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quinta-feira, 23 de março de 2017

Falta de Magnésio, Um Horror

Nós temos sede de água rica em magnésio.
E temos uma situação assustadora na saúde mundial devido ao desconhecimento de um problema pela medicina comum: os sintomas de deficiência de magnésio e diagnóstico nas pessoas. No Brasil é pior. Os Ministérios da Agricultura e Saúde como sempre nada sabem sobre o assunto de sua alçada (incluindo corrupção, é claro) e por isso mesmo a famigerada mas incompetente indústria de adubos só repõe na terra os conhecidos N,P,K (Nitrogênio, Fósforo e Potássio) e nada de Magnésio, e então as terras aráveis e portanto os alimentos plantados tem pouco ou nada deste mineral. O sistema público de saúde gasta buzilhões por conta das doenças decorrentes. Quer mais? A deficiência de magnésio é muitas vezes não diagnosticada porque não aparece nos exames de sangue dos laboratórios - porque apenas 1% do magnésio do corpo é armazenado no sangue, o restante nos tecidos e ossos. A maioria dos médicos e laboratórios nem sequer incluem a informação sobre o nível do magnésio nos exames de sangue de rotina. Assim, a maioria dos médicos não sabe quando seus pacientes são deficientes em magnésio, embora estudos mostrem que a maioria quase absoluta das pessoas é deficiente em magnésio. Essa é a ponta assustadora do iceberg.
No Brasil há um alerta antigo do Dr. Luiz Moura (um médico "fora do rebanho", com quem falei algumas vezes antes de falecer) e de um padre gaúcho chamado Beno J. Schorr que aprendeu com um jesuíta espanhol chamado Dr. Puig que por sua vez cita o livro de um médico francês Dr. Delbet (A Política Preventiva do Câncer). Hoje o esperto e midiático Dr. Lair Ribeiro já encampou a tese mas mesmo assim pouca gente conhece o assunto. Vamos ainda falar disso no blog.
Considerem abaixo as declarações do Dr. Norman Shealy  MD. PhD pela Duke University, neuro-cirurgião, pioneiro em Medicina da Dor, e autor de vários livros:
1 - Todas (pessoal, ele não disse muitas...ele disse TODAS!) as doenças conhecidas estão associadas a uma deficiência de magnésio.
2 - O magnésio é o mineral mais crítico necessário para a estabilidade elétrica de todas as células do corpo.
3- Uma deficiência de magnésio pode ser responsável por mais doenças do que qualquer outro nutriente.
A verdade que ele afirma expõe um buraco na medicina moderna que explica muito sobre a morte iatrogênica (aquela devida ao tratamento) e a doença. Já que a deficiência de magnésio é largamente ignorada, milhões de pessoas sofrem desnecessariamente ou estão tendo seus sintomas tratados indevidamente com medicamentos caros quando eles poderiam ser curados com suplementação barata de magnésio. E ficam doentes, sofrem e... morrem de várias doenças conhecidas ou não, mas a causa primeira é a falta de magnésio não detectada.
Cada um tem de reconhecer os sinais de “sede ou fome” de magnésio por conta própria pois a medicina alopática é completamente perdida a este respeito. É realmente algo muito mais sutil que a fome ou a sede, mas é comparável. Em um mundo onde médicos e pacientes nem sequer prestam atenção à sede e importantes questões de hidratação, não é esperançoso que vamos encontrar muitos reconhecendo e prestando atenção à sede e fome de magnésio, que é uma maneira dramática de expressar o conceito de deficiência de magnésio.
Poucas pessoas estão cientes do enorme papel que o magnésio desempenha em nossos corpos. O magnésio é de longe o mineral mais importante do corpo. Após o oxigênio, a água, e o alimento básico, o magnésio pode ser o elemento o mais importante necessário para nossos corpos; vitalmente importante, mas mal conhecido. É mais importante do que o cálcio, potássio ou sódio porque regula todos os três! Milhões sofrem diariamente de deficiência de magnésio sem mesmo saber.
Na verdade, parece haver uma relação entre o que percebemos como sede e as deficiências e faltas nos eletrólitos (partes químicas de várias substâncias, que alimentam as células, também chamadas de íons e cátions). Eu me lembro de uma pessoa perguntando: "Por que estou desidratado e com sede quando bebo tanta água?" Sede pode significar não só falta de água, mas também pode significar que alguém não está recebendo nutrientes, sais e eletrólitos. Magnésio, potássio, bicarbonato, cloreto e sódio são alguns exemplos disso e essa é uma das razões do fato de que o sal cloreto de magnésio, (que é a forma mais fácil, saudável e barata de ingerir magnésio) é tão útil.

(Nota do autor do post: É bom lembrar que a molécula da clorofila das folhas de todos os vegetais, que magicamente transforma a energia luminosa do sol em energia alimentar na planta através da folha verde, tem no seu centro um átomo de Magnésio e ela vai magicamente se transformar  em molécula de hemoglobina dentro das nossas células sanguíneas vermelhas. 
A molécula de hemoglobina é praticamente igual à de clorofila só que no centro tem um átomo de ferro em vez de magnésio. 
O magnésio se transformou em ferro? Mistééério... Louis Kervran, um gigante esquecido da química diz que sim, através de uma "transmutação em baixa energia" dentro do nosso corpo, semelhante à de "alta energia" que ocorre no centro do sol, só que mais discreta e silenciosa. E tome mais mistério... Gosto de pensar que a realidade é mais  atraente e mágica que a fantasia. Milagre é pouco. Mas, como dizia Scherazade ao sultão: isso fica para uma outra vez...)

Uma pessoa com deficiência de magnésio
Você sabe todos esses anos, quando os médicos costumavam dizer aos seus pacientes "É tudo da sua cabeça", foram anos em que a profissão médica estava mostrando sua ignorância. É um tormento ser magnésio-deficiente em um nível ou outro. Mesmo se for para a pessoa desportiva entusiástica cujo desempenho atlético está baixo, a deficiência de magnésio irá perturbar o sono e os níveis de estresse de fundo e uma série de outras coisas que refletem sobre a qualidade de vida. Os médicos não estão usando o teste apropriado para o magnésio - seus exames de sangue no soro apenas distorcem suas percepções. Magnésio tem ficado fora de suas telas de radar através das décadas em que as deficiências de magnésio têm se transformado em uma bola de neve crescente.

Sintomas de Deficiência de Magnésio
Os primeiros sintomas de deficiência podem ser sutis - como a maior parte do magnésio é armazenada nos tecidos, cólicas nas pernas, dor no pé, ou músculo, "contrações musculares" pode ser o primeiro sinal. Outros sinais precoces de deficiência incluem perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza. Conforme a deficiência de magnésio piora, dormência, formigamento, convulsões, mudanças de personalidade, ritmos cardíacos anormais e espasmos coronarianos podem ocorrer.
Um esboço completo de deficiência de magnésio foi apresentado com belo trabalho em um artigo recente do Dr. Sidney Baker. "A deficiência de magnésio pode afetar praticamente todos os órgãos do corpo. Em relação ao músculo esquelético, pode-se experimentar contrações musculares, cãibras, tensão muscular, dor muscular, incluindo dores nas costas, dor de garganta, dores de cabeça de tensão e disfunção articular da mandíbula. Além disso, pode-se experimentar aperto no peito ou uma sensação peculiar de que ele não pode respirar fundo. Às vezes a pessoa pode suspirar muito".
"Sintomas que envolvem a contração prejudicada de músculos lisos incluem constipação, espasmos urinários, cólicas menstruais, dificuldade em engolir ou um nó na garganta, especialmente provocado por comer açúcar, fotofobia, especialmente dificuldade em se ajustar a faróis brilhantes na ausência de doença ocular, e alta sensibilidade ao ruído a partir da tensão muscular do nervo “stapedius” no ouvido médio."
Continuando com os sintomas de deficiência de magnésio, o sistema nervoso central é marcadamente afetado. Sintomas incluem insônia, ansiedade, hiperatividade e inquietação com movimento constante, ataques de pânico, agorafobia (medo de espaços abertos e multidão), e irritabilidade pré-menstrual. Sintomas de deficiência de magnésio envolvendo o sistema nervoso periférico incluem dormência, formigamento e outras sensações anormais, tais como “zips, zaps” (sic) e sensações vibratórias.
"Sintomas ou sinais do sistema cardiovascular incluem palpitações, arritmias cardíacas e angina devido a espasmos das artérias coronárias, pressão arterial elevada e prolapso da válvula mitral. Tenha consciência de que nem todos os sintomas precisam estar presentes para presumir deficiência de magnésio, mas, muitas delas muitas vezes ocorrem em conjunto. Por exemplo, as pessoas com prolapso da válvula mitral frequentemente têm palpitações, ansiedade, ataques de pânico e sintomas pré-menstruais. Pessoas com deficiência de magnésio muitas vezes parecem ser "tensas." Outros sintomas gerais incluem um desejo de sal, desejo intenso e intolerância aos carboidratos, especialmente de chocolate, e dores mamárias".
O magnésio é necessário para todas as células do corpo, incluindo as do cérebro. É um dos minerais mais importantes quando se considera a suplementação por causa de seu papel vital em centenas de sistemas enzimáticos e funções relacionadas a reações no metabolismo celular, além de ser essencial para a síntese de proteínas, para a utilização de gorduras e carboidratos. O magnésio é necessário não só para a produção de enzimas de desintoxicação específicas, mas também é importante para a produção de energia relacionada à desintoxicação celular. A deficiência de magnésio pode afetar praticamente todos os sistemas do corpo.
Água mineral rica em magnésio pode prevenir a deficiência de magnésio
Como a água, precisamos de magnésio todos os dias. Há uma necessidade eterna de magnésio, bem como de água e se o magnésio está presente na água, a vida e saúde são reforçadas.
Uma das principais razões de médicos prescreverem milhões de receitas para tranqüilizantes a cada ano é o nervosismo, irritabilidade e nervosismo em grande parte provocada por dietas inadequadas principalmente falta de magnésio. Pessoas apenas ligeiramente deficientes em magnésio tornam-se irritáveis, altamente sufocadas, e sensíveis ao ruído, hiper-excitáveis, apreensivas e beligerantes. Se a deficiência é mais grave ou prolongada, eles podem desenvolver espasmos, tremores, pulso irregular, insônia, fraqueza muscular, atordoamentos e cãibras na perna e nos pés.
Se o magnésio é severamente deficiente, o cérebro é particularmente afetado. O pensamento nublado, a confusão, a desorientação, a depressão acentuada e até mesmo as aterradoras alucinações do “delirium tremens” são em grande parte provocadas pela falta desse nutriente, e resolvidas quando o magnésio é administrado. Já que a grande quantidade de cálcio é perdida na urina quando o magnésio está subministrado, a falta deste nutriente indiretamente torna-se responsável por deterioração dentária desenfreada, desenvolvimento ósseo pobre, osteoporose e lenta cicatrização de ossos quebrados e fraturas. Com a vitamina B6 (piridoxina), o magnésio ajuda a reduzir e dissolver cálcio e pedras nos rins.
A deficiência de magnésio pode ser um fator comum associado à resistência à insulina. Os sintomas de Esclerose Múltipla - EM, que também são sintomas de deficiência de magnésio incluem espasmos musculares, fraqueza, espasmos, atrofia muscular, incapacidade de controlar a bexiga, nistagmo (movimentos oculares rápidos), perda auditiva e osteoporose. As pessoas com EM têm taxas mais altas de epilepsia do que os controles. A epilepsia também tem sido associada a deficiências de magnésio. [1]
Outra boa lista de sintomas de alerta precoce sugestivos de insuficiência de magnésio:
Fadiga física e mental, contração muscular subjacente persistente, tensão na parte superior das costas, ombros e pescoço, dores de cabeça, retenção de líquidos pré-menstrual e / ou sensibilidade mamária
Possíveis manifestações de deficiência de magnésio incluem: energia baixa, fadiga, fraqueza, confusão, nervosismo, ansiedade, irritabilidade, convulsões (e birras), má digestão, TPM e desequilíbrios hormonais, incapacidade de dormir, tensão muscular, espasmos e cólicas, calcificação de órgãos, enfraquecimento dos ossos, ritmo cardíaco anormal
Deficiência de magnésio grave pode resultar em baixos níveis de cálcio no sangue (hipocalcemia). A deficiência de magnésio também está associada a baixos níveis de potássio no sangue (hipocalemia). Os níveis de magnésio caem à noite, levando a ciclos de sono REM (Rapid Eye Movement) e ao “sono que não relaxa”. Dores de cabeça, visão turva, úlceras na boca, fadiga e ansiedade também são sinais precoces de esgotamento.
Nós ouvimos o tempo todo sobre “como a doença cardíaca é a crise de saúde número um no país, sobre como a pressão arterial elevada é o "assassino silencioso", e sobre como um número cada vez maior de pessoas estão tendo suas vidas e a vida de suas famílias destruída pelo diabetes, doença de Alzheimer, e uma série de outras doenças crônicas.

Os sinais de deficiência grave de magnésio incluem:
sede extrema, fome extrema, micção frequente, feridas, ou feridas que cicatrizam lentamente, pele seca e pruriginosa, perda de peso inexplicada, visão embaçada que muda de dia para dia, cansaço ou sonolência anormais, formigamento ou dormência nas mãos ou nos pés, frequentes ou recorrentes infecções de pele, gengiva, bexiga ou vaginais por levedura
Mas veja, não são os mesmos sintomas para o diabetes? Muitas pessoas têm diabetes por cerca de 5 anos antes de mostrar sintomas fortes. Por esse tempo, algumas pessoas já têm danos no olho, rim, gengiva ou nervo causados pela deterioração das condições de suas células devido à resistência à insulina e deficiência de magnésio. Jogue um pouco de mercúrio e arsênico sobre a mistura de causas (etiologias) e pronto, temos a condição de doença que chamamos de diabetes. Deficiência de magnésio é sinônimo de diabetes e está na raiz de muitos, se não todos os problemas cardiovasculares.
A deficiência de magnésio é um prenunciador de diabetes e doença cardíaca, ambos; Diabéticos precisam de mais magnésio e perdem mais magnésio do que a maioria das pessoas. Em dois novos estudos, tanto homens como mulheres, aqueles que consumiram mais magnésio em sua dieta foram menos propensos a desenvolver diabetes tipo 2, de acordo com um relatório na edição de janeiro de 2006 da revista Diabetes Care. Até agora, muito poucos estudos grandes examinaram diretamente os efeitos a longo prazo do magnésio dietético na diabetes. Dr. Simin Liu, da Harvard Medical School e da Escola de Saúde Pública de Boston, diz: "Nossos estudos forneceram alguma evidência direta de que maior ingestão de magnésio na dieta pode ter um efeito protetor a longo prazo na redução do risco", disse Liu, que estava envolvido em ambos os estudos.
A sede no caso de diabetes é parte da resposta do corpo à micção excessiva. A micção excessiva é a tentativa do corpo para se livrar da glicose extra no sangue. Esta micção excessiva provoca o aumento da sede. Mas temos que olhar para o que está causando esse nível de desarmonia. Temos de investigar mais profundamente camadas de causa. O corpo precisa de despejo de glicose por causa do aumento da resistência à insulina e que a resistência está sendo alimentada diretamente pela deficiência de magnésio, o que torna os insultos tóxicos mais prejudiciais para os tecidos, ao mesmo tempo.
Quando os diabéticos obtêm açúcares sanguíneos muito altos, o corpo cria "cetonas" como um subproduto da quebra de gorduras. Estas cetonas causam a acidez do sangue que causa "acidose" do sangue, levando à cetoacidose diabética (DKA), esta é uma condição muito perigosa que pode levar ao coma e à morte. É também chamado de "acidose diabética", "cetose", "cetoacidose" ou "coma diabético". DKA é uma maneira comum para novos diabéticos tipo 1 a ser diagnosticado. Se eles não conseguem procurar aconselhamento médico sobre sintomas como micção, que está levando a sede eles podem morrer de DKA.
Os suplementos de magnésio oral reduzem a desidratação dos eritrócitos [2]. Em geral, os equilíbrios ótimos dos electrólitos são necessários para manter a melhor hidratação possível. A sede diabética é iniciada especificamente pela deficiência do magnésio com o excesso relativo do cálcio nas células. Até mesmo água, nosso nutriente mais básico começa a ter dificuldade em entrar nas células que tem então mais vazão de saída pelos rins.

Autismo e Deficiência de Magnésio
Ao lidar com o espectro autista e outros distúrbios neurológicos em crianças é importante saber os sintomas de baixo teor de magnésio,ou seja: agitado, não pode manter-se imóvel, balança o corpo, dentes moídos, soluços, ruído sensível, agressivo, pronto para explodir, facilmente estressado. Quando se trata de crianças hoje, precisamos assumir uma grande deficiência de magnésio por várias razões.
1) Os alimentos que eles estão comendo são desprovidos de magnésio, porque os alimentos em geral, como veremos abaixo estão declinando no teor deste mineral de forma alarmante.
2) Os alimentos que muitas crianças comem são alimentos processados ou altamente processados que não fornecem a nutrição real ao corpo.
3) Já que a maioria de crianças na amostra não estão absorvendo os minerais que necessitam mesmo quando presente no estômago, a absorção de magnésio é dependente da saúde intestinal, que no caso é comprometida totalmente em síndromes de intestinos “que vazam os minerais” além de outros problemas intestinais
4) Os suplementos orais em que os médicos confiam não são facilmente absorvidos, pois eles não estão na forma correta, e o magnésio em geral não costuma ser administrado ordinariamente por via oral.

A medicina moderna é suposta a ajudar as pessoas, e não prejudicá-las mas, com a sua ignorância quase total sobre o magnésio, médicos acabam prejudicando mais do que eles ajudam pelo fato de muitas das intervenções médicas conduzirem para baixo os níveis de magnésio quando eles deveriam estar aumentando-os. Muitas, se não a maioria das drogas farmacêuticas conduzem os níveis de magnésio em zonas perigosamente baixas e a cirurgia feita sem aumentar os níveis de magnésio é muito mais perigosa que cirurgia feita com níveis adequados.
O fundamento da arrogância médica é realmente a ignorância médica, e a única razão de a ignorância e arrogância regerem o campo de atuação da medicina é uma cobiça e avidez por poder e dinheiro. A natureza humana parece estar no seu pior momento na medicina moderna quando deveria estar no seu melhor. É triste que as pessoas sofram desnecessariamente e é extraordinariamente trágico que a medicina alopática virou as costas para o Juramento de Hipócrates e tudo o que ele significa.

Referências


  •  Postagem feita por tradução livre (mais adendo inicial de Arnaldo Preto) a partir de artigo do site http://www.greenmedinfo.com/blog/magnesium-deficiency-symptoms-and-diagnosis publicado pela primeira vez como: Magnesium Thirst Magnesium Hunger (Sede e Fome de Magnésio)
  •  http://www.nhfw.info/magnesium.html
  • Dr. Mark Sircus, Ac., OMD, DM (P) (acupunturista, doutor da medicina oriental e pastoral) é um escritor prolífico e autor de alguns livros médicos surpreendentes relacionados à saúde. Seus livros são fortemente referenciados, e por muitos anos o Dr. Sircus tem pesquisado sobre a condição humana e sobre as causas da doença; Ele destilou muitos dos sistemas médicos divergentes em uma nova forma de medicina que ele inventou: Medicina Alopática Natural.
  •  Este artigo tem direitos de autor por GreenMedInfo LLC, 2016

domingo, 24 de novembro de 2013

O Sal Refinado, Outra Mentira Que Virou Verdade

Dr. Márcio Bontempo
As pessoas comuns sofrem de um processo estranho que as leva a não fazer perguntas sobre quaisquer práticas e hábitos, mesmo os maus hábitos, desde que “todo mundo esteja fazendo igual”, e mesmo que eles estejam ligados à sua saúde. É a chamada “certeza do rebanho”, uma síndrome que atinge toda a humanidade, algumas culturas mais que as outras, e altamente  assentada na inércia da preguiça. Afinal fazer perguntas é complicado, principalmente se as respostas não forem boas.  Aí você tem que tomar atitudes, fazer mudanças, etc... uma chatice.
Então a gente vê as pessoas sendo enganadas todo o tempo pelas empresas, entidades, associações, sindicatos, pela mídia interesseira, pelos hábitos e costumes, e pelos maus profissionais em quase todas as profissões.
Um desses grandes enganos atinge a gente no Brasil e outros países há muitas dezenas de anos. É o mito do Sal Refinado cujos efeitos já estão sendo sentidos na saúde  das pessoas no Brasil e outros países no mundo inteiro. Produto de médicos e políticos mal informados mas bem intencionados (dos quais o inferno está cheio) juntamente com outros profissionais e empresas mal intencionadas, esse mito absurdo perdura porque ninguém se faz as perguntas certas... e em seguida toma a única atitude razoável: parar de consumir.
Na postagem Você Confia na Ciência? nós acusamos essa intromissão criminosa do Estado brasileiro nos assuntos da Medicina, outra instituição loteada por interesses criminosos, e cujos representantes dispensam adjetivos graças às suas omissões e práticas classistas até contrários à verdadeira Saúde. Dissemos nessa publicação:
“Um dos muitos exemplos corriqueiros, mas importante, é a legislação absurda do Estado brasileiro e de outros países, deturpando quimicamente o sal de cozinha pelo processo chamado ironicamente de "refinamento", ou acréscimo de iodo. Isso ocorreu porque, no caso do Brasil, no século passado, houve na população uma incidência de bócio, uma doença da tireóide por falta de iodo. Então um médico de plantão com poder no Estado convenceu um presidente louco (o mesmo que chegou a proibir o  biquíni) a aprovar uma lei para, de forma simplista, acrescentar obrigatoriamente iodo ao sal de cozinha, por lei. Ninguém se preocupou em saber se no processo seriam eliminados centenas de elementos (88) e sais raros existentes no sal marinho natural, e imprescindíveis ao metabolismo do ser humano, principalmente ao metabolismo do elemento cálcio, como acontecia desde o alvorecer da Humanidade. Hoje quem quiser, como eu faço, comprar sal de verdade para preservar a saúde, compra no câmbio negro, como se compra dólar e drogas. E não se enganem: todo o sal vendido nos supermercados no varejo é “iodado”, mesmo com as palavras “ sal marinho” ou “sal natural” ou “integral” ou “natural” estampadas cinicamente na embalagem e permitidas pela Anvisa (nossa suposta defensora). Nenhum presidente ou ministro da Saúde posterior à lei, contestou a burrice. Alguns poucos médicos contestaram e nunca foram ouvidos. E ninguém relacionou nessas décadas o incrível salto de deficiências de cálcio, osteoporose, problemas ósseos e hipertensão, com a malfadada decisão. E nós alegremente ingerimos o nosso sal de cada dia em volumes de 30 a 40% superiores à média mundial, sem questionar nada.”
Um espanto. Um dos poucos médicos que sempre contestou é o Marcio Bontempo, que conheci criança, nas mãos do seu pai, na época em que começamos a comer arroz integral e fundamos depois a hoje extinta Associação Macrobiótica de São Paulo. Grande médico. O artigo abaixo é dele, por preguiça minha de falar as mesmas coisas com palavras diferentes, já que ele também vai corajosamente ao ponto como sempre fez como médico e palestrante...
Vamos lá: “Sabe-se que o ser humano não pode viver sem o sal. Biologistas afirmam freqüentemente a importância do cloreto de sódio para a manutenção do metabolismo e do equilíbrio do sistema imunológico, ou de defesa.
Na Natureza os seres vivos adquirem o sódio dos alimentos, sem precisar adicionar coisa alguma, como no caso do sal extra usado pelo homem. Na verdade, se vivêssemos em ambiente bem natural, usando apenas alimentos retirados do meio ambiente puro, não precisaríamos de sal. Porém vivemos hoje uma situação mais artificial, sendo grande o nosso desgaste físico e a conseqüente perda de minerais importantes, seja pelo "stress" moderno, excesso de trabalho, perturbações emocionais (ver, por exemplo, o problema da perda de Zinco nas neuroses e psicoses) seja pelos antinutrientes da dieta comum (açúcar branco, farinhas refinadas etc.) e pela má alimentação.
Existe muita confusão, no entanto, quanto ao uso do sal marinho puro e do sal refinado, sendo que o primeiro e que contém elementos importantes e o segundo é prejudicial.
O sal marinho contém cerca de 84 elementos que são, não obstante, eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo industrial para a produção do sal refinado. Perde-se então enxofre, bromo, magnésio, cálcio e outros menos importantes, que, no entanto, representam excelente fonte de lucros. Uma indústria que esteja lucrando com a extração desses elementos do sal bruto é geralmente poderosa e possui a sua forma de controle sobre as autoridades. É claro que será então dada muita ênfase a importância do sal refinado empobrecido e pouca ao sal puro, integral, abominado.
Durante a "fabricação" na lavagem do sal marinho são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, um conhecido medicamento usado como expectorante em xaropes. Ocorre que o iodeto não é de origem natural. É utilizado para prevenir o bócio como exigência das autoridades de "controle". No entanto é geralmente usado numa quantidade 20 % superior à quantidade normal de iodo do sal natural, o que predispõe o organismo a doenças da tireóide diferentes do bócio, como nódulos (que hoje em dia as pessoas estão tendo em freqüência maior) de natureza diversa, tumores, câncer, hipoplasia etc. O sal marinho, não lavado, contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais. O problema que fez com que se exigisse a iodatação artificial do sal é que industrias poderosas têm interesse na extração de produtos do sal bruto e na venda do sal refinado. Na trama montada, há também o interesse na venda do iodeto de potássio que gera lucros absurdos para multinacionais. Imagine-se quanto iodeto não é vendido uma vez mantido este processo.
Jacques de Langre chama esse mecanismo de "Big Ocean Multinacional Busines Organization", capaz de controlar governos (principalmente o nosso...) e mobilizar profissionais cegos e manipulados da área de saúde a defenderem o sal refinado até mesmo na imprensa, como aconteceu recentemente no Brasil.
Existem problemas também não observados quanto à adição de iodo artificial. Os aditivos iodados oxidam rapidamente quando expostos à luz. Assim, a dextrose é adicionada como estabilizante, porém, combinada com o iodeto de potássio, produz no sal de mesa uma inconveniente cor roxa, o que exige então a adição de alvejantes como o carbonato de sódio, grande provocador de cálculos renais e biliares, conforme vários estudos científicos. Este produto existe em quantidades descontroladas no sal refinado, pois é impossível a sua distribuição uniforme. Produz cálculos em animais de laboratório, quando usado diariamente em quantidades um pouco inferiores as encontradas habitualmente no sal de cozinha.
Também no processo de lavagem são eliminados componentes como o plâncton (nutriente), o krill (pequeno camarão invisível) e esqueletos de animais marinhos invisíveis. De certa forma, em pequenas quantidades, estes fatores fornecem importantes oligoelementos como zinco, cobre, molibdênio etc., além de cálcio natural. O krill é o alimento único e básico das baleias.
Na industrialização do sal, freqüentemente é feita, então, uma lavagem a quente para melhor "clarear" o produto, perdendo-se aí a maior parte dos seus macro e micro elementos essenciais, a maior parte deles úteis na ativação e figuração de enzimas e coenzimas. A utilização do vácuo durante o processo auxilia também a perda de elementos.
Depois de empobrecido, o sal industrial é "enriquecido" com aditivos químicos, contendo então perto de 2% de produtos perigosos. Para evitar liquefazer-se e formar pedras (senão gruda nos saleiros e perde a concorrência para os sais mais "soltinhos"), recebe oxido de cálcio (cal de parede) que favorece também o aparecimento de pedras nos rins e na vesícula biliar devido à sua origem não-natural. Depois outros aditivos são usados, como: ferrocianato e prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio e agentes antiumectantes diversos, entre eles o óxido de cálcio e o carbonato de cálcio. Obtém-se assim o sal refinado que agrada a dona-de-casa: branco, brilhante, soltinho, rico em antiumectantes, alvejantes, estabilizantes e conservantes, mas sem cerca de 2,5% de seus elementos básicos, que não são exigidos por lei...
Entre uma das perdas irreparáveis no sal refinado está o importante íon magnésio, presente no sal marinho sob a forma de cloreto, bromato, sulfato etc., de origem natural.
Sabe-se que a escassez de magnésio no sal refinado favorece também a formação de cálculos e arteriosclerose em diversas regiões do organismo quando o cálcio de origem não natural está presente, como é caso do sal industrializado.
Sabemos que o magnésio enquanto abundante no adulto é escasso em pessoas idosas, que está relacionado à sensibilidade precoce e impotência. O organismo adulto precisa de cerca de 1g de magnésio por dia. A desmineralização pela lixiviação do solo produz uma diminuição da quantidade de magnésio em vegetais e sementes. O magnésio também está diminuído nos cereais decorticados e farinhas brancas e sempre em quantidades suficientes nos produtos integrais. O sal refinado comum de mesa processado à vácuo ou fervido, possui quantidade de 0,07 % de magnésio. O magnésio promove a atividade das vitaminas e estimula numerosas funções metabólicas e enzimas como a fosfatase alcalina. Participa de modo importante no metabolismo glicídico e na manutenção de equilíbrio fosfato/cálcio.
Testes de laboratório revelam que cobaias desprovidas de magnésio param de crescer e morrem em 30 dias. Os benefícios do sal rico em magnésio são devidos ao espetacular estímulo ao crescimento normal de células.
O sal marinho não é a única fonte de magnésio. Ele está presente normalmente nas folhas verdes (como núcleo da molécula de clorofila) e em muitos alimentos do reino vegetal. Com a alimentação a base de produtos refinados, como sal, açúcar, cereais etc., as pessoas estão expostas a muitos problemas, sem que as autoridades sanitárias atentem para a situação.
Não é necessário usar uma grande quantidade de sal marinho na dieta, como pode parecer. Bastam pequenas quantidades. Sabe-se também que o teor de sódio deste sal é menor que no refinado, que possui elevadas concentrações de sódio sob a forma de cloreto. Isto pode ser verificado provando-se os dois. O sal refinado produz uma sensação desagradável devido a sua concentração, ao passo que uma pedrinha de sal marinho é até agradável ao paladar. Devido ao seu elevado teor de sódio, o sal refinado favorece a pressão alta e a retenção de líquidos, o que não ocorre com o marinho. O hipertenso pode até usar sal marinho no alimento, dependendo da sua condição clínica, pois os teores de sódio são menores.
O consumo de sal refinado é hoje muito exagerado. A quantidade usada é estimada em 30 g por dia por pessoa, sendo maior se existe o costume de usar alimentos mais salgados do que o habitual. Um prato de comida contém de 8 a 10 g de sal, não estando com sabor muito salgado. Mensalmente uma pessoa consome cerca de 1 quilo de sal, o que é já um grande excesso.
Sabemos que quando um médico atende um paciente que sofre de pressão alta ele diminui ou suspende o sal, pois a sua capacidade hipertensiva já é conhecida, mas nada se faz para prevenir mais casos de pressão alta informando a população sobre os efeitos do sal. Ao contrario, levianamente, médicos e autoridades permitem que se use quanto se queira do mesmo. É freqüente que, quando alguém mais consciente recomenda ou usa o sal marinho, a "autoridade" reprove o uso preocupada com um fator menos importante que ela apenas “acha” que ocorre que é a "falta" de iodo do sal dos "naturalistas". O mais curioso é que os médicos, sem saber, também estão correndo o risco de sofrerem de hipertensão, problemas renais etc., pois usam o sal refinado.
Nos Estados Unidos e em vários países da Europa já existe sal "colorido". Podemos ter em casa um sal azul, vermelho, roxo, verde e qualquer outra cor que se queira, como mais um resultado da capacidade tecnológica da nossa civilização. Como mais um exemplo de fator antivida determinado por interesses em lucros fantásticos.

Resumo dos Efeitos do Sal Refinado e Doenças Correlatas:
  • Hipertensão arterial
  • Edemas
  • Eclampsia e pré-eclampsia
  • Arteriosclerose cerebral
  • Aterosclerose
  • Cálculos renais
  • Cálculos vesicais
  • Cálculos biliares
  • Hipoplasia da tireóide
  • Nódulos da tireóide
  • Disfunções das paratireóides

Resumo dos Aditivos Químicos do Sal Refinado:
  • Iodeto de potássio
  • Óxido de cálcio
  • Carbonato de cálcio
  • Ferrocianeto de sódio
  • Prussiato amarelo de sódio
  • Fosfato tricálcico de alumínio
  • Silicato aluminado de sódio
  • Dextrose
  • Talco mineral

Observação Importante: O sal bruto, retirado das salinas não deve ser usado e sim o sal marinho moído fino (é o mesmo sal grosso próprio para churrascos). O sal bruto que provém dos compartimentos mecanicamente escavados das salinas possui até 20 % de agentes poluentes quando oriundo de baías poluídas pelas industrias. No Brasil temos a sorte de não termos um sal bruto assim pois a maior parte dele provém de Cabo Frio (RJ) e Mossoró (RN). Nos Estados Unidos o problema é mais grave, pois o sal contém de 7 a 20 % de agentes poluentes industriais e sujeira. Lá é necessário que ele seja bem lavado e refinado. O uso do sal bruto, mesmo que não muito poluído, está relacionado com o surgimento de calcificações e enrijecimento das juntas, pois estes problemas surgem quando há ingestão prolongada de água pura do mar.
Aconselha-se o uso em pequenas quantidades do sal marinho, evitando-se retirá-lo diretamente das salinas. Ele deve passar antes pela primeira fase de lavagem leve, que não retira do sal elementos presos entre os cristais, como ocorre quando o sal é totalmente dissolvido nos tanques de hidratação e ionização.
O sal de rocha só deve ser usado em última circunstância pois não contém todos os elementos presentes no sal marinho. Origina-se da sedimentação de lagos ou águas paradas e é retirado de minas, também conhecido como "sal gema". Grande parte dos microorganismos e minerais são perdidos com o tempo.”

Outro médico conhecido o Dr. Lair Ribeiro, dá o seu recado no vídeo abaixo, mas se você que consome sal refinado fizer uma rápida pesquisa sobre o assunto nos sites sérios de Medicina Natural na internet, vai ficar preocupado. Ah, vai...






quarta-feira, 1 de abril de 2020

A Palavra Agora é Liberdade!

AUTO HEMOTERAPIA

Há cerca de 20 anos atrás, quando no mundo recomeçaram os mesmos sinais de doenças viróticas globais que já haviam assolado a Europa nos séculos passados, eu que sempre resisti a agir pelos parâmetros do rebanho, comecei a procurar uma saída.. 
Eu sempre tive uma preocupação com a saúde física, emocional, mental e espiritual. Fazia Meditação Zen, Yoga, Acupuntura, Homeopatia, e Macrobiótica, esta orientada pelo Kikuchi desde 1970. Evitava proteína animal, medicamentos, açúcar,  caminhava muito... lia e praticava Castaneda e Gurdjieff e não aceitava as soluções do "sistema". 
Então, depois de pesquisar muito a verdadeira saúde, descobri uma técnica simples de bloquear todo e qualquer micro-organismo nocivo antes que ele chegasse a mim. Tanto os leves quanto os fatais. Além do mais, a técnica apresentava um leque de possibilidades inimagináveis contra a maioria das doenças relacionadas com a imunidade.
A técnica chamava-se Auto Hemoterapia, do grego hemos = sangue.
Era, se não me falha a memória, final dos anos oitenta. Alguém, que já  não me lembro quem, indicou na internet um médico do Rio de Janeiro, e eu muito enxerido já fui ligando pra ele...
Descobri então nas minhas buscas, uma rede enorme de gente "off road" operando fora do circuito maldito (médico - laboratório - plano de saúde) e que fazia a "lição de casa correta": prevenir a doença antes de remediar. Eu já sabia como funcionava o diabólico sistema. Agora queria ir além.
O médico chamava-se Dr. Luiz Moura, meu xará de nome e sobrenome, e que gentil e pacientemente me iniciou no assunto. Uma pessoa adorável. Um gentleman. Ao mesmo tempo completamente fora do esquadro dessa coisa chamada "medicina oficial". Um "fora do rebanho" no melhor sentido. Saudades dele. Falamos anos seguidos até a sua passagem para o lado de lá...
Como o nome da técnica indica, era uma terapia com sangue do paciente aplicado imediatamente nele próprio.  Eu já explico. É simples:
Você, ou um aplicador, com uma seringa pequena tira semanalmente pequena quantidade de sangue da veia e injeta no músculo, nas nádegas ou nos braços, até curar a doença. Ponto. Mais simples que isso, só respirar... 
Quando sarar, você percebe que não foi só o corpo que se curou, mas a emoção, a alma... é claro, está tudo ligado... É inacreditável.
Ele era também entusiasta do tratamento com ingestão da solução de Cloreto de Magnésio, que faço até hoje e que todos deveriam fazer conforme já citado neste blog na postagem Falta de Magnésio, Um Horror. Esse artigo você não pode também deixar de ler.
O grande problema na época e ainda hoje era que "O Sistema" entrava em pânico e reagia, principalmente nos meios de comunicação. As pessoas, mal informadas, surtavam só de ouvir falar o nome Hemoterapia. Fazia-se tudo para assustar as pessoas que quisessem conhecer a coisa. Claro. Mas porque isso, já que é comprovadamente saudável, sem custos e sem efeitos colaterais?
A verdade é que a técnica "não dá dinheiro pra ninguém", nem médico, hospital, plano de saúde, laboratório. 
Se você procurar,  fica claro quem é "o sistema": 
É o CFM - Conselho Federal de Medicina, de Enfermagem, Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Laboratórios farmacêuticos, Associações e  Planos de Saúde, de médicos, Laboratórios, e por aí afora. Sem contar o "circuito da corrupção política" associado a essas entidades, é claro!
É muito inimigo junto, meus caros!
Se por um milagre Jesus aparecesse hoje na Terra e novamente começasse a curar, ele não durava uma semana...
Até os amigos torciam o nariz quando eu falava no assunto. Eu parei de falar. Agora está todo mundo feito barata tonta buscando solução para o vírus. E eu, só observando... Então resolvi pôr a minha colher de pau nesse angu. Esta postagem é o início...
Era difícil na época conseguir uma simples enfermeira que se dispusesse a fazer a aplicação. Médico, nem pensar. Então através  de indicações da "rede do bem" que já existia, ligada ao Dr. Luiz Moura,  eu consegui contatar uma "bruxinha", Mara, um anjo do céu, que me aplicou a técnica durante mais um ano a um preço acessível. Aprendi muita coisa com ela sobre tudo.
Poderia falar horas sobre a minha experiência mas o ideal é ouvir o Dr. Luiz Moura, ele próprio, no vídeo que apesar de longo, dá toda a informação necessária nesses tempos bicudos que correm.
Foi o que ele fez comigo pacientemente e não me arrependo de tê-lo ouvido.
Essa angústia mundial que estamos passando cuja autoria está cada vez mais mal explicada por uma imprensa também conivente e criminosa, pode ser por culpa não da China, categoricamente, cujo povo é outra vítima, mas sim do "Politburo Chinês". Ou, segundo outras fontes, culpa de grupos econômicos supra-nacionais liderados por uma poderosa entidade oculta chamada Bilderberg, o berço do globalismo, que substituiu o controle de natalidade pelo de mortalidade. Pavoroso. (pronto! já iniciei uma outra briga sobre teorias de conspiração)
A angústia que estamos vivendo poderia ter sido evitada se as pessoas conhecessem essa técnica simples. 
Vejam abaixo o vídeo em que o dr. Luiz Moura fala sobre tudo. É longo. Porém o tempo é uma das poucas coisas que quase todos temos sobrando nesses tempos atuais de quarentenas obrigatórias.
Pode ser que as vidas das pessoas ou dos entes queridos estejam em jogo. Pensem nisso e tenham paciência para ouvir o vídeo. Eu testei a técnica durante 20 anos... Acho que está bom, não?
Saio na rua sem medo, a não ser de alguns motoristas e motoqueiros que frequentemente gritam "vai pra casa, velho", às vezes acompanhado de algum adjetivo impublicável... novos tempos.
Então vejam o vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=scn8_4yP8pA

O vídeo é longo. Quem precisar pesquisar mais e ter informações sobre o tema, acessem os Comentários.
Sugiro também vocês entrarem no Google e Youtube, inicialmente com a expressão Auto Hemoterapia e divirtam-se...

Notem que em nenhum momento usamos o nome oficial do vírus propagado pela imprensa. É proposital. A recomendação dos experts em PNL - Programação Neuro Linguística é, em caso necessário de se referir a ele, substituir o nome dele por umnome deconotação positiva. Por exemplo: COMVIDA20. E não falar e nem pensar mais nele. Boa ideia, não? 

Para complementar, vejam esse outro vídeo atual e simples, quase cômico no Youtube, de dois amigos, um brasileiro radicado nos EUA e outro cubano que foram contaminados pelo vírus em Washington numa viagem. Um foi imediatamente curado pelo outro que era aplicador de Auto Hemoterapia e que, ao se contagiar, também, aplicou em si mesmo e se curou em seguida. 

Vamos lá, amici... e Boa Sorte:










domingo, 16 de junho de 2019

Falta de Magnésio, Um Horror - 2


Há dois anos e pouco atrás nós publicamos um artigo excepcional que cita vários médicos PHDs americanos, um brasileiro, um francês e um professor gaúcho, falando de um assunto que cada vez ganha mais espaço entre as pessoas doentes, as que vão ficar ou aquelas que não querem ficar doentes. É uma forma simples e barata de preservar nos dias que correm, um bem que não tem preço: Nossa Saúde.
Essa forma chama-se Cloreto de Magnésio, um sal inofensivo, baratíssimo, e que até poucos anos era muito pouco falado, até que foi descoberto por esses benditos médicos.
Leia a publicação abaixo. 
Quem não ficar convencido faremos como a Sears:
"Satisfação Garantida Ou Seu Dinheiro De Volta" (rsrs)
Clique abaixo e...
Boa leitura

https://serluminoso.blogspot.com/2017/03/o-magnesio-uma.html