiritual gerado pelas supra renais, o Ego possui a força necessária para aperfeiçoar seu corpo denso e conquistar o mundo físico, o qual completa sua evolução sobre esta esfera. O centro espiritual nestas glândulas vibra na cor azul.
A TERCEIRA ROSA: BAÇO(*) (Região Etérica)
O baço pesa de cinco a seis onças, é brando, esponjoso e frágil, Possui uma cor vermelho azulado profundo, e está situado ao lado esquerdo do estômago.
O mau uso destes poderes se expressam como: arrogância, ostentação, pompa domínio sobre os outros, um verdadeiro déspota.
Está regido pelo Sol, que contém em si mesmo todos os outros tons planetários. O desenvolvimento desta Rosa dá ao indivíduo a consciência necessária para entrar em contato com a Região Etérica, donde vê as forças vitais que dão vida às plantas, aos animais e aos homens.
(*)Nota da redação: Há textos tradicionais que consideram a glândula pâncreas e não o baço como integrante das sete.
A QUARTA ROSA: GLÂNDULA TIMO (Mundo do Desejo)
É uma massa pardacenta que ao ser cortada tem a aparência de uma moela, estando situada entre os pulmões, atrás do externo. Alcança seu maior tamanho no começo da puberdade; sendo que ao nascimento pesa ao redor de meia onça e seu comprimento é de duas polegadas.
Vênus controla a glândula timo. Quando a nota-chave deste planeta.põe em atividade a nota correspondente no timo, o indivíduo desenvolve o amor em sua mais elevada expressão, habilidade artística, formosura, harmonia e alegria.
O mau uso destes poderes se expressa como vulgaridade, preguiça, vaidade, sensualismo e inconstância.
Ao fazer sua aparição, a quarta Rosa conecta o indivíduo com os elevados reinos no Mundo do Desejo. Aqui, entra em contato com a onda de vida Arcangélica da que Cristo é o maior Iniciado. O centro espiritual da timo vibra na cor amarela.
A QUINTA ROSA: A GLÂNDULA TIREÓIDE (Mundo do Pensamento)
A Tireóide é formada por duas massas de cor marrom, situadas sobre o extremo superior da traquéia, e pegadas à laringe, logo abaixo do pomo de Adão; pesa ao redor de uma onça.
Essa glândula é regida por Mercúrio. Quando os poderes desta grande Hierarquia se desenvolvem no homem, manifestam-se: razão, intelecto, previsão, boa memória, investigação, juízo rápido, eloqüência, destreza, facilidade de expressão oral e escrita, auto-didática, etc.
O mau uso destes poderes se expressam como: presunção, astúcia, preguiça, descuido, falta de princípios, tagarelice, profanação, desonestidade, afeição pelos jogos, indecisão e nervosismo.
Quando a nota chave da Quinta Rosa desperta, o indivíduo, assistido pela música das esferas, entra em contato consciente com o Mundo do Pensamento onde vê os arquétipos de tudo o que existe no Mundo Físico.
Este indivíduo conseguiu o controle de sua mente e mantém o equilíbrio poder entre o cérebro e os órgãos reprodutores. O Espírito é agora quem governa sua natureza inferior. O centro espiritual da Tireóide, vibra com uma cor violeta.
A SEXTA ROSA: A GLÂNDULA PITUITÁRIA (Mundo do Espírito de Vida)
É uma massa de tecido celular cinza amarelada, mais ou menos do tamanho de uma ervilha, situada quase no centro da cabeça, na base do cérebro, abarcando a parte posterior da base do nariz.
Quando a celestial nota chave de Urano desperta a nota chave do Corpo Pituitário, a Sexta Rosa abre suas douradas pétalas, exaltando a consciência do indivíduo até o Mundo do Espírito de Vida. Essa é região do altruísmo.
Neste elevado reino se acha o registro de tudo quanto existiu desde o princípio da criação, e o indivíduo pode obter a informação que deseje sobre a evolução de nosso mundo e também de outros planetas de nosso Sistema Solar. Maria, a mãe de Jesus, é um exemplo do tipo pituitário feminino.
A cor do Espírito de Vida, a de Urano e a do Éter de Luz, é o amarelo.
A SÉTIMA ROSA: A GLÂNDULA PINEAL (Mundo do Espírito Divino)
Como seu nome indica, é um corpo em forma de cone, como uma pinha. de cor avermelhada e um pouco maior que um grão de trigo, seu peso e cerca duas gramas. Está ligada à abobada do terceiro ventrículo do cérebro, atrás e acima do Corpo Pituitário.
A Glândula Pineal é regida por Netuno, a luz portadora do Sol Espiritual, que é o Pai. A natureza desse planeta é oculta, profética e espiritual; manifesta-se no plano físico como: sabedoria, espiritualidade, inspiração, clarividência, profecia, devoção, habilidade de conexão com a música das esferas. Em suma: “O Iniciador”.
Quando a nota chave da Sétima Rosa é despertada pela vibração do Espírito de Netuno a consciência do indivíduo se eleva até o Mundo do Espírito Divino. Relaciona-se com outros sistemas solares e chega a saber sobre outros deuses e os mundos e seres que foram criados por Eles.
O Raio de Netuno leva o que o ocultista conhece como o Fogo do Pai, a Luz e a Vida do Espírito Divino, que se expressa como Vontade.
Quando a Glândula Pineal sai de sua letargia começa a vibrar com uma formosa cor azul.
Abaixo um quadro-resumo que pode facilitar a assimilação deste tema."


Glândula EndócrinaBem AdministradaMal AdministradaMundo CorrespondentePlaneta Regente
Supra Renais (2)
  • Benevolência
  • Expansão
  • Filantropia
  • Exibicionismo
  • Libertinagem
  • Extravagância
Mundo FísicoJúpiter
Baço
  • Vitalidade
  • Fidelidade
  • Dignidade
  • Despotismo
  • Arrogância
  • Domínio
Região EtéricaSol
Timo
  • Amor elevado
  • Artes
  • Cooperação
  • Sensualidade
  • Preguiça
  • Vulgaridade
Mundo dos DesejosVênus
Tireóide
  • Raciocínio
  • Meditação
  • Estudos
  • Astúcia
  • Indecisão
  • Desonestidade
Mundo do PensamentoMercúrio
Pituitária
  • Clarividência
  • Misticismo
  • Altruísmo
  • Perversão
  • Licenciosidade
  • Anarquia
Mundo do Espírito de VidaUrano
Pineal
  • Devoção
  • Inspiração
  • Espiritualidade
  • Ilusão
  • Magia Negra
  • Intriga
Mundo do Espírito DivinoNetuno

Veja ainda as obras: A Astrologia e as Glândulas Endócrinas e O Mistério das Glândulas Endócrinas de Max Heindel e Augusta Foss Heindel.

domingo, 24 de novembro de 2013

O Sal Refinado, Outra Mentira Que Virou Verdade

Dr. Márcio Bontempo
As pessoas comuns sofrem de um processo estranho que as leva a não fazer perguntas sobre quaisquer práticas e hábitos, mesmo os maus hábitos, desde que “todo mundo esteja fazendo igual”, e mesmo que eles estejam ligados à sua saúde. É a chamada “certeza do rebanho”, uma síndrome que atinge toda a humanidade, algumas culturas mais que as outras, e altamente  assentada na inércia da preguiça. Afinal fazer perguntas é complicado, principalmente se as respostas não forem boas.  Aí você tem que tomar atitudes, fazer mudanças, etc... uma chatice.
Então a gente vê as pessoas sendo enganadas todo o tempo pelas empresas, entidades, associações, sindicatos, pela mídia interesseira, pelos hábitos e costumes, e pelos maus profissionais em quase todas as profissões.
Um desses grandes enganos atinge a gente no Brasil e outros países há muitas dezenas de anos. É o mito do Sal Refinado cujos efeitos já estão sendo sentidos na saúde  das pessoas no Brasil e outros países no mundo inteiro. Produto de médicos e políticos mal informados mas bem intencionados (dos quais o inferno está cheio) juntamente com outros profissionais e empresas mal intencionadas, esse mito absurdo perdura porque ninguém se faz as perguntas certas... e em seguida toma a única atitude razoável: parar de consumir.
Na postagem Você Confia na Ciência? nós acusamos essa intromissão criminosa do Estado brasileiro nos assuntos da Medicina, outra instituição loteada por interesses criminosos, e cujos representantes dispensam adjetivos graças às suas omissões e práticas classistas até contrários à verdadeira Saúde. Dissemos nessa publicação:
“Um dos muitos exemplos corriqueiros, mas importante, é a legislação absurda do Estado brasileiro e de outros países, deturpando quimicamente o sal de cozinha pelo processo chamado ironicamente de "refinamento", ou acréscimo de iodo. Isso ocorreu porque, no caso do Brasil, no século passado, houve na população uma incidência de bócio, uma doença da tireóide por falta de iodo. Então um médico de plantão com poder no Estado convenceu um presidente louco (o mesmo que chegou a proibir o  biquíni) a aprovar uma lei para, de forma simplista, acrescentar obrigatoriamente iodo ao sal de cozinha, por lei. Ninguém se preocupou em saber se no processo seriam eliminados centenas de elementos (88) e sais raros existentes no sal marinho natural, e imprescindíveis ao metabolismo do ser humano, principalmente ao metabolismo do elemento cálcio, como acontecia desde o alvorecer da Humanidade. Hoje quem quiser, como eu faço, comprar sal de verdade para preservar a saúde, compra no câmbio negro, como se compra dólar e drogas. E não se enganem: todo o sal vendido nos supermercados no varejo é “iodado”, mesmo com as palavras “ sal marinho” ou “sal natural” ou “integral” ou “natural” estampadas cinicamente na embalagem e permitidas pela Anvisa (nossa suposta defensora). Nenhum presidente ou ministro da Saúde posterior à lei, contestou a burrice. Alguns poucos médicos contestaram e nunca foram ouvidos. E ninguém relacionou nessas décadas o incrível salto de deficiências de cálcio, osteoporose, problemas ósseos e hipertensão, com a malfadada decisão. E nós alegremente ingerimos o nosso sal de cada dia em volumes de 30 a 40% superiores à média mundial, sem questionar nada.”
Um espanto. Um dos poucos médicos que sempre contestou é o Marcio Bontempo, que conheci criança, nas mãos do seu pai, na época em que começamos a comer arroz integral e fundamos depois a hoje extinta Associação Macrobiótica de São Paulo. Grande médico. O artigo abaixo é dele, por preguiça minha de falar as mesmas coisas com palavras diferentes, já que ele também vai corajosamente ao ponto como sempre fez como médico e palestrante...
Vamos lá: “Sabe-se que o ser humano não pode viver sem o sal. Biologistas afirmam freqüentemente a importância do cloreto de sódio para a manutenção do metabolismo e do equilíbrio do sistema imunológico, ou de defesa.
Na Natureza os seres vivos adquirem o sódio dos alimentos, sem precisar adicionar coisa alguma, como no caso do sal extra usado pelo homem. Na verdade, se vivêssemos em ambiente bem natural, usando apenas alimentos retirados do meio ambiente puro, não precisaríamos de sal. Porém vivemos hoje uma situação mais artificial, sendo grande o nosso desgaste físico e a conseqüente perda de minerais importantes, seja pelo "stress" moderno, excesso de trabalho, perturbações emocionais (ver, por exemplo, o problema da perda de Zinco nas neuroses e psicoses) seja pelos antinutrientes da dieta comum (açúcar branco, farinhas refinadas etc.) e pela má alimentação.
Existe muita confusão, no entanto, quanto ao uso do sal marinho puro e do sal refinado, sendo que o primeiro e que contém elementos importantes e o segundo é prejudicial.
O sal marinho contém cerca de 84 elementos que são, não obstante, eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo industrial para a produção do sal refinado. Perde-se então enxofre, bromo, magnésio, cálcio e outros menos importantes, que, no entanto, representam excelente fonte de lucros. Uma indústria que esteja lucrando com a extração desses elementos do sal bruto é geralmente poderosa e possui a sua forma de controle sobre as autoridades. É claro que será então dada muita ênfase a importância do sal refinado empobrecido e pouca ao sal puro, integral, abominado.
Durante a "fabricação" na lavagem do sal marinho são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, um conhecido medicamento usado como expectorante em xaropes. Ocorre que o iodeto não é de origem natural. É utilizado para prevenir o bócio como exigência das autoridades de "controle". No entanto é geralmente usado numa quantidade 20 % superior à quantidade normal de iodo do sal natural, o que predispõe o organismo a doenças da tireóide diferentes do bócio, como nódulos (que hoje em dia as pessoas estão tendo em freqüência maior) de natureza diversa, tumores, câncer, hipoplasia etc. O sal marinho, não lavado, contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais. O problema que fez com que se exigisse a iodatação artificial do sal é que industrias poderosas têm interesse na extração de produtos do sal bruto e na venda do sal refinado. Na trama montada, há também o interesse na venda do iodeto de potássio que gera lucros absurdos para multinacionais. Imagine-se quanto iodeto não é vendido uma vez mantido este processo.
Jacques de Langre chama esse mecanismo de "Big Ocean Multinacional Busines Organization", capaz de controlar governos (principalmente o nosso...) e mobilizar profissionais cegos e manipulados da área de saúde a defenderem o sal refinado até mesmo na imprensa, como aconteceu recentemente no Brasil.
Existem problemas também não observados quanto à adição de iodo artificial. Os aditivos iodados oxidam rapidamente quando expostos à luz. Assim, a dextrose é adicionada como estabilizante, porém, combinada com o iodeto de potássio, produz no sal de mesa uma inconveniente cor roxa, o que exige então a adição de alvejantes como o carbonato de sódio, grande provocador de cálculos renais e biliares, conforme vários estudos científicos. Este produto existe em quantidades descontroladas no sal refinado, pois é impossível a sua distribuição uniforme. Produz cálculos em animais de laboratório, quando usado diariamente em quantidades um pouco inferiores as encontradas habitualmente no sal de cozinha.
Também no processo de lavagem são eliminados componentes como o plâncton (nutriente), o krill (pequeno camarão invisível) e esqueletos de animais marinhos invisíveis. De certa forma, em pequenas quantidades, estes fatores fornecem importantes oligoelementos como zinco, cobre, molibdênio etc., além de cálcio natural. O krill é o alimento único e básico das baleias.
Na industrialização do sal, freqüentemente é feita, então, uma lavagem a quente para melhor "clarear" o produto, perdendo-se aí a maior parte dos seus macro e micro elementos essenciais, a maior parte deles úteis na ativação e figuração de enzimas e coenzimas. A utilização do vácuo durante o processo auxilia também a perda de elementos.
Depois de empobrecido, o sal industrial é "enriquecido" com aditivos químicos, contendo então perto de 2% de produtos perigosos. Para evitar liquefazer-se e formar pedras (senão gruda nos saleiros e perde a concorrência para os sais mais "soltinhos"), recebe oxido de cálcio (cal de parede) que favorece também o aparecimento de pedras nos rins e na vesícula biliar devido à sua origem não-natural. Depois outros aditivos são usados, como: ferrocianato e prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio e agentes antiumectantes diversos, entre eles o óxido de cálcio e o carbonato de cálcio. Obtém-se assim o sal refinado que agrada a dona-de-casa: branco, brilhante, soltinho, rico em antiumectantes, alvejantes, estabilizantes e conservantes, mas sem cerca de 2,5% de seus elementos básicos, que não são exigidos por lei...
Entre uma das perdas irreparáveis no sal refinado está o importante íon magnésio, presente no sal marinho sob a forma de cloreto, bromato, sulfato etc., de origem natural.
Sabe-se que a escassez de magnésio no sal refinado favorece também a formação de cálculos e arteriosclerose em diversas regiões do organismo quando o cálcio de origem não natural está presente, como é caso do sal industrializado.
Sabemos que o magnésio enquanto abundante no adulto é escasso em pessoas idosas, que está relacionado à sensibilidade precoce e impotência. O organismo adulto precisa de cerca de 1g de magnésio por dia. A desmineralização pela lixiviação do solo produz uma diminuição da quantidade de magnésio em vegetais e sementes. O magnésio também está diminuído nos cereais decorticados e farinhas brancas e sempre em quantidades suficientes nos produtos integrais. O sal refinado comum de mesa processado à vácuo ou fervido, possui quantidade de 0,07 % de magnésio. O magnésio promove a atividade das vitaminas e estimula numerosas funções metabólicas e enzimas como a fosfatase alcalina. Participa de modo importante no metabolismo glicídico e na manutenção de equilíbrio fosfato/cálcio.
Testes de laboratório revelam que cobaias desprovidas de magnésio param de crescer e morrem em 30 dias. Os benefícios do sal rico em magnésio são devidos ao espetacular estímulo ao crescimento normal de células.
O sal marinho não é a única fonte de magnésio. Ele está presente normalmente nas folhas verdes (como núcleo da molécula de clorofila) e em muitos alimentos do reino vegetal. Com a alimentação a base de produtos refinados, como sal, açúcar, cereais etc., as pessoas estão expostas a muitos problemas, sem que as autoridades sanitárias atentem para a situação.
Não é necessário usar uma grande quantidade de sal marinho na dieta, como pode parecer. Bastam pequenas quantidades. Sabe-se também que o teor de sódio deste sal é menor que no refinado, que possui elevadas concentrações de sódio sob a forma de cloreto. Isto pode ser verificado provando-se os dois. O sal refinado produz uma sensação desagradável devido a sua concentração, ao passo que uma pedrinha de sal marinho é até agradável ao paladar. Devido ao seu elevado teor de sódio, o sal refinado favorece a pressão alta e a retenção de líquidos, o que não ocorre com o marinho. O hipertenso pode até usar sal marinho no alimento, dependendo da sua condição clínica, pois os teores de sódio são menores.
O consumo de sal refinado é hoje muito exagerado. A quantidade usada é estimada em 30 g por dia por pessoa, sendo maior se existe o costume de usar alimentos mais salgados do que o habitual. Um prato de comida contém de 8 a 10 g de sal, não estando com sabor muito salgado. Mensalmente uma pessoa consome cerca de 1 quilo de sal, o que é já um grande excesso.
Sabemos que quando um médico atende um paciente que sofre de pressão alta ele diminui ou suspende o sal, pois a sua capacidade hipertensiva já é conhecida, mas nada se faz para prevenir mais casos de pressão alta informando a população sobre os efeitos do sal. Ao contrario, levianamente, médicos e autoridades permitem que se use quanto se queira do mesmo. É freqüente que, quando alguém mais consciente recomenda ou usa o sal marinho, a "autoridade" reprove o uso preocupada com um fator menos importante que ela apenas “acha” que ocorre que é a "falta" de iodo do sal dos "naturalistas". O mais curioso é que os médicos, sem saber, também estão correndo o risco de sofrerem de hipertensão, problemas renais etc., pois usam o sal refinado.
Nos Estados Unidos e em vários países da Europa já existe sal "colorido". Podemos ter em casa um sal azul, vermelho, roxo, verde e qualquer outra cor que se queira, como mais um resultado da capacidade tecnológica da nossa civilização. Como mais um exemplo de fator antivida determinado por interesses em lucros fantásticos.

Resumo dos Efeitos do Sal Refinado e Doenças Correlatas:
  • Hipertensão arterial
  • Edemas
  • Eclampsia e pré-eclampsia
  • Arteriosclerose cerebral
  • Aterosclerose
  • Cálculos renais
  • Cálculos vesicais
  • Cálculos biliares
  • Hipoplasia da tireóide
  • Nódulos da tireóide
  • Disfunções das paratireóides

Resumo dos Aditivos Químicos do Sal Refinado:
  • Iodeto de potássio
  • Óxido de cálcio
  • Carbonato de cálcio
  • Ferrocianeto de sódio
  • Prussiato amarelo de sódio
  • Fosfato tricálcico de alumínio
  • Silicato aluminado de sódio
  • Dextrose
  • Talco mineral

Observação Importante: O sal bruto, retirado das salinas não deve ser usado e sim o sal marinho moído fino (é o mesmo sal grosso próprio para churrascos). O sal bruto que provém dos compartimentos mecanicamente escavados das salinas possui até 20 % de agentes poluentes quando oriundo de baías poluídas pelas industrias. No Brasil temos a sorte de não termos um sal bruto assim pois a maior parte dele provém de Cabo Frio (RJ) e Mossoró (RN). Nos Estados Unidos o problema é mais grave, pois o sal contém de 7 a 20 % de agentes poluentes industriais e sujeira. Lá é necessário que ele seja bem lavado e refinado. O uso do sal bruto, mesmo que não muito poluído, está relacionado com o surgimento de calcificações e enrijecimento das juntas, pois estes problemas surgem quando há ingestão prolongada de água pura do mar.
Aconselha-se o uso em pequenas quantidades do sal marinho, evitando-se retirá-lo diretamente das salinas. Ele deve passar antes pela primeira fase de lavagem leve, que não retira do sal elementos presos entre os cristais, como ocorre quando o sal é totalmente dissolvido nos tanques de hidratação e ionização.
O sal de rocha só deve ser usado em última circunstância pois não contém todos os elementos presentes no sal marinho. Origina-se da sedimentação de lagos ou águas paradas e é retirado de minas, também conhecido como "sal gema". Grande parte dos microorganismos e minerais são perdidos com o tempo.”

Outro médico conhecido o Dr. Lair Ribeiro, dá o seu recado no vídeo abaixo, mas se você que consome sal refinado fizer uma rápida pesquisa sobre o assunto nos sites sérios de Medicina Natural na internet, vai ficar preocupado. Ah, vai...






domingo, 6 de março de 2011

O Timo, chave da Energia Vital

O timo, esse desconhecido, faz parte das 7 glândulas de secreção interna que temos. Elas são chamadas assim porque não tem um duto que joga o seu produto no organismo, o que é feito através do sangue diretamente, e/ou mesmo por transmissão de energia. As sete glândulas (Pineal, Pituitária, Tireóide, Timo, Pâncreas, Supra-Renais, e Sexuais) como não podia deixar de ser, tem correspondência estreita com outros conjuntos de sete elementos que permeiam a criação do nosso universo como, as 7 camadas da aura, os 7 chakras, as 7 cores do espectro de luz, as 7 notas musicais, as 7 epístolas às 7 igrejas (citadas no livro bíblico das Revelações ou Apocalipse), os 7 níveis do Raio de Criação ensinados por Gurdjieff, as 7 virtudes, os 7 pecados capitais, a Lei do 7 (também chamada de Lei da oitava) e por aí afora...
O timo tem uma estreita correspondência energética com o 4º chakra (Anahata) de 12 pétalas. É o chakra do coração, de cor verde, ligado ao elemento Ar, o Amor, relacionamentos, respiração, compaixão. Seu significado em sânscrito é “inatacável, ileso” ( vale a pena vê-lo clicando aqui: “Os Chakras Iluminados”). É o chakra que une céu e terra, mente e corpo, masculino e feminino e ao ser acionado pela energia da kundalini ao ser despertada, produz a ligação com o coração universal.
O timo, em termos médicos, é um dos pilares que sustenta o nosso sistema imunológico produzindo entre outras coisas um exército de agentes (linfócitos-T) que reconhecem e destroem as ameaças ao organismo e à integridade das células  sadias . É a inteligência que distingue o amigo do inimigo em nível celular, e portanto importantíssimo nesses tempos de Aids e doenças auto imunes.
Sonia Hirsch, escritora (que entre outros escreveu “O Manual do Herói”, um livro interessante e de bem com a vida), da qual sou fã de carteirinha, jornalista e batalhadora bem humorada na área de saúde alternativa, diz:
“No meio do peito, bem atrás do osso esterno, onde a gente toca quando diz Eu, fica essa pequena glândula. Seu nome em grego, thymos, significa energia vital. Precisa dizer mais? Precisa, porque o timo continua sendo um ilustre desconhecido.
Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando nos estressamos e mais ainda se adoecemos. Esta característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só o conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhidinho. Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos perfeitamente saudáveis com mega doses de raios-x, achando que seu tamanho “anormal” poderia causar problemas.
Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo: é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem. Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fora e para dentro. Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora.
Mas também é muito sensível a imagens, cores, luz, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos. Amor e ódio o afetam profundamente. Idéias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias  já que não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade como herpes, por exemplo. Em compensação, idéias positivas conseguem dele uma ativação geral de todos os poderes, lembrando a fé que remove montanhas.
Um teste simples pode demonstrar essa conexão. Feche os dedos polegar e indicador na posição de OK, aperte com força e peça para alguém tentar abri-los enquanto você pensa “estou feliz”. Depois repita pensando “estou infeliz”. A maioria das pessoas conserva a força nos dedos com a idéia feliz e enfraquece quando se pensa infeliz. (Substitua os pensamentos por uma bela sopa de legumes ou um lindo sorvete de chocolate para ver o que acontece...)
Este mesmo teste serve para lidar com situações bem mais complexas. Por exemplo, o médico precisa de um diagnóstico diferencial - seu paciente tem sintomas no fígado que tanto podem significar câncer quanto abscessos causados por amebas. Usando lâminas com amostras, ou mesmo representações gráficas de uma e outra hipótese, testa a força muscular do paciente quando em contato com elas e chega ao resultado. As reações são consideradas respostas do timo e o método, que tem sido demonstrado em congressos científicos ao redor do mundo, já é ensinado até na Universidade de São Paulo (USP), a médicos acupunturistas.
(Nota da redação: esse teste recebeu o nome de BDORT – “Bi-Digital O-Ring Test”, ou "teste do anel com dois dedos em forma de 'o' ". É muito usado na medicina alternativa como forma de diagnóstico quando a medicina alopática falha. Mais informações no Google, é claro. Ele funciona mesmo (Eu escriba aqui, já fiz para testar comidas e bebidas boas e ruins para mim).
O detalhe curioso é que o timo fica encostadinho no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito... “Fiquei de coração apertadinho”, por exemplo, revela uma situação real do timo, que só por reflexo envolve o coração. O próprio chakra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem muito mais a ver com o timo do que com o coração – e é nesse chakra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano.
“Lindo!”, você pode estar pensando, “mas e daí?” Daí que, se você quiser, pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem-estar e felicidade.
Como? Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir.
Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.
Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo assim: uma forte e duas fracas. Continue por três a cinco minutos, respirando calmamente enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica.
O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço.
Ótimo. Íntimo. Cheio de estímulo. Bendito timo”.

O meu amigo Pepe (José Alvares Mosig), médico e pesquisador da USP, em um artigo brilhante, diz o seguinte sobre o Timo:
“Foi citado na Grécia por Platão, Sócrates e Aquiles. Para Platão, thymos é a parte da alma que denota o orgulho, a indignação, a vergonha e a necessidade de reconhecimento. É um atributo guerreiro, um aspecto da vida interior que dá significado à beligerância. Sem thymos o homem não é mais do que um animal muito inteligente, com cérebro e necessidades físicas, mas sem autonomia moral. Para Platão, thymos coexiste em nós com a razão e os desejos, sendo que, às vezes, nos leva a agir de uma maneira não razoável. Fechando com chave de ouro esta investigação sobre a etimologia de timo, fiquei estarrecido ao me deparar com o Livro 2 da “República”, e mais especificamente com o capítulo sobre “o Caráter e a Educação dos Guardiães”, em que Platão escreve: “A cidade luxuosa (nosso corpo) terá necessidade de um exército e portanto, de uma classe de especialistas, chamados ‘Guardiães’ (phylakes), os defensores da polis (cidade). A justiça será um dos seus objetivos mais importantes. Para realizarem bem o seu trabalho, os ‘Guardiães’ deverão ser dotados de vigor físico, de thymos, da capacidade de se comportar gentilmente com aqueles conhecidos e agressivamente com aqueles desconhecidos.” Uma bela descrição do thymos no nosso peito, tanto da entidade anímica, como do timo físico, berço e educador dos guardiães da identidade molecular do indivíduo”.
Como vocês vêem, o timo é como nós, um desconhecido mas importante (rsrs)



Essa postagem foi transcrita, com adaptações e acréscimos, de dois artigos. Um da escritora de saúde alternativa e jornalista Sonia Hirsch, (http://www.correcotia.com/) e outro do meu amigo Pepe, médico e pesquisador, ambos citados acima.