quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Boriska Hoje. O Ocaso?

Em nossa publicação As crianças Índigo estão chegando, cujo contexto mais amplo foi explicado mais recentemente pela terapeuta de vidas passadas, hipnóloga e escritora americana Dolores Cannon, falamos de um garoto russo que há poucos anos transformou-se  num fenômeno mundial. Ele faz parte de uma das 3 ondas de seres encarnados na Terra após a segunda guerra vindos de todo o Universo como voluntários, conforme os 3 livros da escritora. São eles “Keepers of the garden”(o primeiro), ”The Custodians”,e “The Convoluted Universe” infelizmente não traduzidos para o português.
Após ter ficado famoso devido uma reportagem, em 2004 do jornal russo Pravda, a vida de Boris Kipriyanovich, conhecido como Boriska “o garoto índigo”, mudou drasticamente. Hoje é um jovem adolescente de mais de 16 anos, sempre calado e com semblante triste, vive recluso e não gosta de falar com estranhos. Tudo o que ele quer é ser esquecido... 
É o que conta um artigo recente escrito pelo respeitado escritor russo Gennady Belimov, professor universitário e pesquisador que esteve presente no acampamento onde Boriska começou a falar de suas experiências do passado. Conta ele que o gravador, que seus pais compraram especialmente para gravar histórias de Boriska de vidas passadas, aos poucos foi sendo usado cada vez menos, e hoje já se encontra esquecido. 
A partir de suas gravações foram arquivadas lembranças curiosas narradas por Boriska sobre cataclismas graves em Marte. Por exemplo, ele insiste em que as últimas centenas de milhares, ou mesmo milhões de anos, havia sérios problemas com água. Marte começou a perder a sua atmosfera e água. 
Boriska disse que havia naves especiais que foram para o planeta mais próximo, a Terra, para conseguir água. Pareciam cilindros e serviam como naves-mãe. Uma vez, enquanto assistia a um programa de TV no Canal Discovery, ele começou a falar com grande entusiasmo sobre a civilização Gray. "Eles não são marcianos", disse ele, apontando a tela. "Nós não somos assim, estamos mais perto de lemurianos e atlantes."
 Segundo ele, os Grays são cruéis. Eles são de outra galáxia. "Nós até tivemos que lutar contra eles, porque eles são os agressores. Nossa raça foi menos agressiva e mais intelectual. Podiamos até usar energia psíquica..." disse Boriska. 
Segundo a mãe do garoto, ele tinha algo que parecia surtos de memoria, que nunca eram repetidos novamente, logo ele voltava ao seu vídeogame e esquecia tudo. Mas para tristeza de todos Boriska já não fala mais sobre esses assuntos de Marte ou sobre o sistema solar. O menino, nas palavras de especialistas, está se fechando. Muito provavelmente as dificuldades de nossa realidade terrena estão fazendo isso acontecer. 
Hoje em dia a única distração de Boriska é a tela do computador onde fica jogando diariamente. Quando alguém tenta falar com ele sobre algum assunto é praticamente ignorado. Vida em Marte já não interesse mais para ele. Agora Boriska é uma pessoa reservada e de poucos amigos. 
A abertura e a ingenuidade do garoto teve um papel negativo em seu destino. Crianças de sua idade e até mais velhos, como de costume em nossa sociedade, reagiram com ciúmes e inveja do garoto.
Por varias vezes ele apanhou na rua e foi insultado, e para aprender a se defender ele teve que aprender a lutar. Tudo isso o deixou extremamente triste. As pessoas começaram a tratar Boriska diferentemente após se tornar celebridade. A maioria reagiu com interesse e curiosidade, mas cerca de 15 a 17% reagiram com ódio incompreensível e raiva. Infelizmente, eles são de alguma forma, os perseguidores mais cruéis do menino. 
Assim como Jesus Cristo, que veio e ensinou as pessoas a praticar o bem, teve quem achasse isso ultrajante, a ponto de querer crucificá-lo. O jeito diferente de ser do menino, não se enquadrava em qualquer tipo de senso médio de uma criança normal, e infelizmente esse fato que o tornou famoso foi também a sua desgraça. 
Há algum tempo atrás, uma mãe enviou uma mensagem para a escola: "Expulsem esse Boriska da escola, ele está ensinando nossos filhos a morrer..." Uma investigação foi realizada, e o menino tinha contado aos seus colegas sobre a reencarnação, falou sobre a reencarnação das almas e sobre o qual, aliás, ele é um exemplo e testemunha. Mas, ao que parece, a palavra e a ideia não era conhecida por muitos na escola, e por isso eles estavam muito preocupados com a possibilidade de suicídio entre as crianças.
Adicionado a seus problemas veio o divórcio de seus pais, e com ele a divisão do apartamento recém-obtido, o garoto teve de se mudar. Nesta luta não havia espaço para o garoto e seus problemas infantis: com fome, muitas vezes ele foi comer na casa de uma tia, deixando-o mais triste ainda. Um conhecido da família diz que hoje Boriska está passando por dificuldades: "As primeiras pedras foram atiradas em Boriska... e ele começou a se fechar." A principal razão, claro, é a atitude e maldade das pessoas. Os cientistas russos até hoje estudam esse caso. O professor Vladislav Lugovenko, doutor em Física-Matemática, do Instituto de Magnetismo Terrestre, da Academia Russa de Ciências (IZMIRAN) pretende continuar com os estudos sobre o garoto e escreveu um livro sobre Boriska onde revelações importantes foram relatadas. Será que um dia Boriska se pronunciará novamente? 

Um comentário:

  1. Este é um preço a pagar no social por ser autentico, ser e falar o que sente, ter conhecimentos que emanam do psiquico, querer compartilhar com os que estão ao redor, só o desenvolvimento cientifico é que dará a constatação do emanado.

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