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domingo, 7 de julho de 2013

Era de Aquário, Manifestações, Chumbo-Grosso

O mundo inteiro fala em ‘Era de Aquário’, mas poucos sabem o significado da expressão, cunhada no século passado. A ocasião para falar no assunto é boa, porque você está vendo os efeitos da chegada dela no noticiário toda a semana, principalmente nas últimas.
O significado das Eras é astrològico, mas para entendê-lo é preciso saber algo de Astronomia, ciência que curiosamente nasceu depois da Astrol0gia. Os primeiros astrônomos eram todos astròlogos, numa época milenar onde a Ciência estava conectada ao Espírito, à tradição de um conhecimento metafísico, esotérico. 
Poucos sabem que Sir Isaac Newton descobridor da lei da gravidade, um dos grandes cientistas do mundo (QI 190) era astròlogo, e que um dia disse a respeito da antiga ciência  para o seu aluno Halley, descobridor do cometa: Sir, I have studied it, you have not, ou, Senhor, eu a estudei, você não
Olhar para os astros era obrigação dos astrólogos para entender o Universo, fazer mapas para os reis, faraós,e outros chefes e mecenas sobre seus reinos, destinos, filhos, paz, guerras, colheitas, eclipses, e por aí afora. Daí nasceu a Astronomia, para ajudar os cálculos do que os mestres já pressentiam em termos de busca metafísica. (essa foi de maldade...rsrs). 
Se você não gosta de considerações astronômicas e de geometria espacial, pule os 7 itens abaixo, e vá direto para a compreensão da natureza das Eras e símbolos, principalmente a de Aquário iniciando. 
Vamos lá, então, entender a astronomia do "porquê" da Eras: 

1 - Imagine simplificadamente o sistema solar, com os planetas girando em torno do Sol, todos no mesmo sentido da varredura , e então para organizar a coisa, imagine o plano descrito pela órbita  feita pela terra, igual um tampo de uma mesa redonda. Vamos chamá-lo de plano da eclíptica, porque, já que é um plano feito pela órbita da Terra quando ela gira em torno do Sol, qualquer coisa que fique nesse plano entre a Terra e o Sol em algum momento vai causar um eclipse solar. No movimento de rotação da Terra, parece que para nós, que estamos sobre ela olhando o horizonte, o Sol, Lua, e toda a região do céu em torno do plano da eclíptica se levantam e nascem, mas na verdade é a Terra que gira em sentido contrário, dando essa impressão. 
Como a Terra vai sofrer astrologicamente a influência de todos os astros, Sol, Lua, planetas, estrelas, vamos imaginar a Terra como centro das atenções. Por coincidência a Igreja Romana européia também dizia isso, mas acreditava de fato, erradamente, que tudo girava em torno da Terra. Não gira, mas para efeito astrològico a Terra tem que ser o centro, porque as influências dos astros vêm todas em direção à Terra e os seres terrenos, e têm que ser organizadas num gráfico circular e catalogadas a partir do lugar onde está o “cliente do astrólogo”, ou nós, na face da Terra. Senão não se entende.
 Os chineses, japoneses, árabes, persas, e outros orientais devem ter rido muito da igreja européia pelas suas crenças geocêntricas errôneas. Daí eles acharem os europeus bárbaros e atrasados.
 Se vivêssemos em Marte, ele seria também o centro para se fazer os mapas astrológicos dos marcianos, ora bolas. Na Lua a mesma coisa.
Isso porém fez com que, quando Copérnico e depois Galileu colocaram o Sol no centro do sistema para efeitos astronômicos – e estavam certos - foi um deus-nos-acuda. Muita fogueira e churrasco de herege. Galileu escapuliu, que não era bobo.
2 – A Terra tem um plano chamado equador (que a divide essa grande esfera em duas metades – hemisfério norte e sul, e ao girar em torno de si mesma gerando os dias e noites, o seu eixo polar de rotação não gira perpendicular ao tal plano da eclíptica, o tampo da mesa, mas inclinado uns 20 e poucos graus constantes em relação a ele. É isso que gera estações do ano quentes (verão) e frias (inverno) porque as metades são insoladas de forma diferente, devido à inclinação do eixo polar. É como um pião que gira inclinado todo o tempo em torno de uma fonte de calor e luz. Numa mesma estação a esfera tem uma metade mais quente que a outra, porque recebe a luz solar mais tempo durante o dia.
3 - Mas tem um complicador: além de inclinado, o eixo de rotação da terra faz mais um movimento muito lento que descreve um cone a cada 26 mil anos. Atualmente o eixo aponta para a estrela polar, mas vai mudando, mudando. Depois volta. 
4 - Os planos do equador da Terra e da eclíptica não são paralelos e então se encontram formando uma reta, que é o encontro de dois planos – qualquer um sabe, e essa reta ,que passa no centro da Terra, vai sendo “arrastada” dia a dia pela Terra conforme ela vai fazendo o seu caminho em torno do sol. Quando essa reta-intersecção dos dois planos, se deslocando, passa também pelo centro do Sol duas vezes por ano, aí são os tais equinócios, ou de outono ou de primavera num hemisfério, e vice-versa ao contrário no outro. Esse dia tem o mesmo tamanho da noite, nos dois hemisférios, daí o nome equinócio. 
Tudo bem até aqui?
5 – Em todo o ano perto do dia 22 de março é o dia do Equinócio de Primavera no hemisfério norte e o de Outono no sul . Nesse dia os mestres da Astrologia dividiram o círculo do ano (de 360 graus ou 365 dias) em 12 signos iguais de 30 graus cada um, e começa o ano astrológico com o primeiro signo que é Áries e em sequência os outros 11 em fila. Essa divisão é uma convenção da astrologia baseada em seus efeitos, o zodíaco dos signos (Zodíaco tropical), onde vemos os planetas em trânsito dentro deles, dando serviço aos astrólogos para interpretar isso. É uma cinta de 12 segmentos de igual tamanho, que é um pouco diferente da outra  cinta externa do zodíaco das constelações (ou Zodíaco sideral) formado por elas. Outro complicador é que apesar de serem cintas diferentes (a dos signos é uma formulação intelectual-esotérica e a das constelações é real, factual) elas tem os mesmos nomes e sequência (Áries, Touro...etc.) mas as constelações são 12 segmentos de tamanhos diferentes (não têm 30 graus cada, como os signos) vistas da Terra. Então existe uma Astrologia comum, a dos signos, feita para qualquer pessoa, ser vivo ou evento na terra, e uma Astrologia mais ampla e abrangente das constelações, que influencia a humanidade como um todo. É dessa que falamos agora para se entender as Eras.
6 – Todo ano no dia do Ponto Vernal, ou Equinócio de Outono no hemisfério sul (21-22 de Março) se olharmos para o sol ele está no primeiro dia ou grau do signo de Áries mas se olharmos mais para fora do sistema solar para a cinta mais exterior das constelações, o Sol está em uma constelação diferente da de Áries. Por que? Aí ,a porca torce o rabo, como diria Dª Josefina:
É que, por causa do movimento de cone do eixo da terra de que falamos, a cada ano no dia do Equinócio de Outono, o eixo da terra e portanto o plano do equador ao qual é perpendicular, se inclinou um pouco nesse movimento de cone, e com isso a reta-intersecção, entre os planos do equador e eclíptica, muda um pouquinho de lugar ao se olhar para o Sol na cinta das constelações. Então a gente vê a cada ano, no dia do equinócio, a reta-intersecção dos planos equador-eclíptica ir apontando para um lugar um pouquinho precedente, para trás, nas constelações até se passarem 26 mil anos. E começa tudo de novo. Daí o nome Precessão dos Equinócios. 
Como são 12 constelações de tamanhos diferentes, a cada 2166 anos (em média, já que elas tem tamanhos diferentes) muda a constelação apontada pela reta-intersecção, e entra outra. É sempre a anterior, na sequência conhecida do zodíaco. Então há mais ou menos 2 mil e poucos anos começou a Era de Peixes. Antes vinha a de Áries (4332 anos) e antes a de Touro (6498 anos). Sempre em média, porque as constelações, diferentemente dos signos, têm tamanhos diferentes, como já falamos.
7 – Demorou um pouco, desculpem, mas agora é que vem a compreensão da natureza do mistério das Eras: 
Em cada Era a humanidade busca entender a "divindade" que monitora o Universo, mas sob uma roupagem diferente, conforme a natureza do signo da constelação de plantão. E então a religião de plantão teima em não aceitar a nova religião principal que está surgindo, e as secundárias também. E quando a era  vai mudando, é só briga.
É só observar a História das grandes religiões e seus símbolos. Já leu o livro A Mensagem das Estrelas? Não? Também, você só vê TV, pô...

Então vamos lá no "como" das Eras:


Anos atrás
Inicio da Era de:
Religião iniciando
Elem.
símbolos da religião versus símbolos dos signos opostos da Era
Símbolo oposto
Valores da religião de plantão
6498
Touro
Egípcia
Terra
bezerro de ouro, boi Apis X culto da Morte
Escorpião
Ouro, terras
4332
Áries
Judaica
Fogo
carneiro,sarça ardente
X tábuas da lei, justiça
Libra
Luta, justiça
2166
Peixes
Cristã
Água
milagre da multiplicação dos Peixes X pão, dogma da Virgem, 
Virgem
Humildade, servir a dor do outro
0?
Aquário
?
Ar
?
Leão
Individualidade, servir o grupo


  • No Egito os símbolos da religião estavam no eixo dos opostos Touro/terra – Escorpião/água. Touro eram as posses materiais como ouro, terras (Casa 2 do zodíaco básico) que caracterizaram o Egito e Escorpião era A Morte, o oculto, a preocupação com o "post mortem", tumbas, sepultamento, mumificação (Casa 8). Quando Moisés, iniciando a nova religião de Áries que substituía a de Touro, recebeu As Tábuas da Lei (Libra), encontrou na volta do monte Sinai o seu povo voltando a adorar o antigo Boi Ápis (Touro). É a resistência ao novo.
  • No judaísmo (Velho Testamento) os símbolos do eixo Áries/fogo – Libra/ar eram: em Áries ou carneiro , a sarça ardente que era a forma de fogo com que Deus aparecia, ou então o carneiro ou cordeiro de deus ( Agnus Dei). Como Áries é regido por Marte, deus da guerra, o povo judeu não tem sossego com as guerras e perseguições.
  • No Cristianismo (Novo Testamento) os símbolos do eixo Peixes/água – Virgem/terra, eram: 
    • em Peixes: os dois peixes cruzados presentes em toda a liturgia cristã, a mitra do papa em formato de peixes, os 12 apóstolos pescadores, o milagre da multiplicação dos peixes (e do pão, o seu oposto no signo de Virgem) e , o servir, a humildade, a aceitação do destino, o cuidar do sofrimento do outro, o "dar a outra face", o sofrimento. 
    • Em Virgem: o dogma da Virgem Maria na qual O Espírito gera Jesus (peixes), o milagre da multiplicação dos pães (o trigo é do signo de virgem).

E da mesma forma que o Judaísmo sofreu a resistência dos egípcios, o Cristianismo não foi aceito pelo judaísmo. E a nova religião mundial que virá, não será aceita pelo Cristianismo ou Islamismo.
Vamos ver o que vem aí no início de Aquário?...
Aquário é o “Aguadeiro do Zodíaco” com seu pote vertendo água para a Terra e suas colheitas. A preocupação com a ecologia é um eixo de Aquário. aquário significa os grandes grupos, dos quais a Humanidade é o paradigma, mas é a ONU, O Estado, o Governo Mundial e todos os governos individuais, as grandes corporações e empresas  mundiais. No seu oposto e complemento está Leão, o rei, o indivíduo, o consumidor, o cidadão. Nóis na fita.
Então, ao lado da mudança de Era, que é sempre dramática e frequentemente explosiva, o Eixo Aquário-Leão vai contemplar a oposição ferrenha entre o indivíduo e o grupo, sobre temas como ecologia, sustentabilidade, direitos do cidadão e indivíduo, invasão de privacidade individual e coletiva, incluindo a representatividade de políticos, corrupção e por aí afora. Alguma semelhança com o que se vê na TV e internet hoje?
Dê uma olhada no que está acontecendo no mundo e no seu país hoje. É isso. E vai durar uns 2 mil anos, se o planeta aguentar tanta ganância,  falta de vontade, tantos interesses no lugar de ideais, tanta falta de sensibilidade. esse é o pano de fundo. Vem chumbo grosso por aí. 
#Pronto. Falei.

domingo, 30 de janeiro de 2011

O 13º signo do Zodíaco: Ofiuco

Como diz a mídia eletrônica...
“ - Atenção, atenção: Interrompemos nossa programação para uma edição extraordinária sobre a última abobrinha que está intrigando as pessoas no mundo inteiro...”
Há um frisson “pseudo esotérico” no ar já há algum tempo. Astrônomos e astrólogos batendo boca. Socialites e celebridades tupiniquins desolados porque “vão mudar de signo”...uma coisa ho-rro-ro-sa!...
 Vários amigos também tem falado comigo intrigados sobre uma matéria de uma revista nacional, vocês-sabem-qual , da semana  de 26/01/2011, que malandramente tomou carona numa notícia veiculada para o mundo, a partir do, vejam vocês, estado americano de Minnesota, o novo centro da cultura astrológica do planeta!.
Lá, em entrevista à rede NBC, um professor de astronomia que deve ser "altamente qualificado" chamado Parke Kunkle, que ensina astronomia a alunos numa faculdade técnica de Minneapolis, o Community and Technical College,  explicou que, “por causa da atração gravitacional que a Lua exerce sobre a Terra, o alinhamento das estrelas foi empurrado por cerca de um mês (?). Então surgiu um novo signo que seria o de Serpentário - ou "Ophiuccus".
Esse bando de astrônomos fica anos naquela paradeira olhando o céu dia e noite, e não sabe como arranjar seus “quinze minutos de fama”...desta vez eles quase conseguiram. São todos candidatos a Karl Sagan, ou mesmo Isaac Newton, que poucos sabem, era  astrônomo e astrólogo sério, e não falaria uma asneira dessa (me perdoem, eu quis dizer "uma incorreção dessas"...).
Segundo Kunkle, “conforme a Terra e o Sol se movimentam, os signos mudam”. O astrônomo disse que "essa mudança não aconteceu do dia para a noite"...ufa, que bom! O que ele deveria ter dito, e não sabe, é “conforme a Terra e o Sol se movimentam, a visão aparente das constelações muda”. Isso sim é Astronomia, área da qual ele não deveria ter saido.
Vocês percebem que se trata de um astrônomo, se é de fato, falando de Astrologia.  Lembra um personagem do desenho americano South Park que dizia “-... Irã, Iraque, é tudo a mesma coisa...”
A notícia é velha, requentada e oportunista. Volta e meia aparece novamente. Nenhum astrólogo que se preze tem mais paciência para ficar explicando isso. Só serve para vender mais revista aos desavisados e fazer esse “auê” boboca do tipo, como o Chacrinha dizia, “Eu não vim pra explicar, mas pra confundir”. Mas vamos falar mais uma vez a respeito dessas abobrinhas jornalísticas, plantadas por falta de assunto:
Em primeiro lugar a única coisa pior que astrólogo que não conhece astronomia, é astrônomo que não conhece astrologia. E pior que as duas é jornalismo de segunda linha que não se aprofunda na veracidade e conteúdo da informação. É o caso desse pessoal de Minnesota, cujas afirmações errôneas encontram eco num pseudo-jornalismo “fake” como o dessa revista em questão. Mas em todo o mundo é assim.  Na Inglaterra então, nem se fala...
Precisamos esclarecer que a Astronomia nasceu junto com a Astrologia e apesar de sua função nobre no conhecimento humano,  sua única contribuição para a Astrologia é fornecer a posição dos astros no céu para se fazer as Efemérides, ou seja a sua posição instantânea nos graus de cada signo. Qualquer coisa além disso é invadir território. Por que?
Porque, como diz o Alexey, diretor da CNA – Central Nacional de Astrologia (e qualquer aprendiz de Astrologia sabe), signo não é constelação. Isso já bastaria para encerrar o assunto. A astrologia ocidental tropical não considera como signos as constelações. Deste modo, nenhum signo mudou e o simpático Ofiuco não é um novo signo, continua sendo uma constelação, como aliás sempre foi. Os signos vão ser sempre 12, não porque os astrólogos são conservadores, mas porque conhecem a essência de “o que é a Astrologia”, um conhecimento simbólico, e por isso, de nível qualitativamente superior ao conhecimento comum.
A astrologia védica indiana sim considera as constelações mas somente para demarcar o início do zodiaco sideral (ou zodiaco das constelações). No restante ela ainda considera os doze signos. Então esses astrônomos americanos deveriam tirar satisfações na Índia, com os astrólogos védicos, ora essa. (rsrs).
Vamos lá explicar isso, pela penúltima vez: (rsrs)
A Astrologia lida com signos que são coisas simbólicas, arquétipos, conteúdos metafísicos. São símbolos...vamos repetir, “signos são símbolos “, e não coisas factuais como lápis, maçã, computador, crocodilo...É por isso que receberam o nome de signos, e não outro nome. Já a Astronomia lida com a realidade factual do universo conhecido, ou seja, corpos celestes, suas composições químicas e físicas, distâncias, campos magnéticos, órbitas, atrações, gravidade (que aliás nem os cientistas sabem de fato o que é), etc, etc. Então os signos serão sempre 12, tanto na astrologia ocidental como na oriental, porque 12 (ou 3x4) como também o 7, são números ligados à vida no Universo, às estações do ano, à divisão do ano em meses,  à divisão do círculo, às cores das “ondas de forma” na Radiestesia, etc... Já pensou, dividir as estações do ano com essa nova lógica? Ou o calendário?
Pitágoras, matemático grego, profundo conhecedor das relações entre os números e os símbolos e mitos humanos cujo significado é metafísico, deve estar se revirando na tumba cada vez que ouve falar nesse assunto fervilhante de abobrinhas.
Nesse raciocínio inconsequente, teríamos que mudar a simbologia dos 12 Trabalhos de Hércules, arquétipo estreitamente ligada à Astrologia, só para agradar esses astrônomos metidos a astrólogos. E se a moda pega, alguém vai sugerir mudar os 8 trigramas do I Ching, ou os 22 Arcanos Maiores do Tarot, ou os 3 elementos das Trindades de todas as tradições antigas. Já pensou? “-Atencão pessoal, a trindade hindu agora são 4: Brahma, Vishnu, Shiva e Sei-lá-o-que”...É só um numero a mais ou a menos, não é?...
A armadilha que existe, e que confunde esses incautos e incultos pseudo-astrólogos e pseudo-jornalistas, é que na cinta dos signos que envolve o sistema solar, os signos tem o mesmo nome e a mesma ordem sequencial que tem as constelações na cinta das constelações, bem mais além. Para um astrônomo ou jornalista despreparado, só isso já basta para a construção de uma novíssima teoria astrológica. Alem da semelhança enganadora, a única diferença é que os 12 signos tem o mesmo tamanho entre si (30 graus) e as constelações não, (há pequenas e grandes) mas quem liga para isso?
Quem quiser explicações adicionais mais educadas e politicamente corretas sobre o assunto, pode consultar abaixo o site do astrólogo Hector Othon, ou da astróloga Elisabeth Nakata, o da CNA - Central Nacional de Astrologia, e outros.
E tenho dito...

http://elizabethnakata.webs.com/.
Sobre Astrologia séria, consulte  www.constelar.com.br e www.astrothon.com
Sobre Tarot e I Ching sérios, consulte www.clubedotaro.com.br

PS - Não sou astrônomo nem astrólogo, mas a Dona Josefina me ensinou a só dar palpite sobre coisas que eu conheço...